Lições educacionais: Professora aprende que confiar em aluno dá ruim

Eu gosto da ingenuidade. É uma forma educada de chamar alguém de burro. A ingenuidade, por vezes considerada uma virtude, pode também é uma armadilha sutil, mas que, desculpem, só pega os burros, digo, os ingênuos. Quando alguns de nós resolve ser ingênuos, o resultado é um lindo espaço para serem enganados, manipulados ou ferrados. Tipo o que aconteceu na Escola Estadual Doutor Gerson de Faria Pereira, em Alto Paraíso de Goiás.

“O que aconteceu?”, perguntarão vocês. “Simples”, responderei eu. “O quê? conta!”, insistirão vocês. “Tudo bem”, darei de ombros eu para em seguida emendar “professora babaca, ingênua e otimista que confia nos alunos vivenciando o que dá ser professora babaca, ingênua e otimista”. Agora, olhe mais uma vez a imagem de abertura. Continuar lendo “Lições educacionais: Professora aprende que confiar em aluno dá ruim”

Procurador do Irã disse que acabou a polícia moral. Só tenho uma coisa a dizer

Vocês já sabem da história: em 13 de setembro deste ano, a jovem Mahsa Amini foi parada pela Polícia da Moral, entidade do Irã que se mete na vida dos outros, e esta aplicou a conduta adequada de uma teocracia tosca: violência absurdamente desnecessária, e isso por causa de um pedaço de pano. Explodiu um monte de protestos, pessoal saiu na porrada. Hoje, foi anunciado o fim da polícia da moral. Aham, vai na fé. Continuar lendo “Procurador do Irã disse que acabou a polícia moral. Só tenho uma coisa a dizer”