Por Mariana Benjamin
Três minutos. Esse será o tempo necessário para identificar em pacientes a presença do rotavírus, agente causador da doença diarréica aguda, que a cada ano mata cerca de 600 mil crianças com menos de cinco anos, principalmente nos países em desenvolvimento. Além de ser mais rápido do que os testes importados usados atualmente, o novo método de detecção, criado pelo farmacêutico industrial Waldemir de Castro Silveira na sua dissertação de mestrado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apresenta custo reduzido e maior precisão nos resultados. Continuar lendo “Novo método de detecção dos rotavírus”

Pesquisadores dos Estados Unidos, anunciaram ter conseguido pela primeira vez clonar camundongos saudáveis utilizando células de pele. Além de ser uma técnica mais eficiente para clonar camundongos, os pesquisadores dizem que o método pode ser útil para gerar células-tronco embrionárias.
O ovo de galinha tem uma história destacada na medicina. Mesmo hoje em dia, injeta-se o vírus da gripe em milhões deles para fabricar vacinas. Agora, cientistas do instituto Roslin, na Escócia (o mesmo que clonou a ovelha Dolly), produziram um galo geneticamente modificado cujas descendentes fêmeas põem ovos que produzem medicamentos no lugar de uma proteína na clara do ovo.
Quanto maior a semelhança, no casal, de um certo complexo de genes, menor o interesse da mulher no parceiro, e maior sua atração por outros homens.
O mistério dos “hobbits” da ilha de Flores – supostos humanos primitivos com apenas 1,10 m de altura, tal como os personagens pequeninos de “O Senhor dos Anéis” – vai ganhar uma nova chance de ser elucidado. Pesquisadores australianos anunciaram ter obtido permissão para voltar a escavar na caverna da ilha indonésia onde os “hobbits” foram descobertos, depois de anos de briga com os cientistas do país asiático.
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Uma das mais fascinantes questões da biologia evolutiva envolve as razões da manutenção da reprodução sexuada entre os seres vivos. Esse processo está associado a um elevado dispêndio energético (disputas territoriais, acasalamento e meiose) e expõe os indivíduos a uma série de riscos, como predação, parasitismo e ferimentos causados em disputas por fêmeas. Apesar disso, esse mecanismo é adotado por 95% das espécies multicelulares e apenas poucas espécies conhecidas de vertebrados adotam normalmente a reprodução assexuada. 
