O uso constante de telefone celular por dez anos ou mais aumenta o risco de câncer no cérebro, segundo uma pesquisa realizada por cientistas suecos e publicado no jornal acadêmico Occupational Environmental Medicine.
O risco é ainda maior, segundo a pesquisa, no lado do cérebro onde o celular é normalmente usado. Os pesquisadores afirmam que crianças são mais vulneráveis, já que têm um crânio mais fino e o sistema nervoso ainda em desenvolvimento.
O grupo de cientistas da Orebro University, na Suécia, avaliou os resultados de 16 estudos realizados sobre o assunto ao redor do mundo – três dos Estados Unidos, quatro da Dinamarca, um da Finlândia, cinco da Suécia, um da Grã-Bretanha, um da Alemanha e um do Japão.
Desses estudos, onze levavam em conta o uso prolongado do celular por pelo menos dez anos. Continuar lendo “Usar celular por 10 anos pode aumentar o risco de câncer”

Todos os povos primitivos desenharam para si um herói. Alguém que trouxesse todas as virtudes: forte em todos os sentidos, honesto e de grande moral. Servindo como baluarte entre o povo em questão e a completa destruição (tanto física, quanto moral) do referido povo.
A inventora de uma técnica para extrair fragrância de baunilha do estrume de vaca, os criadores da arma química chamada “bomba gay” e a bióloga que esmiuçou as dobras dos lençóis estão entre os ganhadores do prêmio IgNobel de 2007.
A orquestra toca e uma mulher loira de proporções consideráveis, com tranças amarradas com fitas e vestindo um colete de metal dourado e um capacete com chifres caminha em direção ao centro do palco. Seu busto cresce à medida que toma fôlego; ela abre a boca cuidadosamente delineada com batom e, como um terremoto, emite uma poderosa nota. Taças de champanhe estouram, monóculos racham, os lustres de cristal explodem com a força da voz destruidora. A cena é comum em vários desenhos animados e comédias, mas será que essa piada tem um fundo de verdade? Será que uma cantora de ópera tem o poder de romper vidros com o som da própria voz?
Línguas nativas de tribos indígenas brasileiras estão entre as mais ameaças de extinção, segundo uma classificação feita pela National Geographic Society e o Instituto Living Tongues. Elas estão sendo substituídas pelo espanhol, o português e idiomas indígenas mais fortes na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai, os Andes e a região do chaco, revelaram os pesquisadores. Menos de 20 pessoas falam ofayé, e menos de 50 conseguem se expressar em guató, ambas faladas no Mato Grosso do Sul, próximo ao Paraguai e à Bolívia, para citar um exemplo. A área é considerada de “alto risco” para línguas em risco de extinção, alertaram os pesquisadores.
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O Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou nesta sexta (14) que está pedindo esclarecimentos à fabricante de computadores Dell a respeito de exigências feitas pela empresa a pesquisadores brasileiros. A informação foi publicada no jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo MCT.
Todo mundo já teve uma “virose”, especialmente na infância e nesta época do ano, quando o ar está mais seco e o tempo mais instável. Mas, o que, exatamente, é isso? Segundo o professor de microbiologia da Universidade de São Paulo Edison Durigon, “virose” é simplesmente o nome que o médico dá quando ele não sabe com certeza o que o paciente tem.
Marc van Roosmalen é um primatólogo de renome internacional, cuja pesquisa na Amazônia resultou na descoberta de cinco espécies de macacos e um novo gênero de primata. No entanto, exatamente devido a esse trabalho, Roosmalen foi há pouco tempo condenado a cerca de 16 anos de detenção e preso em Manaus.