Astro conhecido como Antíope é composto por dois objetos diferentes. Estudo de asteróides é importante para proteger a Terra de colisões.
Um dos objetos mais estranhos do Sistema Solar teve sua estrutura esmiuçada por um grupo internacional de astrônomos. Trata-de do Antíope, um asteróide duplo — ou seja, composto por dois pedregulhos separados girando em torno de um centro de gravidade comum.
O astro, chamado Antíope, foi descoberto em 1866, pelo astrônomo alemão Robert Luther, mas só no ano 2000 a resolução dos telescópios permitiu constatar que o objeto era na verdade dois. Continuar lendo “Grupo desvenda mistérios de asteróide duplo”

Máquina experimental deve iniciar vôos de teste ainda neste ano, na Espanha. Aeroplano seria movido por célula de combustível, que não usa derivados do petróleo.
Revestimento que elimina impressões digitais estará disponível em alguns anos. Novidade também previne que o pára-brisa embace nos dias de chuva.
Geólogos descobriram na Groenlândia rochas que se formaram à medida que o fundo do oceano se expandia há 3,8 bilhões de anos, quando a Terra ainda era um planeta adolescente. O material constitui a mais antiga amostra conhecida da crosta terrestre e prova que a tectônica de placas – mecanismo que regula o movimento e a evolução dos grandes blocos rochosos que compõem a crosta terrestre – já estava em ação muito antes do que imaginavam os cientistas.
A cadeira robótica FX-1 foi desenvolvida pelo Hubo Lab do KAIST (Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia do Sul), os mesmos criadores do
É a primeira vez que são obtidas mais de cem medições sucessivas de um fóton isolado. Experimento pode ter implicações na construção de nova geração de computadores.
Imagine poder abrir mão do mouse e acessar links utilizando os olhos e apenas um botão. É isso que pretende a tecnologia desenvolvida por Manu Kumar, estudante de doutorado da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em conjunto com o professor Terry Winograd. Chamado de EyePoint, o software usa uma tela especializada de computador equipada com uma câmera de alta definição e luzes infravermelhas, baseado no sistema de rastreamento do movimento dos olhos utilizado por pessoas com dificuldade de movimento.
Os filmes de ficção científica são muito mais charmosos do que a realidade quando o assunto são as naves espaciais. Na realidade virtual, motores que emitem apenas luz aceleram as naves a velocidades de dobra espacial e levam nosso heróis para mundos distantes, senão num piscar de olhos, pelo menos no tempo de um intervalo comercial.
Em geral, cientistas não ficam chocados ao lerem artigos de seus colegas, pois estão mais ou menos a par do que vem acontecendo na área. Esse não foi o caso de um resultado de física experimental no qual um pulso de luz foi injetado em um aglomerado de matéria e resgatado em outro local, intacto. O trabalho pode ter implicações importantes para o desenvolvimento de computadores quânticos e armazenamento de informação através da luz.
Por Ron Cowen