Médica conclui que bebê nascido há um ano não é anencéfalo

Segundo a pediatra Márcia Barcellos, tronco cerebral de Marcela realiza funções e ela interage com ambiente

Patrocínio Paulista – Foi preciso quase um ano para esclarecer um diagnóstico bastante polêmico: Marcela de Jesus Ferreira não é um exemplo de bebê anencéfalo – fetos que não desenvolvem o cérebro e, por isso, têm uma condição incompatível com a vida fora do útero, sobrevivendo por algumas horas ou, no máximo, alguns meses. A afirmação foi feita ontem ao Estado por sua própria médica, a pediatra Márcia Beani Barcellos, que afirma que a menina “não tem anencefalia clássica”, mas “ outro tipo de anencefalia”. Continuar lendo “Médica conclui que bebê nascido há um ano não é anencéfalo”

Erro do cérebro faz acreditarmos em coisas que nunca ocorreram

esquecido.gifÁrea em que memória é processada pode nos fazer acreditar em recordações falsas. Achado ajuda medicina, causa impacto nos tribunais e dá desculpa para marido esquecido.

Você tem certeza de que pode confiar na sua memória? Um estudo revela que, dependendo da área do cérebro que processa suas lembranças, você pode acreditar plenamente em um acontecimento que nunca existiu. Além de dar uma boa desculpa para namorados e maridos esquecidos (“Não, amor, eu não prometi que não iria no futebol, você deve ter processado essa memória no lado errado do cérebro”), a pesquisa pode ter um impacto importante no tratamento de doenças que afetam a memória, como o mal de Alzheimer, e influenciar até mesmo julgamentos em tribunais. Continuar lendo “Erro do cérebro faz acreditarmos em coisas que nunca ocorreram”

As 10 piores coisas que podem fazer bem para você

Copos de cerveja evitam doenças cardíacas e chocolate previne câncer? Saber que as coisas que normalmente eram rotuladas como “porcarias” para você comer, beber ou inalar são, na realidade saudáveis, soa como música para nossos ouvidos. Portanto siga em frente e aproveite estes remédios que fazem mal para você, mas com moderação até que saia o próximo estudo que inevitavelmente irá negar as pesquisas anteriores.

10. Cerveja

Essa ovelha negra tem sido há muito esquecida por causa de seus irmãos alcoólicos mais saudáveis. Novas pesquisas sugerem que ingestão moderada de cerveja melhora a função cardiovascular. Agora falta os cientistas encontrarem os benefícios de parmesão frito e torresmo. Continuar lendo “As 10 piores coisas que podem fazer bem para você”

Cerveja após exercícios faz bem

oktoberfestwiesncard.jpgUma pesquisa feita por cientistas espanhóis sugere que o consumo de cerveja após a realização de exercícios físicos pode trazer benefícios ao corpo humano. Segundo o jornal britânico Daily Mail, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada, na Espanha, mostra que a bebida ajuda a repor o líquido perdido no suor, durante o exercício.

Os pesquisadores acreditam que os açúcares, sais e gás da cerveja ajudam o organismo a absorver os fluidos mais rapidamente. Na pesquisa liderada pelo professor Manuel Garzon, 25 estudantes correram em uma esteira, sob temperatura de 40º C, até ficar exaustos.

Em seguida, os pesquisadores mediam seus níveis de hidratação, habilidade de concentração e coordenação motora. Metade deles recebia dois copos de cerveja, enquanto o resto recebia água. Depois disso, todos podiam beber quanta água quisessem.

Segundo o Daily Mail, os estudantes que beberam cerveja demonstraram níveis de hidratação “um pouco melhores” do que os que beberam apenas água. Continuar lendo “Cerveja após exercícios faz bem”

Câncer: Otimismo de pacientes não melhora doença

pacientecancer.jpgO estado emocional positivo ou negativo de um paciente com câncer não afeta, nem direta nem indiretamente, sua sobrevivência ou a evolução da doença, segundo um estudo que publica a revista “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer.

O estudo de 1.093 casos de pacientes com câncer na cabeça e no pescoço foi dirigido pelo psicólogo James Coyne, da Universidade da Pensilvânia.

“Chegamos à conclusão de que não há efeito do bem-estar emocional no tratamento do câncer”, disse Coyne. “A sobrevivência ao câncer é, basicamente, um assunto biológico”.

