Alguns anos atrás, alguém da Microsoft percebeu que eles tinham um pequeno probleminha de recursos. Recursos humanos para ser específico. Eles tinham um monte de vagas abertas (milhares, para ser exato ;-)) e um monte de aplicações em desenvolvimento (centenas de milhares). Não era fácil designar o programador certo para a aplicação certa. Então eles decidiram reinventar a Entrevista de Emprego.
Tradicionalmente, as entrevistas de emprego eram usadas para verificar dois pontos: quão competente o candidato era e como sua personalidade poderia ser aproveitada pela empresa. Com a introdução da Entrevista de Emprego 2.0, a Microsoft incluiu além destes dois pontos, um terceiro ponto: como o candidato responderia quando confrontado com enigmas sem sentido e completamente ridículos. Continuar lendo “Entrevista de Emprego 2.0”

Campanha começou em um site que diz que livro tem violência, estupro e incesto. Órgão responsável pela classificação dos meios de comunicação negou os pedidos.
Há alguns meses venho acompanhando a exposição das chaves de criptografia do método AACS, utilizado para proteger o conteúdo do HD-DVD e Blue-Ray.
A segunda maior autoridade doutrinária do Vaticano disse na segunda-feira que o casamento homossexual é um mal, e que o aborto e a eutanásia são formas de “terrorismo”.
Alguns dos enigmas da natureza são como histórias de mistério e suspense. Nesse gênero de literatura, os detetives encontram as pistas, elaboram teorias e tentam determinar, com o maior grau de certeza possível, a solução para um determinado enigma. O mais famoso detetive da literatura é personagem do britânico Arthur Conan Doyle (1859-1930), Sherlock Holmes. Da mesma forma, os cientistas atuam como “detetives da natureza”. Ao tentar desvendar seus mistérios, eles também precisam descobrir as evidências e investigar todos os “suspeitos” para, então, resolver o caso. Mas os cientistas não resolvem os enigmas sozinhos: todos têm um colaborador, como o Dr. Watson, fiel companheiro de Holmes.
Pesquisas e estudos comparados têm demonstrado que a mitologia judaico-cristã é bem anterior ao próprio judaísmo, quando se percebe que dogmas como o da imortalidade da alma, da ressurreição e do Verbo encarnado são muito anteriores ao cristianismo.
Conforme disse várias vezes, o cristianismo tomou por empréstimo tudo quanto se fez necessário à sua formação. Assim, todos os ensinamentos atribuídos a Cristo foram copiados dos povos com os quais os judeus tiveram convivência. A sua moral, a moral que Cristo teria ensinado, aprendeu-a com os filósofos que o antecederam em muitos séculos. De modo que não há inovações em nenhum setor ou aspecto do cristianismo. Antigos povos, milênios antes, adoraram seus deuses semelhantemente.
Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro. Leia todo o texto