Descoberto ancestrais das tartarugas

Foram encontrados no sudoeste da China fósseis da tartaruga mais antiga de que se tem notícia, com 220 milhões de anos. O esqueleto achado na província de Guiyang chama a atenção por não possuir o resistente casco que protege e envolve quase todo o corpo das tartarugas modernas. Os paleontólogos que analisaram o fóssil acreditam que ele esclarecerá muitas dúvidas sobre a evolução dos quelônios e sobre o surgimento de seu casco.

Apesar de não ter o casco, a tartaruga do Triássico superior chinês já apresentava a proteção ventral, conhecida como plastrão – um escudo ósseo exclusivo das tartarugas – completamente formado. Por isso, a espécie foi denominada Odontochelys semistestacea – literalmente, “tartaruga dentada com meia carapaça”. O quelônio foi descrito na Nature desta semana por cientistas chineses, americanos e canadenses. Continuar lendo “Descoberto ancestrais das tartarugas”

Primeira expedição brasileira ao interior da Antártida

Pesquisadores do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro) partem nesta quinta-feira (20/11) para a primeira expedição científica nacional ao interior da Antártica. A missão terá seu acampamento base a 2.000 km ao sul da Estação Antártica Comandante Ferraz, já sobre o espesso manto de gelo que cobre o continente.

Do acampamento base, parte do grupo avançará 400 km em uma das regiões mais isoladas da Antártica, o Monte Johns (79°37’S, 91°14W), onde serão realizadas perfurações do gelo para investigar as variações do clima e da química da atmosfera ao longo dos últimos 500 anos. Continuar lendo “Primeira expedição brasileira ao interior da Antártida”

Notebooks se tornam sensores de terremetos

Talvez não conste das especificações do seu notebook, mas ele certamente contém em seu interior um pequeno acelerômetro – um chip destinado a detectar movimentos bruscos e quedas, a fim de proteger as delicadas partes móveis do seu HD.

Acontece que esse acelerômetro é também um excelente sensor para detectar terremotos. Com os sensores de terremotos profissionais custando entre US$10.000 e US$100.000,00, uma pesquisadora teve uma idéia inovadora – usar milhares, ou até milhões, de notebooks ao redor do mundo como sensores para detectar e medir a intensidade dos inúmeros terremotos e pequenos tremores que acontecem o tempo todo. Continuar lendo “Notebooks se tornam sensores de terremetos”

Cientistas revelam origem de polvos de grandes profundidades oceânicas

A origem de muitos dos polvos que existem nas grandes profundidades do oceano se situa em uma espécie que viveu na Antártica há 30 milhões de anos, no domingo (9), disseram cientistas que trabalham no primeiro Censo da Vida Marinha (Census of Marine Life, CoML).

Há menos de dois anos para a finalização do primeiro CoML da história, os cientistas que participam do projeto divulgaram algumas das principais descobertas feitas até o momento. O CoML é um projeto no qual trabalham dois mil cientistas de 82 países de todo o mundo e que, em outubro de 2010, publicará a primeira lista de espécies marinhas conhecidas, tanto das existentes atualmente quanto das já extintas. Continuar lendo “Cientistas revelam origem de polvos de grandes profundidades oceânicas”

A noite evanescente

Por: Verlyn Klinkenborg

Se os seres humanos se sentissem de fato à vontade sob a luz da Lua e das estrelas, atravessaríamos contentes a escuridão, com o mundo da meia-noite tão visível para nós quanto ele é para um vasto número de espécies noturnas. Mas somos criaturas diurnas, com olhos adaptados para viver sob a luz do Sol. Esse é um fato evolucionário básico, mesmo que as pessoas, em sua maioria, não se vejam assim, do mesmo jeito que também não costumamos nos pensar como primatas, mamíferos ou terráqueos. No entanto, é o único jeito de explicar o que fizemos com a noite: nós a manipulamos. Enchemos a escuridão de luz para que se tornasse mais acolhedora. Essa atitude não é diferente do represamento de um rio. Seus benefícios trazem conseqüências – a chamada poluição luminosa – cujos efeitos os cientistas só agora começam a estudar. Continuar lendo “A noite evanescente”

Jordanianos dizem que encontraram mina do Rei Salomão

PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ

O alarme do Ceticismo.net está soando, isso significa que vem besteira por aí. POSTOS DE COMBATE!!! POSTOS DE COMBATE!!!