“Os pacientes com câncer não deveriam se culpar se em alguns momentos se sentem pessimistas”, acrescentou. “Ele não pode controlar seu câncer. Para alguns pacientes essa notícia pode trazer algum tipo de aceitação”. Continuar lendo “Câncer: Otimismo de pacientes não melhora doença”

Câncer é tratado com luz ultravioleta

acmonoclonais.jpgPesquisadores da Universidade de New Castle, na Grã-Bretanha, dizem ter desenvolvido um tratamento para câncer ativado por luz ultravioleta.

O tratamento faria os remédios atingirem os tumores de forma mais eficiente, evitando que os tecidos saudáveis também sejam destruídos pelos anticorpos monoclonais, uma arma comum contra o câncer.

“É muito difícil fazer com que os anticorpos cheguem especificamente ao tumor. Eles acabam sendo levados para lugares onde não os queremos”, disse Colin Self, que liderou a pesquisa. Continuar lendo “Câncer é tratado com luz ultravioleta”

Medicamentos para disfunção erétil podem causar surdez

viagra.jpgMedicamentos contra a disfunção erétil podem causar surdez temporária, informaram hoje autoridades da Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Entre os remédios que podem causar este efeito colateral estão o Viagra, o Levitra, o Cialis e o Revatio, que são os mais consumidos por homens com problemas de disfunção erétil nos EUA.

Embora não tenha feito um anúncio oficial, o FDA, que autoriza a venda de alimentos e remédios no território americano, publicou hoje em seu site algumas perguntas e respostas sobre a questão.

A entidade dos EUA também afirmou que decidiu lançar uma advertência sobre o problema nos rótulos dos produtos após a confirmação de 29 casos de perda repentina da audição em homens que tinham tomado os remédios. Continuar lendo “Medicamentos para disfunção erétil podem causar surdez”

Genes podem determinar homossexualidade

nematoide.jpgBiólogos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram manipular geneticamente um grupo de nematóides (espécie de parasitas) para que eles fossem atraídos por animais do mesmo sexo.

A experiência traz novas evidências de que a orientação sexual de um indivíduo pode ser profundamente influenciada por fatores genéticos.

Apesar de os nematóides serem organismos simples, e de ser difícil aplicar em humanos os mesmos parâmetros, os cientistas acreditam que a descoberta da existência de um “caminho” biológico para as preferências sexuais oferece pistas sobre a sexualidade humana. Continuar lendo “Genes podem determinar homossexualidade”

Teletransporte: Um sonho impossível?

startrekteleporter.jpgPesquisas independentes na Áustria, Austrália e Dinamarca têm dado os primeiros passos no desenvolvimento de equipamentos de teletransporte. Os resultados ainda são rudimentares, e estão muito distantes do teletransporte clássico pelo qual as pessoas vão de um lugar a outro num piscar de olhos. Mas os pesquisadores envolvidos comemoram as conquistas.

Por enquanto, as pesquisas conseguiram trabalhar com o teletransporte quântico, como a transferência instantânea de fótons e átomos de um lugar para outro.

“O teletransporte foi idealizado para ser algo impossível de se conseguir. Entretanto, agora, sabe-se que é algo possível.” A certeza é de Charles H. Bennett, da IBM Research, parte da equipe que foi pioneira no teletransporte quântico.

O conceito de teletransporte foi citado pela primeira vez pelo escritor Charles Fort, no livro Lo!, de 1941. Desde então virou tema recorrente em obras de ficção-científica como o filme A Mosca de 1986 e na série Jornada nas Estrelas. Continuar lendo “Teletransporte: Um sonho impossível?”

Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?

tibetano.jpgOs moradores do Platô Tibetano sobrevivem e prosperam no topo do mundo, em uma região com altitude média de 4.500m acima do nível do mar. Lá em cima, o ar não é essa sopa rica em oxigênio à qual estamos acostumados em altitudes mais baixas. Na verdade, como muitos alpinistas descobriram para seu desapontamento, é difícil obter esse elemento vital para a vida em quantidades suficientes nos pulmões e no sangue à medida que escalam as montanhas, o que muitas vezes resulta em sintomas debilitantes como náusea e tontura, que podem chegar a ser fatais. De acordo com uma nova pesquisa, os tibetanos evitam essa náusea da altitude porque têm artérias e capilares mais largos para levar o oxigênio aos órgãos e músculos. Continuar lendo “Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?”