Torta de Climão de Hoje: Ops, errei o hino. Mal aê!

A Copa do Mundo de Críquete, também conhecida como Champions Trophy, é mais do que um torneio; é um espetáculo global que captura a imaginação de milhões de fãs ao redor do planeta (ok, vamos ser honestos, só pelo pessoal que foi colônia da Inglaterra). Se eu pedisse uma introdução sobre isso ao ChatGPT, é ali que, desde jogadas espetaculares até momentos de pura tensão, cada partida é uma peça de um grande mosaico de emoções e rivalidades. A magia e a grandiosidade deste evento transforma jogadores em heróis e partidas em lendas.

Lindo, mas não vou escrever sobre esta porcaria de jogo que eu quase não entendo (mas ainda é melhor que Baseball, que efetivamente ninguém entende).

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A Primeira Última Morada de Tutmés II

A descoberta da tumba de Tutancâmon em 1922 foi um choque na comunidade acadêmica e na vida das pessoas. Finalmente pudemos ter um vislumbre do poder, glória e opulência de um rei egípcio, ainda que fosse irrelevante – sim, pois é. A importância de Tut foi ter sua tumba encontrada intacta, com toda a sua riqueza. Agora, o papo é outro, pois outro rei foi descoberto (já falei inúmeras vezes para pararem de chamar reis egípcios de “faraós”). A New Kingdom Research Foundation descobriu a localização da tumba original de Tutmés II.

Original? Sim, leia o texto para entender! Continuar lendo “A Primeira Última Morada de Tutmés II”

Alguns passarinhos bebem água que passarinho não bebe

E estamos na quinta-feira, que não é sexta, nem dia da maldade, mas sempre é dia de tomar ela, a mardita, o mé, a cana. A questão é as pessoas não são as únicas que se deliciam em tomar uns golinhos da água que passarinho não bebe. Quer dizer, alguns passarinhos podem não beber, mas outros sim, além de lêmures e macacos. Se bem que “beber” não seria o termo certo, mas o consumo de frutas e néctar naturalmente fermentados, e como vocês sabem (vocês sabem, né?) fermentação de açúcares por fungos produz álcoois, principalmente etanol.

Sim, eles comem para ficarem “alegrinhos”. Continuar lendo “Alguns passarinhos bebem água que passarinho não bebe”

Aromas do Tempo: cientistas dão aquele cheirinho nos Faraós-oh-oh-oh

Qual é o cheiro de uma múmia de 3.000 anos? Não é uma questão que a maioria de nós já tenha ponderado, mas cientistas descobriram agora que cada múmia egípcia antiga tem sua própria impressão digital aromática distinta – variando de amadeirada e picante a floral e empoeirada.

Em um aromatizado e envolvente estudo Museu Egípcio, no Cairo, pesquisadores fizeram algo sem precedentes: eles capturaram e analisaram os aromas que emanavam de nove múmias diferentes. E não, ninguém cheirou nenhum suvaco de múmia (acho).

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Robozinho compartilha peladeza do seu dono com todo mundo

E na editoria “meu cachorro comeu o meu trabalho”, temos a incrível história de um monte de gente recebendo peladezas, nudes e safardanagens de um sujeito. A desculpa foi que ele inadvertidamente ativou um recurso do celular dele, daí seus contatos acabaram recebendo todo tipo de fotos.. bem, fotos que eles não queriam receber.

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Jovem quer virar super-herói borboleta e… bem, olhem a imagem

Jovem é uma tristeza, sabemos disso e ninguém tem dúvidas que Jovem tem que acabar. Problema que assim como os pandas, o Jovem acaba sendo sempre protegido, o que faz com que essas duas coisas continuem, mas a real é que eles mesmos fazem por onde se autoacabarem.

Tomemos um exemplo que eu vi hoje: um Jovem achou o maior barato uma borboleta. Como muito provavelmente ele já estava curtindo o barato, ele achou que aquela brabuleta daria mais barato. O problema é que o barato saiu caro. Continuar lendo “Jovem quer virar super-herói borboleta e… bem, olhem a imagem”

Artigos da Semana 242

Estamos no meio de fevereiro, já, ainda faltando duas semanas para o carnaval (não é lá grande coisa, mas pelo menos fico de folga até a quarta-feira de cinzas). Em meio ao calor abrasador, com Satanás mandando o shareware do que virá no Inferno, o lance é ficar no ar-condicionado enquanto lemos o que foi postado na semana.

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X tem sido usado para representar amor e beijos por séculos. Mas como isso começou?

Por Katie Barclay
ARC Future Fellow e Professor,
Universidade Macquarie

“1.000 cartas e 15.000 beijos”, gritava a manchete de uma edição de 1898 do jornal inglês Halifax Evening Courier. Harriet Ann McLean, uma lavadeira de 32 anos, meteu o quitandeiro (é um hortifruti do tempo do seus avós) Francis Charles Matthews por renegar a promessa de casamento. O argumento dela foi que eles passaram uma década namorando… por carta. Harriet recebeu 1.030 cartas contendo 15.000 cruzes de seu “amoroso, precioso e futuro marido Frank”.

Em 1898, usar um X como beijo era comum entre os escritores de cartas britânicos — principalmente os da variedade mais “comum”: os criados, comerciantes e trabalhadores de lojas cada vez mais alfabetizados, cujos bilhetes de amor arrancavam risadas quando seus relacionamentos em decadência os levavam ao tribunal. Continuar lendo “X tem sido usado para representar amor e beijos por séculos. Mas como isso começou?”

Tio malandro joga migué em cima da prima e quer pagar com café

E hoje é sexta, né, seu safado? Pronto pra sextar e ir pra esbórnia. Ralou peito de casa e foi encontrar as primas e fazer a segunda parte que Deus mandou, pois a parte de crescer já foi atendido. Aí você vai encontrar as primas, mas está duro (não no sentido que deveria ser, porque o viagra que você comprou era falsificado) e não tem dinheiro pra pagar a Dadivosa, então, oferece algo com alto valor agregado: café.

A prima não gostou, chamou o segurança, o segurança e o cara saíram na porrada, o dólar aumentou, o Trumpo colocou mais taxas, Haddad ficou com ciúmes, saiu mais porrada, nenhum dinheiro saiu, e não tem registro se sequer rolou furunfada.

Sacanagem pouca é bobagem no país da alta inflação, e essa é a sua SEXTA INSANA!

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Eslováquia: o reino onde as estações pintam histórias

Como diz um antigo provérbio eslovaco: “Koľko rečí vieš, toľkokrát si človekom” (Quantas línguas você fala, tantas vezes você é humano”. Esta sabedoria ancestral ecoa através dos séculos nas terras dos eslavos ocidentais, onde cada palavra carrega o peso da história e cada silêncio conta histórias de resistência e renascimento. E é ali, nas entranhas da Europa Central, entre montanhas majestosas e vales profundos que parecem tocar o céu, que repousa a Eslováquia – uma terra onde lendas e realidade se entrelaçam como os rios que serpenteiam suas planícies douradas. Continuar lendo “Eslováquia: o reino onde as estações pintam histórias”