Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei

Você adora comemorar réveillon que eu sei. Cair de boca no peru, passar a mão na coxinha da galinha, encher a caveira d álcool e fingir que você não é cuzão por natureza, tudo foi culpa da manguaça. Agora, imagine celebrar o Ano Novo com um ensopado de cordeiro e beterraba, um banquete digno de um rei. Problema que nessa festança, o rei da Babilônia seria arrastado pelos cabelos, forçado a ajoelhar-se e levaria um tapa tão forte no rosto que precisaria chorar de verdade, ou ia dar muito ruim.

Bem-vindo ao Akitu, o festival de Ano Novo da antiga Babilônia, onde humildade real, mitologia sangrenta e banquetes elaborados se encontravam numa celebração que durava mais de uma semana. Continuar lendo “Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei”

Sumérios ensinam como fazer cerveja. Prove você também

Cerveja é uma coisa que une nações. Ninguém fez amigos ao marcar com um pessoal para beber água mineral juntos. Cerveja está presente desde que começaram as civilizações, talvez até antes. Você sabe, Egípcios faziam cerveja; aliás, a mais antiga cervejaria do mundo foi encontrada lá. Os Babilônios tinham cerveja, os Hititas faziam cerveja, judeus faziam cerveja. Todo mundo fazia cerveja, inclusive o pessoal de Java na era pré-islâmica. Romanos faziam, mas não eram muito chegados na cerveja, mas o pessoal que ficava entre os dois rios (em grego: Mesopotâmia) adorava o suco de cevada.

Já pensou se você pudesse ter um saborzinho dessas antigas cervejas? Bem, você pode.

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