Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.
A pesquisa, publicada na revista especializada American Journal of Human Biology, sugere que níveis mais altos do hormônio sexual feminino estrogênio podem ser a causa do problema. Continuar lendo “Mães com quadris largos aumentam risco de câncer de mama na filha”

Pesquisadores americanos conseguiram reverter os danos neurológicos causados pela esclerose múltipla em ratos de laboratório e esperam que a descoberta possa levar a novos tratamentos para a doença.
Pesquisadores italianos afirmam ter descoberto o papel de uma proteína que pode ser fundamental no combate à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. A revelação do novo mecanismo imunológico pode até ajudar na criação de uma vacina anti-Aids. A proteína seria capaz de potencializar a criação de anticorpos contra o vírus HIV e pode representar um avanço importante para a medicina.
Esta semana, Sumqayit, no Azerbaijão, ganhou o prêmio duvidoso de entrar na lista dos dez locais mais poluídos do mundo, publicada pela organização ambientalista americana Blacksmith Institute. Mais uma herdeira do legado tóxico da indústria soviética, a cidade de 275 mil habitantes convive com uma forte contaminação de metais, petróleo e produtos químicos, conseqüência de seus dias como centro de produção química. Como resultado, a população tem um número de 22% a 51% maior de casos de câncer que os habitantes do resto do país, e seus filhos sofrem de uma gama de complicações genéticas, de retardo mental a doenças nos ossos.
Afinal de contas, quem é você? Poderia o genoma trazer a resposta para um problema filosófico milenar? Sócrates ( circa 470 a.C.–399 a.C.), o grande filósofo grego da Antigüidade, acreditava que “não vale a pena viver uma vida não examinada”. Será? Não haveria a possibilidade de alguém querer examinar demais a própria vida e acabar se enrolando intelectualmente no processo? E seria nossa vida tão excitante e especial assim que deva ser minuciosamente investigada? Lembro-me aqui de um ironista, cujo nome me foge à memória, que afirmou: “Não valeu a pena examinar uma vida examinada”.
O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.
Como pode existir pessoas que comem a vontade e não engordam enquanto outras sofrem a vida inteira com dietas? A resposta pode estar nos genes. Cientistas americanos afirmam ter encontrado um gene que controla a formação de tecidos gordurosos no organismo. Quem possui uma cópia ativa dele teria resistência à acumulação de gordura e ao diabetes.
William James, filósofo do final do século 19 e começo do século 20, uma vez disse que as pessoas não temem um urso quando o vêem, mas quando saem correndo dele.
Lembra do supermouse, aquele ratinho superforte dos desenhos animados (a imagem ao lado, pô)? Pois ele acaba de se tornar realidade. Calma, ele ainda não fala, nem luta contra o mal. Mas cientistas conseguiram criar em laboratório um “supercamundongo”, quatro vezes mais musculoso que um roedor comum. O processo, no futuro, pode ser usado para engordar gado e em pessoas com distrofia muscular.
A morte é algo que mais cedo ou mais tarde alcançará a todos, inclusive você, caro leitor. Apesar de evitarmos falar sobre esse tema, ela é parte do nosso ciclo vital e o corpo humano é tão fascinante depois de nosso óbito quanto durante a própria vida.