A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa

A Grande Mancha Vermelha (GMV) de Júpiter é uma das características mais icônicas do nosso Sistema Solar. Observada pela primeira vez por  Giovanni Domenico Cassini (1625 – 1712), essa tempestade persistente é uma região de alta pressão com ventos que podem atingir até 432 km/h. Sua cor vermelha é resultado de complexas reações químicas na atmosfera jupiteriana.

Agora, pesquisadores estão bem prestando a atenção na GMV e procurando responder outra coisa: há quanto tempo aquela tempestade está “tempestando”? Continuar lendo “A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa”

Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia

Em 10 de maio de 2024, uma poderosa tempestade geomagnética desencadeou uma espetacular exibição da aurora boreal, visível até o México. No entanto, este fenômeno celestial deslumbrante trouxe consigo uma série de complicações terrestres, especialmente para os agricultores cujos tratores guiados por GPS ficaram desorientados no auge da época de plantio. Isso não é legal, e apesar de serem lidas vistas daqui da terra, elas, como tudo na Natureza, estão pouco se lixando para nossas dependências de tecnologias. Continuar lendo “Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia”

O telescópio que gosta mesmo é do escurinho

Imaginem que vocês querem examinar outros mundos, procurar novas vias, novas civilizações. Tá meio ir audaciosamente aonde ninguém esteve, então, o negócio é apelar para telescópios. A NASA está se preparando para uma nova era de exploração espacial, com um foco particular na busca por planetas habitáveis fora do nosso sistema solar; e, para isso, está desenvolvendo uma tecnologia inovadora que permitirá aos cientistas obterem imagens diretas de planetas distantes, uma tarefa que até agora tem sido extremamente desafiadora difícil para um senhor bagarai. Continuar lendo “O telescópio que gosta mesmo é do escurinho”

Cadê a água que estava aqui, Vênus?

Vênus, o planeta de TPM, é frequentemente referido como sendo o gêmeo da Terra. Ele tem sido há muito tempo um objeto de fascínio e mistério. Encoberto por uma atmosfera espessa de mistério, dúvidas e gás carbônico, ácidos em suspensão, metano, morte, calor insuportável e altamente venenoso. É praticamente uma Austrália Espacial. Este lugar maravilhoso tem sido o foco de numerosos esforços de pesquisa destinados a entender sua história e geologia. Apesar de suas condições inóspitas, Vênus é um espelho para o nosso próprio planeta, oferecendo valiosos insights sobre a formação planetária, mudanças climáticas e o potencial para a vida em outros lugares do universo.

Agora, cientistas deram um passo significativo na compreensão da história enigmática de Vênus fornecendo uma explicação convincente para o atual estado árido de Vênus. Continuar lendo “Cadê a água que estava aqui, Vênus?”

Enceladus e o Sopão da Vida

Na vastidão misteriosa do nosso Sistema Solar, um pequeno globo suspenso nas marés gravitacionais de Saturno pode muito bem ser a garrafa com a mensagem cósmica que traz um segredo surpreendente. Enceladus tem cerca de 504 km de diâmetro, e isso pode parecer insignificante à primeira vista. Talvez seja, mas ainda assim esta relíquia congelada do início do Sistema Solar esconde uma joia rara: um vasto oceano líquido subterrâneo que poderia ser um berço para formas primordiais de vida alienígena. Continuar lendo “Enceladus e o Sopão da Vida”

Florida man fica bolado quando jogam lixo dentro da casa dele vindo de muito longe

Meu pai dizia que quando a gente está de azar, o urubu debaixo defeca no de cima. Mas quando você está de azar e não tem nenhum urubu passando? Acaba caindo um pedaço de lixo espacial na sua casa, vindo a zaralho. Assim como tem coisas que só acontece com o Botafogo, este tipo de situação só poderia acontecer com alguém de onde? Exatamente, na Flórida. Continuar lendo “Florida man fica bolado quando jogam lixo dentro da casa dele vindo de muito longe”

Asteroides no sistema solar podem conter elementos superpesados

Durante séculos, a busca por novos elementos foi uma força motriz em muitas disciplinas científicas. Entender a estrutura de um átomo e o desenvolvimento da ciência nuclear permitiram que os cientistas realizassem o antigo objetivo dos alquimistas – transformar um elemento em outro.

Nas últimas décadas, cientistas dos Estados Unidos, Alemanha e Rússia descobriram como usar ferramentas especiais para combinar dois núcleos atômicos e criar novos elementos superpesados. Esses elementos pesados geralmente não são estáveis. Elementos mais pesados têm mais prótons, ou partículas carregadas positivamente no núcleo; alguns que os cientistas criaram têm até 118.

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A múltiplas tentativas para conquistar a Lua

O Espaço e duro, é cruel. Ele não se deixa ser dominado facilmente. Ele não quer ser conquistado, então, terá que ser na base da perseverança. Obviamente, você conhece a missão Apollo 11, a missão que levou o Homem à Lua. Sabe que a URSS mandou sondas para lá, o Japão, a União Europeia etc. Mas você faz ideia de quantas missões foram e quando começaram? Bem, começou em 1958, mas faz ideia de quantas deram ruim?

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Uma gota de água no oceano do Espaço

Eu gosto muito quando astronautas fazem experimentos simples no Espaço. Ajuda a divulgar ciência e desperta interesse das pessoas, além de dar respostas a questões complexas. Como e por que a Terra seria redonda? O que acontece se fizermos uma reação química em condições de imponderabilidade? Bem, há 7 anos estas perguntas foram respondidas.

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A Absoluta Via Láctea

Conta-se que Zeus teve um filho com a mortal Alcmena. Dessa união, nasceu Héracles (ou Hércules, como preferir). Zeus, que gostava de viver no perigo, leva Hércules para mamar nos seios de Hera, a fiel de Zeus, quando esta estava dormindo. Só que Hera achou estranho, acordou, viu o moleque lá e o empurrou, com o leite jorrando de seu seio e criando a espinha dorsal da noite, decorando o firmamento com um caminho de estrelas. É esta a Via Láctea, ou caminho de leite.

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