Escrita chinesa pode ser 3 mil anos mais velha do que se pensava

Arqueólogos chineses afirmam que encontraram mais de 2 mil símbolos pictóricos datados entre 7 e 8 mil anos atrás, o que pode significar que a escrita chinesa é milhares de anos mais velha do que se acreditava.

Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, os símbolos foram entalhados em rochas encontradas em Damaidi, na região de Ningxia Hui, no noroeste da China. Os cientistas alegam que os entalhes podem provar que os símbolos da escrita chinesa são mais antigos, datados de 3 mil anos antes de outros textos considerados a origem dos modernos caracteres chineses. Continuar lendo “Escrita chinesa pode ser 3 mil anos mais velha do que se pensava” →

Cientistas: Os “Sherlock Holmes” da Natureza

Alguns dos enigmas da natureza são como histórias de mistério e suspense. Nesse gênero de literatura, os detetives encontram as pistas, elaboram teorias e tentam determinar, com o maior grau de certeza possível, a solução para um determinado enigma. O mais famoso detetive da literatura é personagem do britânico Arthur Conan Doyle (1859-1930), Sherlock Holmes. Da mesma forma, os cientistas atuam como “detetives da natureza”. Ao tentar desvendar seus mistérios, eles também precisam descobrir as evidências e investigar todos os “suspeitos” para, então, resolver o caso. Mas os cientistas não resolvem os enigmas sozinhos: todos têm um colaborador, como o Dr. Watson, fiel companheiro de Holmes.

Existem muitos casos a serem desvendados para que se resolva completamente o enigma do universo. Em particular, um dos mistérios mais intrincados e complexos – e ainda sem solução – diz respeito à origem de tudo que existe. Como surgiu a matéria presente nos planetas, nas estrelas e galáxias e em nós mesmos? Continuar lendo “Cientistas: Os “Sherlock Holmes” da Natureza” →

Jonas Desmascarado

Jonas e o peixão. Mais um mito hebreu, transposto para a Bíblia e que é defendido (tolamente) por muitas pessoas.

O que tem por trás disso? O que se esconde naquelas linhas? Como associar historicamente um conto despretencioso com a queda de uma das maiores cidades da antigüidade?

Cliquem aqui e vocês saberão a verdade.

Cientistas encontram árvore de 385 milhões de anos

A árvore mais antiga já encontrada, de 385 milhões de anos, não tinha folhas, apenas galhos, mas já absorvia dióxido de carbono e ajudava a esfriar o planeta. A descoberta está ajudando cientistas a entender a evolução das florestas e sua influência no clima, segundo um estudo publicado na edição da revista científica britânica Nature desta semana. A imagem ao lado é uma concepção artística desa planta. Continuar lendo “Cientistas encontram árvore de 385 milhões de anos” →

Mineiros acham rã de 70 milhões de anos

Animal de apenas 7 cm ficou preservado em rocha que abrigava osso de dinossauro.
Cerca de 45% do esqueleto restou; idéia é estudar parentesco com anfíbios atuais.

A sorte quis que uma rã de apenas 7 cm de comprimento, morta há 70 milhões de anos perto de onde hoje é a cidade mineira de Uberaba, fosse preservada junto com os ossos de um imenso dinossauro herbívoro. A descoberta foi anunciada por cientistas do Centro Paleontológico Price, informou o portal Megaminas.com. Continuar lendo “Mineiros acham rã de 70 milhões de anos” →

300 de Esparta – A guerra Filme x História

Nem o sujeito mais pedante vai assistir a um blockbuster esperando uma aula de história, mas no filme 300, o épico estrelado por Rodrigo Santoro, que relata o confronto entre gregos e persas no ano 480 a.C., abusa do direito à licença poética. O ator brasileiro interpreta Xerxes, o Grande Rei dos persas, e a maneira como o personagem é retratado andou enfurecendo o governo do Irã, país que é herdeiro direto da antiga Pérsia. A fúria tem certa razão de ser: do figurino às motivações políticas, o Xerxes do brasileiro não tem quase nada a ver com a sua contraparte histórica. Read more »

Cientistas expõem teses nas quais acreditam sem poder provar

edge.gifO que move legiões de cientistas a trabalhar numa empreitada de pesquisa baseada em especulação? Enquanto a comunidade de psicólogos cognitivos se divide entre times que trabalham para tentar provar diferentes teorias da consciência, centenas de físicos dedicam suas vidas a uma teoria (ainda) insondável, segundo a qual os componentes fundamentais da matéria e da energia não são partículas mas sim pequenas cordas vibrando.

