Quando um fazendeiro Norueguês tropeçou na Netflix da Era Viking

Imagine a cena: é agosto de 1904, você é um fazendeiro norueguês cavoucando o próprio quintal porque… sei lá. Parece que isso é comum por lá. Cartas para a Redação. Bem, o cara lá fuçando o quintal bate a enxada em algo que claramente não era raiz teimosa, nem pedra, nem papel ou tesoura. Era madeira! Madeira muito, muito antiga. Knut Rom, nosso protagonista involuntário desta história, provavelmente teve o mesmo sentimento de quem encontra uma pasta perdida no computador e descobre que ela contém todos os memes raros dos últimos dez anos. Só que, no caso dele, a pasta continha mil anos de história viking condensados em 22 metros de carvalho esculpido que faria qualquer cenógrafo de Game of Thrones ter um ataque de inveja.

Rom havia acabado de descobrir o navio de Oseberg. Continuar lendo “Quando um fazendeiro Norueguês tropeçou na Netflix da Era Viking”

Artigos da Semana 260

Enquanto vocês estavam aí dando F5 em tudo que é rede social, site de notícias e contatos no Uatzup para saber do arranca-rabo no Oriente Médio (tem vários, escolham o que melhor lhes aprouver) eu estava curtindo meu feriadão. Ainda bem que tem vocês, que não se importam com essas coisas, e preferem dar atenção a inutilidades do outro lado do mundo que não lhes afeta em nada. Obrigado. Assim, os preços de tudo ficam mais baixos por causa da procura reduzida.

Aproveitem e leiam o que foi postado automaticamente durante a semana.

Continuar lendo “Artigos da Semana 260”

O que Alexandre, o Grande, tinha no prato?

Todo mundo conhece Alexandre, o Grande, o conquistador que não perdeu uma única batalha e expandiu seu império até os confins da Ásia. Mas… você já parou pra pensar no que esse sujeito comia? Qual era o gosto de um banquete real no século IV antes de Cristo? Pode apostar que vai muito além de pão e vinho. Continuar lendo “O que Alexandre, o Grande, tinha no prato?”

Artigos da Semana 257

Esta semana rolou sex tape de jornalista, pesquisa estatística tosca publicada em jornal e guerra ainda rolando para todo canto. Eu quero saber disso? Não, nem um pouco. Tenho coisas mais importantes a me preocupar e tais coisas foram postadas ao longo da semana.

Continuar lendo “Artigos da Semana 257”

Artigos da Semana 256

Esta foi uma semana de crimes, de perversão, de loucuras. Criminosas cabeludas, gatos traficantes, capivaras escoltando bandidos, castelos mentirosos e… bem, teve divulgação cientifica, mas ninguém é de ferro e precisamos colocar algo que as pessoas não gostem para que as façam refletir.

O que eu não sei. Vão lá ver o que eu postei na semana enquanto tento descobrir.

Continuar lendo “Artigos da Semana 256”

Artigos da Semana 254

Esta é a semana da maluquice. É gente implicando com manguaça e colocando a culpa em entidades mágicas, é mel que deixa pessoal doidão, é vagabundo enriquecendo com bonecas, apelando pro hate de um monte de desocupados, tem anel queimado e teve até a história de quando levaram o cérebro de Albert Einstein para dar um rolê e não devolveram.

Continuar lendo “Artigos da Semana 254”

Quando sequestraram o cérebro de Albert Einstein

O Professor estava em seu trabalho, absorto com números, equações e as complexidades do Universo. Em seu âmago, o Professor travava uma luta contra si mesmo, apesar de estar alheio a essa guerra. Uma guerra que ele iria perder, mesmo tendo ajudado a vencer outra guerra há anos jogada no passado. De repente, em meio a uma lancinante dor, o Professor cai prostrado, e então o mínimo de consciência do que estava ocorrendo passou pelo seu prestigiado cérebro, mas essa informação não durou muito tempo por lá, já que ele caiu na inconsciência.

O professor foi levado correndo ao hospital e lá exalou seu último suspiro; entretanto, sua história não acabaria ali, pois outros cientistas resolveram que era demais perder a oportunidade de aprender mais, embora a ética soasse como algo mais sendo uma barreira do que uma norma. Assim, mãos pecaminosas fizeram um trabalho medonho e o que jamais deveria ter sido feito acabou sendo feito. Continuar lendo “Quando sequestraram o cérebro de Albert Einstein”

Liberaram a rosca preta no Kansas

Era uma bucólica tarde, como qualquer outra ode ser em Bonner Springs, Kansas… o tipo de dia em que o máximo de emoção costuma ser alguém esquecendo o freio de mão no estacionamento do mercado. Nesta cidade com 6768 habitantes ou um ônibus levando gente pro trabalho de manhã, sem aviso, aconteceu o Evento! O céu resolveu flertar com o sobrenatural e um anel negro, perfeitamente formado, pairava no azul límpido como um portal para outra dimensão, ou no mínimo um aviso de que os alienígenas estavam com o GPS finalmente calibrado.

Pessoas saíram de suas casas em silêncio, como zumbis convocados por um eclipse demoníaco. Teorias pipocaram mais rápido que sapos sobre uma placa quente (é uma figura de linguagem. Não façam isso com os batráquios): de OVNIs a buracos negros, passando por um possível renascimento do Senhor dos Anéis em versão live-action celestial.

Um dia de horror e consternação em Bonner Springs que alavancará incertezas, despertará medos e causará a maior comoção, pois esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Liberaram a rosca preta no Kansas”

Enriqueça com bebê reborn: pergunte-me como

Agora, a onda da vez é um monte de influenceiro, ou influenceiro wannabe aproveitando a modernidade para enriquecer. Se você, meu amigo, minha amiga (mais minha amiga, mesmo. Homens preferem outro tipo de enriquecimento) está muito a fima de ganhar dinheiro, meu conselho é você ter duas coisas:

Um bebê reborn

Uma penca de idiotas. Continuar lendo “Enriqueça com bebê reborn: pergunte-me como”

Cidade indiana acha que bebida, cigarro e calcinha vão deixar entidade mágica tristinha

Nada como um bom plano urbanístico temperado com fé e abstinência. A cidade sagrada de Ayodhya fica no nosso velho amigo, o meu estado indiano favorito: Uttar Pradesh. Problema é que.. veja bem, é sagrada e tal. Daí o que a governança fez? Decidiram finalmente resolver seus grandes dilemas existenciais: o pecado está no kebab. A prefeitura, numa crise espiritual tão profunda quanto seletiva, decidiu que vender carne e bebida ao longo da Ram Path – a estrada que leva ao Templo de Ram (não o Mola) – é uma ofensa gravíssima à santidade local. Afinal, nada desrespeita mais a divindade do que um frango grelhado com uma cervejinha gelada a três quarteirões da fé. Continuar lendo “Cidade indiana acha que bebida, cigarro e calcinha vão deixar entidade mágica tristinha”