Kadesh: o outdoor mais caro da Idade do Bronze, agora com caco novo

A única verdade dita nos filmes do Indiana Jones é que a maior parte do trabalho de um arqueólogo é feito em bibliotecas. A segunda maior parte do trabalho é catar uns cacos por aí e tentar dar significado ao que tem lá, além de tentar escapar de algumas maldições (corte de verbas é uma delas). Aliás, eu acho que o arqueólogo fica muito mais feliz com múmias e cacos de argila (não que achar uma máscara de ouro como a do Tut faça algum mal, mas, convenhamos, não é algo que acontece todos os dias).

A rigor, arqueólogos ficam mais do que loucamente excitados quando descobrem umas tabuletas de argila, ainda mais algo que há muito tempo estava perdido e, de repente, chega à luz do dia: o tratado de paz firmado depois da Batalha de Kadesh. Continuar lendo “Kadesh: o outdoor mais caro da Idade do Bronze, agora com caco novo” →

A IA que traduz tablets cuneiformes de 5.000 anos

Tradução não é simplesmente uma questão de trocar uma palavra por uma palavra correspondente em outro idioma. Uma tradução de alta qualidade requer que o tradutor entenda como ambas as línguas unem pensamentos e, em seguida, use esse conhecimento para criar uma tradução que mantenha as nuances linguísticas do original, que os falantes nativos entendem sem esforço. Continuar lendo “A IA que traduz tablets cuneiformes de 5.000 anos” →