Genes podem determinar homossexualidade

nematoide.jpgBiólogos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram manipular geneticamente um grupo de nematóides (espécie de parasitas) para que eles fossem atraídos por animais do mesmo sexo.

A experiência traz novas evidências de que a orientação sexual de um indivíduo pode ser profundamente influenciada por fatores genéticos.

Apesar de os nematóides serem organismos simples, e de ser difícil aplicar em humanos os mesmos parâmetros, os cientistas acreditam que a descoberta da existência de um “caminho” biológico para as preferências sexuais oferece pistas sobre a sexualidade humana. Continuar lendo “Genes podem determinar homossexualidade”

Teletransporte: Um sonho impossível?

startrekteleporter.jpgPesquisas independentes na Áustria, Austrália e Dinamarca têm dado os primeiros passos no desenvolvimento de equipamentos de teletransporte. Os resultados ainda são rudimentares, e estão muito distantes do teletransporte clássico pelo qual as pessoas vão de um lugar a outro num piscar de olhos. Mas os pesquisadores envolvidos comemoram as conquistas.

Por enquanto, as pesquisas conseguiram trabalhar com o teletransporte quântico, como a transferência instantânea de fótons e átomos de um lugar para outro.

“O teletransporte foi idealizado para ser algo impossível de se conseguir. Entretanto, agora, sabe-se que é algo possível.” A certeza é de Charles H. Bennett, da IBM Research, parte da equipe que foi pioneira no teletransporte quântico.

O conceito de teletransporte foi citado pela primeira vez pelo escritor Charles Fort, no livro Lo!, de 1941. Desde então virou tema recorrente em obras de ficção-científica como o filme A Mosca de 1986 e na série Jornada nas Estrelas. Continuar lendo “Teletransporte: Um sonho impossível?”

Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?

tibetano.jpgOs moradores do Platô Tibetano sobrevivem e prosperam no topo do mundo, em uma região com altitude média de 4.500m acima do nível do mar. Lá em cima, o ar não é essa sopa rica em oxigênio à qual estamos acostumados em altitudes mais baixas. Na verdade, como muitos alpinistas descobriram para seu desapontamento, é difícil obter esse elemento vital para a vida em quantidades suficientes nos pulmões e no sangue à medida que escalam as montanhas, o que muitas vezes resulta em sintomas debilitantes como náusea e tontura, que podem chegar a ser fatais. De acordo com uma nova pesquisa, os tibetanos evitam essa náusea da altitude porque têm artérias e capilares mais largos para levar o oxigênio aos órgãos e músculos. Continuar lendo “Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?”

Novos Frankensteins?

Por Jerry Carvalho Borges

Há quase trinta anos, em 5 de julho de 1978, grande parte da humanidade foi tomada de surpresa pelo nascimento da pequena britânica Louise Brown. O motivo da comoção foi que a criança não havia sido concebida pelos meios tradicionais e, sim, gerada por fertilização in vitro.

O nascimento desse primeiro bebê de proveta – como foi chamado pela imprensa – suscitou um imenso debate sobre ética na ciência. Para alguns, essa técnica desenvolvida pelos médicos Patrick Steptoe e Robert Edwards, do hospital Kershaw Cottage de Lancashire e da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, podia ser considerada o “milagre do século”. Para outros, porém, era um sacrilégio que atentava contra os limites impostos ao ser humano. Continuar lendo “Novos Frankensteins?”

Brócolis protege a pele dos raios ultravioleta

Teste feito nos Estados Unidos mostrou potencial para reduzir vermelhidão. Substância da planta protege células contra reações químicas nocivas. Parece uma daquelas dicas de saúde bizarras do tempo da vovó, mas esta tem o apoio irrestrito da ciência: o extrato de brócolis é um santo remédio contra queimaduras produzidas pelos raios ultravioleta do Sol. Um estudo coordenado por Paul Talalay, da prestigiosa Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, comprovou essa capacidade ao aplicar o emplastro em cobaias e pessoas com vermelhidão na pele. Continuar lendo “Brócolis protege a pele dos raios ultravioleta”

Os quatro piores hábitos alimentares. Como acabar com eles?

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  1. Mau hábito alimentar: Você adora um “salgadinho” o tempo todo
  2. Conseqüências: Você pode acabar comendo em excesso. Não há problemas de um ou dois snacks saldáveis entre as refeições. Eles podem manter os níveis de glicose estáveis e saudáveis e também permitir que você coma mais frutas e vegetais. “Quando você come bobagens no lugar de uma refeição é quando está mais propenso a perder a medida”, de acordo com a nutricionista Tara Gidus. É claro que o que você come também é importante. Snacks típicos (salgadinhos industrializados, biscoitos, etc.) não são muito nutritivos ou satisfatórios, portanto é fácil se exceder.

    Solução: Para manter sua energia no alto e a fome no mínimo, coma Continuar lendo “Os quatro piores hábitos alimentares. Como acabar com eles?”

Cientistas britânicos identificam hormônio relacionado a fome

criancasobesas.jpgUma equipe de cientistas britânicos identificou os circuitos cerebrais que “decidem” quanto uma pessoa quer comer e o quanto ela gosta do que está ingerindo, o que poderia ajudar a descobrir um tratamento para combater a obesidade.

Um artigo publicado hoje na revista científica britânica Nature indica que apenas um hormônio, o PYY, é responsável por controlar a atividade cerebral que regula como uma pessoa se comporta à mesa. Continuar lendo “Cientistas britânicos identificam hormônio relacionado a fome”

Encontro com a alma no espaço virtual

Há quem suponha impraticável trabalhar as imagens oníricas pela internet. Polêmico, sem dúvida, esse modo de entrar em contato com os sonhos foi desenvolvido pelo analista junguiano de Boston, Robert Bosnak, e sua assistente Jill Fischer, em 1997. Mas além de possível, a prática é uma interessante conexão entre dois universos aparentemente incompatíveis: o mundo virtual e nossas imagens inconscientes. No universo on line pode ser associado à linguagem dos sonhos. Continuar lendo “Encontro com a alma no espaço virtual”

A polêmica sobre o urânio empobrecido

Por Marcus Fernandes de Oliveira
Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro

O urânio empobrecido é um subproduto do processo do enriquecimento da forma natural desse elemento químico. Pelo fato de esse metal ser extremamente denso, resistente e inflamável, ele vem sendo amplamente empregado na área civil e militar. Seu uso crescente vem aumentando a dispersão de partículas de urânio empobrecido na natureza, expondo principalmente as populações civis a potenciais riscos cujo real impacto para a saúde humana e o meio ambiente ainda é obscuro e polêmico.

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Ameba “devoradora” de cérebros já matou 6 nos EUA

amebacerebro.jpgParece ficção científica, mas é verdade: uma ameba assassina que vive em lagos, invade o corpo humano pelo nariz e ataca o cérebro, onde o devora até matar a pessoa infectada.

Embora os encontros com o microrganismo sejam muito raros, ele já matou seis meninos e rapazes nos Estados Unidos neste ano. O pico no número de casos tem preocupado agentes de saúde americanos, que estão prevendo mais casos no futuro. “É definitivamente um problema que temos de acompanhar”, diz Michael Beach, especialista dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs) dos EUA. Continuar lendo “Ameba “devoradora” de cérebros já matou 6 nos EUA”