A Pirâmide Rodoviária de Pachuca-Huejutla

Todo mundo pensa que arqueólogo é que nem Indiana Jones, rodando o mundo inteiro com um mapa na mão e uma ideia na cabeça. Que eu saiba, só Heinrich Schliemann, descobridor de Troia, fez isso e conseguiu êxito. A maioria das descobertas arqueológicas são por acaso, como aconteceu numa estrada Pachuca-Huejutla, no México, quando trabalhadores descobriram uma pirâmide pré-hispânica enterrada. Continuar lendo “A Pirâmide Rodoviária de Pachuca-Huejutla” →

Artigos da Semana 233

O calor chegou, mas meu ar-condicionado novo ainda não. Tá uma linda fornalha aqui, enquanto o clima está fervendo em outras partes do mundo, pelo que estou pouco me importando. O que queremos mesmo é saber o que? Ah, o que foi postado durante a semana.

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Éfeso: a Cultura transformada em Jóia transformada em História

Sejais bem-vindo, ó ilustre viajante; a vós abro a minha magnífica cidade de Éfeso! É uma honra inestimável receber-vos neste lugar onde o passado e o presente se entrelaçam em uma dança eterna de história e esplendor. Permiti-me ser o vosso guia nesta jornada inesquecível por um dos mais grandiosos tesouros da Antiguidade. Continuar lendo “Éfeso: a Cultura transformada em Jóia transformada em História” →

A majestade pétrea de Persépolis

Pelas areias do tempo, e do cáustico que ilumina a História, poucos lugares evocam grandeza como a Pérsia. Em seus domínios estava Persépolis, um nome que ecoa através dos séculos, erguida como a majestosa capital do Império Persa Aquemênida em 518 A.E.C. por Dario I, um visionário que sonhou grande e construiu ainda maior, cuja ruína foi ter enfrentado Alexandre da Macedônia. Feche seus olhos e imagine-se caminhando por suas colunas imponentes e salões adornados, onde a história se entrelaça com a lenda, o lugar onde o passado resplandece, onde cada pedra conta uma história de poder, arte e civilização.

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Os Horrores da Ilha da Morte

O sol se levanta e lança a sua causticante luz dourada por sobre a ilha. Seria mais um dia lindo e brilhante em qualquer ilha, mas não aquela. Ali não é um lugar comum, pois, há segredos escondidos em cada canto, embaixo de cada pedra, em cada reentrância, onde o mal parece espreitar, sussurrando coisas horrendas e inaudíveis, em que você apenas sente um horror crescente sem saber o motivo, embora o inconsciente berre aos seus ouvidos que o seu lugar não é ali. O ar é pesado, a respiração é cada vez mais difícil e se você tivesse permissão de estar ali, não faria uso dessa permissão por muito tempo, pois, com certeza, sairia dali correndo, com o bom senso comandando suas ações, mesmo que a parte consciente indague o porquê desta sensação.

Existem lugares sinistros, tão sinistros que fariam Stephen King ter pesadelos. Alguns lugares, há muito abandonados, parecem transpirar o mal em cada canto. Um desses lugares é uma ilha isolada na Lagoa de Veneza: a Ilha Poveglia. Continuar lendo “Os Horrores da Ilha da Morte” →

A história do fogo na Tasmânia é bem mais antiga do que se pensa

Imagine um mundo onde as florestas são moldadas pelo fogo, não como uma força destrutiva, mas como uma ferramenta que não só mudou a História da Humanidade, como efetivamente criou a humanidade. As primeiras migrações humanas da África para a parte sul do globo estavam bem encaminhadas durante a primeira parte da última Era Glacial – os humanos chegaram ao norte da Austrália há cerca de 65.000 anos, fundando as primeiras comunidades Palawa/Pakana finalmente chegaram à Tasmânia (conhecida pelo povo Palawa como Lutruwita), e lá se estabeleceram.

Agora, uma pesquisa revelou que essas práticas de manejo da terra foram realizadas muito antes do que se pensava. Continuar lendo “A história do fogo na Tasmânia é bem mais antiga do que se pensa” →

Artigos da Semana 231

Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.

Semaninha interessante essa.

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Cadê o ouro?

Eu fiquei pensando outro deia sobre o ouro. Todo mundo gosta de ouro, e isso não é de agora. O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., com alguns dos primeiros artefatos de ouro conhecidos datando da antiga Mesopotâmia. Somando tudo o que foi minerado até hoje, o montante de ouro estaria na casa das 244.000 toneladas métricas, aproximadamente. Com esse montante, poderíamos construir um cubo 23,21 metros de aresta, o que seria quase um prédio de 8 andares.

A grande pergunta que fica: onde está este ouro todo?

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Artigos da Semana 228

Hoje teve diz de votação para certos municípios. onde moro, o parasita teve a boa vontade de ganhar logo no primeiro turno, assim eu não preciso gastar mais R$3,50 com multa por não ir ter o desprazer de enfrentar fila.

Prefiro ver o que foi postado durante a semana. Sim, postei pouco. Mal aê

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Chineses já curtiam queijo, mesmo sem trabalhar em minas

Eu nem sou mineiro e adoro queijo. Todo mundo adora queijo. Se a pessoa não gosta de queijo, ela tem problemas. MUITOS! Quando pensamos em queijo, provavelmente imaginamos uma variedade de sabores e texturas que fazem parte da nossa vida diária (estou me referindo a queijo, queijo, não muitas daquelas tranqueiras que metem no supermercado e quando você vai ver, é gordura hidrogenada com sabor). O queijo tem uma história antiga que revela muito sobre os hábitos alimentares dos nossos antepassados.

Agora, pesquisadores realizaram uma descoberta fascinante: pela primeira vez, analisaram o DNA de queijos antigos encontrados na China, datados de cerca de cerca de 3.600 anos, estando eles preservados ao lado de múmias na Bacia de Tarim. Mais do que queijo velho, a pesquisa oferece pistas sobre a evolução das bactérias probióticas. Continuar lendo “Chineses já curtiam queijo, mesmo sem trabalhar em minas” →