Não, não estou falando daquele principe com cara de sapo. Apesar de ser inglês, eu me refiro a outro Charles. Charles Darwin.
Há exatamente 200 anos, em Shrewsbury (Inglaterra), nascia Charles Darwin. Dentro de 50 anos, ele seria reconhecido como um dos maiores naturalistas do mundo. Não preciso dizer como ele viajou com o Beagle, onde através de observações e coleta de espécimes, ele seria responsável por uma grande revolução no conhecimento científico. Mas, sobre isso vocês podem ler na série Evolução vs Criacionismo.
Hoje é uma data a ser comemorada. Uma data onde a Ciência rompeu mais um paradigma, destruiu mais um mito, ultrapassou os pequeníssimos limites do senso comum e elevou o conhecimento humano. Depois da publicação da Origem das Espécies, em 150 anos se tornou uma verdadeira fortaleza, onde cada descoberta funciona como mais um enorme bloco de pedra que fundamenta essa fortaleza, contra os ataques feitos com aviõezinhos de papel. Cada aviãozinho feito com uma página da Bíblia.
Parabéns, Sir Charles Robert Darwin! Ceticismo.net o saúda. Se Newton garantiu seu nome nas estrelas, junto com Galileu e Kepler, seu nome é reverenciado em cada célula de cada ser vivo que viveu, mudou, manteve-se apto e sobreviveu neste mundo horroroso e selvagem, assim como Mendel garantiu seu nome em cada gene, tendo sido tudo anotado e nomeado por Carl Linné. A vida é uma vencedora contra todos os obstáculos. Mas, só você, meu caro Charles, soube orquestrar a sinfonia dessa vitória.

Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
A raiva é uma doença que, para todos os efeitos estatísticos, ainda não tem cura. O agente causador da raiva (um vírus) pode infectar qualquer animal de sangue quente, porém só irá desencadear a doença em mamíferos, como por exemplo cachorros, gatos, ruminantes e primatas (sim, isso inclui você também!). Entretanto, uma técnica desenvolvida nos Estados Unidos, que salvou um paciente em 2004, conseguiu ser aplicada com sucesso pela primeira vez no Brasil. Ela resultou na sobrevivência do garoto Marciano Menezes da Silva, de 16 anos, que havia sido contaminado após ser mordido por um morcego. A informação foi divulgada originalmente pelo jornal “O Globo”.
Antes que os astronautas ponham os pés em Marte uma infinidade de desafios técnicos precisa ser superada. Proteger os viajantes espaciais do bombardeio de partículas energéticas não é certamente o último entre eles. Fora da atmosfera e do campo magnético que protegem a Terra partículas supersônicas geradas no interior de estrelas investem furiosamente zunindo pelo espaço e bombardeando violentamente tudo o que encontram pelo caminho ? inclusive astronautas. Nos seres vivos, podem causar destruição de material genético.
Antes que os astronautas ponham os pés em Marte uma infinidade de desafios técnicos precisa ser superada. Proteger os viajantes espaciais do bombardeio de partículas energéticas não é certamente o último entre eles. Fora da atmosfera e do campo magnético que protegem a Terra partículas supersônicas geradas no interior de estrelas investem furiosamente zunindo pelo espaço e bombardeando violentamente tudo o que encontram pelo caminho ? inclusive astronautas. Nos seres vivos, podem causar destruição de material genético.
A ideia (agora, com essa chatice de acordo ortográfico, é sem acento) é produzir circuitos e telas para uso em roupas “inteligentes”, por exemplo. Uma nova técnica permite produzir chips mais maleáveis, inovando no que costumam chamar de “eletrônica flexível” – o tipo que pode ser usado em em telas dobráveis (como as da foto ao lado) capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coréia do Sul (um lugar que não é insano em cortar verbas de pesquisa no ramo tecnológico como aqui) relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.
Eu vi esta notícia, trazida pelo
Segundo o pesquisador Simon James, cerca de 20 soldados romanos, encontrados em um sítio na antiga cidade de Dura-Europos, localizada no atual território da Síria, foram mortos não devido a ferimentos de espada ou lança, mas sim por asfixia.