
A chuva tá desabando lá fora enquanto passei o domingo trabalhando. E-hey! Amo a vida de professor. Daí algum animal vem falar de escala 6×1. Só se isso for para dar mais tempo para as pessoas lerem o que foi postado no meu blog. Simbora!

A chuva tá desabando lá fora enquanto passei o domingo trabalhando. E-hey! Amo a vida de professor. Daí algum animal vem falar de escala 6×1. Só se isso for para dar mais tempo para as pessoas lerem o que foi postado no meu blog. Simbora!

Se você acha que guardar mechas de cabelo de família em álbuns antigos é apenas coisa de gente sentimental, pense duas vezes. Essas relíquias foliculares são, na verdade, arquivos químicos ambulantes, capazes de contar uma história muito mais sinistra do que qualquer foto sépia: a saga da contaminação por chumbo nos EUA ao longo do último século. E spoiler, não é uma história bonita, embora tenha um final surpreendentemente otimista para quem ainda acredita que regulamentação ambiental serve para alguma coisa. Continuar lendo “A história da poluição gravada em fios de cabelo”

Existe algo profundamente perturbador em descobrir que uma doença que achávamos conhecer tão bem guarda segredos de 5.500 anos. É como abrir o armário de casa e encontrar um esqueleto (literalmente, no caso) que muda tudo o que você pensava saber sobre a família. E foi exatamente isso que aconteceu quando cientistas resolveram dar uma olhada mais atenta nos restos mortais de alguém que viveu na região de Bogotá, na Colômbia, numa época em que a roda ainda era uma ideia revolucionária e a escrita nem existia.
O que eles encontraram foi nada menos que o genoma mais antigo já recuperado da bactéria Treponema pallidum, aquela espiroqueta simpática responsável por doenças como sífilis, bouba e bejel. E aqui começa a ficar interessante: essa cepa ancestral não se encaixa em nenhuma das categorias modernas que conhecemos. Continuar lendo “A treponema que atravessou milênios”

Planeta Terra, cidade Tóquio. Como todas as grandes metrópoles em sua época, Tóquio tinha um grande problema: a Segunda Guerra Mundial. No amanhecer de 1943, o rugido de um avião irrompe o ar frio da manhã, cruza o céu e larga um container que parece uma bomba comum. Só que não é. A uns 300 metros de altitude, o troço se abre e liberta milhares de morcegos. Silenciosos, rápidos, quase invisíveis, eles se espalham pela cidade procurando um cantinho escuro para descansar. Infiltram-se sob telhados, em casas e prédios, sem critério especial. Mas esses não são morcegos comuns.
Cada um carrega uma pequena bomba incendiária amarrada ao corpo. Quando o sol nasce, o temporizador dispara. Milhares de ignições simultâneas incendeiam as construções de madeira do Japão. Em minutos, a cidade inteira está em chamas. Continuar lendo “A insana Bomba de Morcegos”

Existe uma máxima não escrita no mundo da arqueologia: cave fundo o suficiente e você vai encontrar merda. Literalmente. Mas raramente essa merda vira manchete internacional, é avaliada como “tão insubstituível quanto as Joias da Coroa” e acaba exposta num museu com toda a pompa que normalmente reservamos para relíquias sagradas e tesouros perdidos. Esta é a história do Coprólito do Lloyds Bank, possivelmente o cocô mais famoso da história ocidental; e não, não estou falando do sistema financeiro em 2008.
Ah, e quando falei “essa merda”, não é ofensa ou xingamento, é exatamente o que um coprólito é. Continuar lendo “A Saga do Coprólito Viking”

Este é a última parte das memórias do que foi postado ano passado. Espero que todos vocês estejam bem, assim como eu espero estar bem. Devo estar. Não sei. Tomara! Contei muitas histórias em 2025, mas elas acabam aqui. Daqui pra frente, só coisa nova, só coisa inédita. Mas amanhã terá algo maneiríssimo e tenho certeza que estará no rol de melhores artigos do ano que vem. Sobre o que é? Volta aqui a amanhã e descubra.

Estou bem triste com as minhas férias. Descansando muito e muita preguiça. Tanta preguiça que nem vou falar mais nada. Olhe os artigos do ano passado. Lê ai, ô!

Estou meio resfriado hoje. Deve ser por dias de farra. Talvez, quem sabe, ou não, já que esta mensagem foi escrita muito antes. Sim,´pegadinha do Ceticismo, RÁ! Eu sou um pândego (e provavelmente tido como idiota. Sei lá, capaz de estar so falando sozinho aqui. Maaaaaaaaaas, se tiver alguém aí lendo, dá uma olhadinha na parte 3 do que foi postado ano passado.

Olá, pessoALL! Se vocês são das antigas, reconhecerão isso. Se não são, perguntem aos seus pais. Eu sou André e estou de férias, curtindo uma viagem e descansando. Mas, vocês sabem, eu escrevi muito o ano todo. Ok, foi um artigo por dia, o que é mais que todos os blogs que restaram hoje Vamos começar a seleção do que eu mais gostei de escrever. Começando agora:

Estou absolutamente de férias. Nada pra me preocupar, encher o saco. Vou descanar muito mas não esquecerei nenhum de vocês. Vocês terão meus artigos diários ainda, e a partir de janeiro terão os melhores artigos postados em 2025. Enquanto isso, estou deliciosamente descansando no meu ar-condicionado. Divirtam-se aí