É à especulação, afinal, que os cientistas se apegam enquanto suas ferramentas não conseguem produzir as evidências de que precisam. Mas, apesar de a divagação livre ser uma parte essencial da atividade científica empírica — é preciso especular algo para poder testar –, pedir a um cientista para pisar a fronteira nebulosa entre o palpite e a certeza é sempre delicado. Muitas vezes isso é mesmo um tabu. Continuar lendo “Cientistas expõem teses nas quais acreditam sem poder provar” →

A maior farsa de todos os tempos: Jesus Cristo é um mito solar

deussol.jpgTendo em vista o completo silêncio histórico a respeito de Jesus Cristo, bem como as evidentes ligações deste com o mito dos deuses-solares, Dupuis escreveu o seguinte:

“Um deus nascido de uma virgem no solstício do inverno, que ressuscita na Páscoa, no equinócio da primavera, depois de haver descido ao inferno; um deus que leva atrás de si doze apóstolos, correspondentes às doze constelações; que põe o homem sob o império da luz, não pode ser mais que um deus solar, copiado de tantos outros deuses heliosísticos em que abundavam as religiões orientais. No céu da esfera armilar dos magos e dos caldeus via-se um menino colocado entre os braços de uma virgem celestial, a que Eratóstenes dá como Ísis, mãe de Horus. Seu nascimento foi a 25 de dezembro. Era a virgem das constelações zodiacais. Graças aos raios solares, a virgem pôde ser mãe sem deixar de ser virgem… Via-se uma jovem ‘Seclanidas de Darzana’, que em árabe é ‘Adrenadefa’, e significa virgem pura, casta, imaculada e bela… Está assentada e dá de mamar a um filho que alguns chamam de Jesus e, nós, de Cristo.”

Já mostrei que Jesus repete todos os mistérios dos deuses solares e redentores, pelo que Heródoto, Plutarco, Lactâncio e Firmico puderam afirmar que esse deus redentor é o Sol. De modo que Jesus é apenas mais um deus solar. Continuar lendo “A maior farsa de todos os tempos: Jesus Cristo é um mito solar” →

No rastro de um antigo matador

Por Raymond R. Rogers e David W. Krause

Um dos corpos encontrava-se deitado sobre o lado esquerdo, com a cabeça e o pescoço próximos à pélvis – uma posição clássica de morte. Braços e pernas pareciam intactos anatomicamente, mas uma inspeção mais detida revelou o deslocamento dos ossos das mãos e dos pés – embora a maioria das partes tenha sido encontrada. O crânio também estava desconjuntado, com as partes que o compõem uma ao lado da outra. Curiosamente, a ponta do rabo havia sumido por completo. Os outros corpos das imediações apresentavam diferentes estados de preservação e desarranjo. Enquanto alguns estavam praticamente inteiros, de outros só encontramos o crânio, uma clavícula ou um único osso das pernas ou dos braços. Essas infelizes criaturas teriam morrido aqui ou foram trazidas a esse local após sua morte? Morreram todas no mesmo instante ou em momentos diferentes? E o que as matou? Continuar lendo “No rastro de um antigo matador” →

Fim de Roma não mudou dia-a-dia

Saúde de pessoas do auge do Império Romano e do começo da Idade Média era idêntica. Dados sugerem que transição entre eras imperial e medieval não afetou pessoas comuns. Para a elite da época, foi como se o mundo tivesse acabado. “Tornou-se cativa a cidade que antes havia tornado todas as outras suas cativas”, escreveu São Jerônimo sobre o saque de Roma pelos bárbaros em 410 d.C., que marcou o início do fim de um império de 500 anos. Mas, ao menos para o povo comum da Itália, parece que a suposta catástrofe não foi nem um pouco catastrófica. Um novo estudo sugere que as condições de vida da população mudaram muito pouco entre o auge do Império Romano e o começo da Idade Média. Continuar lendo “Fim de Roma não mudou dia-a-dia” →