Um juiz da Alta Corte britânica identificou “nove erros científicos” no filme Uma Verdade Inconveniente, que rendeu ao ex-vice-presidente americano Al Gore o Oscar de melhor documentário neste ano.
O juiz Burton analisava se o documentário sobre mudança climática realizado por Gore – que sustenta a tese da ação humana como causa do aquecimento global – poderia ser exibido em salas de aula.
A sentença considerou o filme tendencioso, mas permitiu sua exibição sob condição de que os professores apontem os trechos polêmicos e apresentem os argumentos contrários às informações. Continuar lendo “Juiz encontra nove erros em filme que deu Nobel a Al Gore”

Imagine viver num mundo onde ninguém pudesse pensar ou agir de forma independente. Onde somente respostas pré-aprovadas fossem aceitáveis. Onde quebrar estas normas e manter pensamentos proibidos resultassem em terríveis castigos ou mesmo a própria eliminação dos infratores.
O vidro laminado, material normalmente rejeitado para reciclagem pela indústria vidreira, poderá ter agora um novo destino que não seja os aterros sanitários. Um projeto da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) prevê a produção de verniz e isolante para revestimento e proteção de pisos de madeira a partir do vidro laminado reciclado.
Os Laboratórios de Pesquisa da Força Aérea dos EUA revelaram uma nova tecnologia em baterias que podem fazer funcionar aparelhos portáteis como celulares, hand-helds, notebooks constantemente em um futuro próximo. Chamada de bateria betavoltaica, ela utilizaria a desintegração radioativa de radioisótopos para capturar emissões de elétrons beta, utilizando sua eletricidade para energizar chips e gerar uma corrente regular de energia. Apesar de conter uma substância radioativa ela não seria tóxica. A bateria seria extremamente eficiente permitindo que um notebook funcionasse por 30 anos antes de necessitar de nova recarga.
Esta semana, Sumqayit, no Azerbaijão, ganhou o prêmio duvidoso de entrar na lista dos dez locais mais poluídos do mundo, publicada pela organização ambientalista americana Blacksmith Institute. Mais uma herdeira do legado tóxico da indústria soviética, a cidade de 275 mil habitantes convive com uma forte contaminação de metais, petróleo e produtos químicos, conseqüência de seus dias como centro de produção química. Como resultado, a população tem um número de 22% a 51% maior de casos de câncer que os habitantes do resto do país, e seus filhos sofrem de uma gama de complicações genéticas, de retardo mental a doenças nos ossos.
Marc van Roosmalen é um primatólogo de renome internacional, cuja pesquisa na Amazônia resultou na descoberta de cinco espécies de macacos e um novo gênero de primata. No entanto, exatamente devido a esse trabalho, Roosmalen foi há pouco tempo condenado a cerca de 16 anos de detenção e preso em Manaus.
Um semáforo de trânsito desenvolvido por pesquisadores brasileiros continua funcionando mesmo quando falta energia elétrica. A novidade, ainda na fase de concepção, mantém o funcionamento quando falta luz porque funciona acoplada a um jogo de baterias compactas. Graças a essa alternativa, afirma a Agência Fapesp, o semáforo batizado de Blackout tem autonomia durante uma hora e meia.
A pereirina é um alcalóide encontrado na casca do pau-pereira (Geissospermum vellosii), árvore da família das apocináceas. A substância, usada durante muito tempo como medicamento contra febres (inclusive as provocadas pela malária), foi isolada pela primeira vez em 1838, no Rio de Janeiro, por um farmacêutico brasileiro. O isolamento desse alcalóide, reivindicado também por pesquisadores de outros países, mostra que na primeira metade do século 19 já se faziam estudos químicos de produtos naturais no país.