Um arqueólogo encontrou os restos de uma antiga mina de cobre na Jordânia e alega que esta pertenceu ao lendário Rei Salomão, famoso por apartar briga de lavadeiras.

Escavações na Jordânia sugerem que a extração de cobre em escala industrial no antigo reino de Edom – região que, segundo a Bíblia, teria sido vassala dos reis de Israel – coincide, em seu auge, com a época do filho de Davi. Em outras palavras: as célebres “minas do rei Salomão” podem ter existido do outro lado do rio Jordão.

Gostou? Legal, eu espero você parar de rir. A pesquisa, coordenada pelo arqueólogo Thomas E. Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego, está na edição desta semana da prestigiosa revista científica americana PNAS, e tenta refutar aqueles que que vaicinam que Salomão é tão real quanto a Fada do Dente, como o arqueólogo israelense Israel Finkelstein, da Universidade de Tel-Aviv. Continuar lendo “Jordanianos dizem que encontraram mina do Rei Salomão”

Lembranças da infância terrestre

A Terra foi formada há estimados 4,54 bilhões de anos, assim como os demais planetas do Sistema Solar. Lamento, pessoal, mas eu tinha que reafirmar isso. Podem chorar à vontade.

Muitos alegam que não há registros disponíveis desse início, mas a Ciência sempre surpreende (principalmente aos idiotas que a subestimam). Um grupo de pesquisadores norte-americanos acaba de descobrir a mais antiga amostra de que se tem notícia: Trata-se de um veio rosado de rochas na costa leste da baía de Hudson, ao norte de Quebec, no Canadá, que análises geoquímicas confirmaram ter 4,28 bilhões de anos. A idade supera em pelo menos 250 milhões de anos as rochas mais antigas até então conhecidas. Read more »

Lembranças da infância terrestre

A Terra foi formada há estimados 4,54 bilhões de anos, assim como os demais planetas do Sistema Solar. Lamento, pessoal, mas eu tinha que reafirmar isso. Podem chorar à vontade.

Muitos alegam que não há registros disponíveis desse início, mas a Ciência sempre surpreende (principalmente aos idiotas que a subestimam). Um grupo de pesquisadores norte-americanos acaba de descobrir a mais antiga amostra de que se tem notícia: Trata-se de um veio rosado de rochas na costa leste da baía de Hudson, ao norte de Quebec, no Canadá, que análises geoquímicas confirmaram ter 4,28 bilhões de anos. A idade supera em pelo menos 250 milhões de anos as rochas mais antigas até então conhecidas. Continuar lendo “Lembranças da infância terrestre”

Qual é a forma exata da Terra?

Algumas pinturas medievais difundiram lendas sobre uma Terra plana por séculos. Mas, embora os sábios de todos os tempos nunca tenham perdido a noção da esfericidade da Terra, que vem desde os gregos, o fato é que até hoje não temos uma medição precisa do formato do nosso planeta. O formato referencial da Terra é conhecido como geóide. Agora, pela primeira vez na história, dispomos de todas as técnicas e instrumentos necessários para medir o geóide com precisão. Continuar lendo “Qual é a forma exata da Terra?”

Explosão de biodiversidade explicada

Puxa! Eu estava triste por não tido tempo para oferecer mais alguns “presentinhos” para os criaBURRIcionistas. Mas, não se preocupem, pessoal, aqui vai mais um torpedinho no seu barquinho de papel chamado CriaBURRIcionismo (o pessoal adora os nomes que eu dou para as insanidades crenças deles).

Foram encontrados microfósseis de conodontes revelam variações da temperatura do mar há quase 500 milhões de anos! 500 mil? Sim, mais uma camadinha de cimento no túmulo dos frágeis 6 mil anos de criação. hehehe Continuar lendo “Explosão de biodiversidade explicada”