Espanhóis desenvolvem avião ‘movido a pilha’

aeroplanocelula.jpgMáquina experimental deve iniciar vôos de teste ainda neste ano, na Espanha. Aeroplano seria movido por célula de combustível, que não usa derivados do petróleo.

Oito universidades e empresas espanholas desenvolveram com a Boeing um avião elétrico, alimentado apenas por células de combustível — aparelhos que funcionam de modo similar a uma pilha — e baterias. A expectativa é que os primeiros vôos experimentais ocorram ainda neste ano, na Espanha. Continuar lendo “Espanhóis desenvolvem avião ‘movido a pilha’” →

Parasita faz rato perder medo de gato

camundongo.jpgResponsável é o causador da toxoplasmose, que se aloja no cérebro dos roedores. Estratégia parece ter surgido para facilitar transmissão do Toxoplasma a felinos.

Agora não restam mais dúvidas: o parasita de uma só célula Toxoplasma gondii é capaz de manipular com sutileza a mente de criaturas bem mais complexas que ele. Para ser mais preciso, o microrganismo consegue fazer com que ratos e camundongos percam um dos medos mais profundos dos roedores, o temor de gatos. Continuar lendo “Parasita faz rato perder medo de gato” →

Estudo decifra ‘idioma’ da cauda dos cães

idiomacao.jpgItalianos mostram que cachorro abana o rabo de acordo com estímulo recebido. Cão feliz faz movimento mais forte para a direita; quando com medo, para a esquerda.

Um grupo de pesquisadores italianos usou o rigor da ciência para comprovar o que os donos de cachorro já sabem desde tempos imemoriais: a maneira como os bichos abanam o rabo diz um bocado sobre o que eles estão sentindo. Segundo a equipe, o movimento da cauda muda significativamente dependendo do estímulo ao qual o cão é submetido. Continuar lendo “Estudo decifra ‘idioma’ da cauda dos cães” →

Gente feia favorece sobrevivência da espécie

Se temos uma tendência a preferir parceiros bonitos em relação a feios, por que a seleção natural não agiu até agora para eliminar gente feia do mundo? Esse grande paradoxo da evolução acaba de ser respondido por dois cientistas do Reino Unido. De acordo com seu estudo, isso acontece porque um gene que causa mutações no nosso genoma “pega carona” naqueles ligados às características que apreciamos, como a beleza. Por isso, em vez de a seleção sexual diminuir as diferenças entre nós, como ditaria a lógica, ela, na verdade, nos torna cada vez mais diferentes. Continuar lendo “Gente feia favorece sobrevivência da espécie” →

No rastro de um antigo matador

Por Raymond R. Rogers e David W. Krause

Um dos corpos encontrava-se deitado sobre o lado esquerdo, com a cabeça e o pescoço próximos à pélvis – uma posição clássica de morte. Braços e pernas pareciam intactos anatomicamente, mas uma inspeção mais detida revelou o deslocamento dos ossos das mãos e dos pés – embora a maioria das partes tenha sido encontrada. O crânio também estava desconjuntado, com as partes que o compõem uma ao lado da outra. Curiosamente, a ponta do rabo havia sumido por completo. Os outros corpos das imediações apresentavam diferentes estados de preservação e desarranjo. Enquanto alguns estavam praticamente inteiros, de outros só encontramos o crânio, uma clavícula ou um único osso das pernas ou dos braços. Essas infelizes criaturas teriam morrido aqui ou foram trazidas a esse local após sua morte? Morreram todas no mesmo instante ou em momentos diferentes? E o que as matou? Continuar lendo “No rastro de um antigo matador” →

Emoção tira a lógica dos dilemas morais

Alguém que você conhece vai cometer um ato de violência que matará muitos inocentes. A única maneira de impedir isso é matando essa pessoa. Ela está na sua frente e você tem a arma na mão. Você atira? A maioria das pessoas relutaria, porque a idéia de fazer mal a alguém diretamente é repulsiva. Cientistas descobriram, em um estudo divulgado nesta semana, que esse sentimento é extremamente importante na hora de resolver dilemas morais. Por causa dele, os seres humanos são neurologicamente incapazes de tomar decisões que beneficiem muitos, se elas forem sacrificar alguns. Continuar lendo “Emoção tira a lógica dos dilemas morais” →

Nova tecnologia permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos

Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável. É que um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes. Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais. Continuar lendo “Nova tecnologia permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos” →

Consumo de carne de macaco ameaça espécie na Amazônia

Até 5,4 milhões de macacos são caçados e consumidos anualmente na Amazônia brasileira, colocando em risco as populações naturais de primatas, alertaram nesta segunda-feira (12/03) as organizações ambientais Care for the Wild, com sede na Grã-Bretanha, e Pro Wildlife, baseada na Alemanha. Continuar lendo “Consumo de carne de macaco ameaça espécie na Amazônia” →

Movimento dos olhos substituirá mouse

Imagine poder abrir mão do mouse e acessar links utilizando os olhos e apenas um botão. É isso que pretende a tecnologia desenvolvida por Manu Kumar, estudante de doutorado da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em conjunto com o professor Terry Winograd. Chamado de EyePoint, o software usa uma tela especializada de computador equipada com uma câmera de alta definição e luzes infravermelhas, baseado no sistema de rastreamento do movimento dos olhos utilizado por pessoas com dificuldade de movimento. Continuar lendo “Movimento dos olhos substituirá mouse” →

Robô tropeça até aprender a andar sozinho

dexterpq.jpgDexter se adapta a diferentes ambientes e tarefas, como fazem os humanos. Após tentativas frustradas, robô modifica seus movimentos para conseguir andar.

Pesquisadores do laboratório Anybots, na Califórnia (EUA), empregaram a filosofia do “aprenda com seus erros” para fazer com que o robô Dexter levante-se, ande e, futuramente, corra. Ao contrário de outros autômatos, o Dexter não é programado para as missões que deve cumprir: ele analisa cada situação, para que consiga se adaptar a diferentes ambientes e às mais diversas tarefas, como fazem os humanos. Em desenvolvimento desde 2001, o robô mede 1,78 metro e pesa cerca de 61 kg. Continuar lendo “Robô tropeça até aprender a andar sozinho” →