Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de “capa de invisibilidade”, que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha. O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum.
Segundo os cientistas, o “manto de invisibilidade” cancela a distorção produzida pelo volume do objeto que é escondido debaixo dela ao “curvar” a luz em volta deste volume, como água em volta de uma pedra, e, com isso, criar a ilusão de uma superfície lisa. Os cientistas afirmam que conseguiram um avanço importante em relação a estudos anteriores pelo fato de não terem usado metais no manto. Continuar lendo “Cientistas anunciam avanço em criação de ‘manto de invisilibade’”

Uma antiga proteína que remonta 80 milhões de anos, mais especificamente no período Cretáceo, foi preservada nos fragmentos ósseos e tecidos moles de um hadrossauro, de acordo com um estudo publicado na revista Science. Quando se fala em fragmentos ósseos e tecidos moles, significa que pedaços de pele e músculos foram também fossilizados junto com os ossos. Não significa, entretanto, que tais peças de tecido estavam moles, em termos de dureza, mas ambos rigidamente fossilizados.
Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Um grupo de cientistas do Scripps Research Institute criou o equivalente microscópico das Ilhas Galápagos, um ecossistema artificial dentro de um tubo de ensaio onde moléculas evoluem para explorar diferentes nichos ecológicos, semelhante aos famosos tentilhões de Darwin, descritos em “A Origem das Espécies”, 150 anos atrás.
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.
Gentile Signora, Gentile Signore. Tem blogueiro que acaba se especializando em um determinado país ou sociedade. O
O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
Focas e leões-marinhos têm de fato um ancestral terrestre, conforme sugeriu Charles Darwin há 150 anos. A confirmação veio com a descoberta no Canadá de grande parte do esqueleto de um animal que viveu há cerca de 24 milhões de anos. A espécie, batizada de Puijila darwini, representa provavelmente uma transição dos mamíferos terrestres para o mar.
Por algum motivo que escapa à minha compreensão, as pessoas têm subitamente ataques psicóticos. Alguns alegam que ouvem vozes (I see dead people) outros enchem a cara de cachaça e se acham mais valentes que os demais. Cocaína e crack também fazem que o cara perca o pseudo-controle e parta pra alguma insanidade. Só que não foi nada disso que aconteceu no Ceará.
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.