
E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

Você deve ter visto a notícia de uns tubarões doidões de cocaína. Ok, não é que o tubarão virou cracudo, anda assaltando para manter o vício, mete o focinho no pó por causa de desespero com a economia ou é um chincheiro vagabundo. O coitado nem sabe direito o que está acontecendo e já virou piada pelo nome da sua espécie: tubarão-bico-fino-brasileiro (Rhizoprionodon lalandii), o que já gera piadinhas sobre sua associação com cocaína. Mas o que está acontecendo? Continuar lendo “Tubarão cai no tóchicu e gera debate nacional (ou quase)”

A artrite gotosa crônica é um distúrbio metabólico prevalente, tendo despertado muito interesse no papel da dieta e do estilo de vida no seu manejo. Um estudo examinou a água alcalina como um complemento não farmacológico da medicina tradicional, levantando a hipótese de seus efeitos positivos nos níveis de ácido úrico e nos sintomas de gota.
E o melhor de tudo: é um festival de idiotices.
Continuar lendo “Pesquisa basicamente tosca fala da alcalinidade da água”

Ah, as minhas doces micro-férias, que normalmente chamamos de recesso. Eu estou viajando e descansando muito, e vocês? Viram? Ninguém mandou estudar. Se fossem professores estariam se locupletando com este período de boa vida. Mas como eu adoro vocês, deixei artigos entrando automaticamente, e a seguir vocês verão o que foi postado nesta semana que passou. Esta semana que entra terá mais!

Zagreb não é a cidade mais antiga que se conhece. Apesar de ter sido habitada no neolítico, ela praticamente foi descoberta no século XI. a capital e maior cidade da Croácia. Localizada entre a margem do rio Sava e a encosta do monte Medvednica, cada calçada, cada muralha, carrega a memória de séculos. Sob o manto da alvorada, as torres góticas emergem como sentinelas do tempo, suas silhuetas recortadas contra o céu matinal. É aqui que a cidade respira, onde os contornos das pedras se fundem com a promessa de um novo dia.

Olá. Eu estou bem e vocês. Vou tirar umas duas semanas de recesso para descansar. eu mereço, e se não mereço, estou pouco me importando! Mas não se preocupem. Como sempre, deixo artigos para vocês lerem, subindo diariamente. Enquanto isso, estou que nem este tio. Adoro esta imagem e sempre a usarei quando for tirar um tempo pra mim.

O Grande Rei repousa. Por mais de 3 mil anos em seu sono, o rei repousa esperando o pós-vida, quando reviverá e poderá fazer uso dos seus pertences. Comida, ouro, cama, joias, carruagem, mais joias, cadeiras, ouro pra cacete, miniaturas de servos e soldados que irão lhe proteger (também chamados “shabtis”), muitas pedras preciosas, trombetas, jói… trombetas?
Sim, trombetas. Continuar lendo “O Troar das Trombetas de Tutancâmon”

A história está cheia de personagens interessantes e outros um pouco, como direi, não muito chegados à honestidade, como é o caso de Ea-Nasir, o pior comerciante do mundo. Mas o comércio é a mola mestra das civilizações, existindo desde que o mundo é mundo, para horror do seu amigo que compra camisa na Che Store e odeia o capitalismo.
E nas profundezas da Anatólia, uma descoberta nos dá um vislumbre da história do comércio. Em Kültepe, uma antiga cidade situada a 18 km do centro de Kayseri, na Turquia moderna, arqueólogos fizeram uma revelação impressionante: uma tábua cuneiforme de 4.000 anos que detalha a fundação da primeira empresa conhecida na região. Continuar lendo “As Tábuas de Kultepe: quando a Anatólia se tornou o berço do comércio”

Estou na contagem regressiva das férias. Serão 15 dias de puro ócio, mas cuidarei de tudo para vocês. Não tenho muito o que falar, a não ser que … ah, sei lá. Leiam o que eu postei durante a semana.

Você já se perguntou se a Lua guarda segredos que ainda não descobrimos? olhar para a Lua através de um telescópio e ver o que parecem ser pinceladas de um artista cósmico – formas sinuosas e brilhantes que se estendem por centenas de quilômetros na superfície lunar. Estas não são obras de arte extraterrestres, mas sim fenômenos fascinantes conhecidos como “redemoinhos lunares”, que têm intrigado cientistas há décadas.
Agora, uma equipe de pesquisadores está prestes a desvendar esse enigma espacial. Com uma mistura de criatividade científica e tecnologia de ponta, eles estão recriando as condições lunares aqui na Terra para entender como essas ‘obras de arte cósmicas’ se formaram em um mundo sem campo magnético. Continuar lendo “Os segredos magnéticos da Lua”