Como é maravilhosa a Ciência! Podemos fazer cálculos e determinar com muita precisão muitos eventos e estudá-los à luz de uma análise racional (ou quase), com base de nossos conhecimentos científicos.
Mas, e se quisermos nos divertir um pouco e estudarmos a mais famosa (e importante) figura do natal? Estou falando de Papai Noel e não Jesus, pô! Vamos examinar como Santa Claus, São Nicolau, Babo Natale – ou seja lá como você chama aquele gordão de barba, branca que adora pegar criancinha no colo – faria para poder cumprir com sua agenda de entregar presentes pras criancinhas na festa de Mitra, digo, na véspera de natal. Here we go! Continuar lendo “Cálculos natalinos: Papai Noel na visão dos engenheiros”

No futuro algumas espécies vegetais poderão funcionar como verdadeiras faxineiras de solos contaminados por metais pesados. É o que aponta estudo realizado no Laboratório de Fitopatologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já se sabia que algumas plantas são capazes de absorver agentes que contaminam o solo. A novidade é que, com os progressos da biotecnologia, diferentes espécies de vegetais poderão, nesse processo de limpeza, fazer uma espécie de trabalho em equipe. 
Segundo a agência de notícias EFE, uma professora britânica foi presa no Sudão acusada de insultar a fé e a religião. Gillian Gibbons, 54 anos, está detida na capital do país, Cartum. Meios de comunicação afirmam que Gibbons foi presa depois de permitir que sua turma, com idade em torno de 7 anos, desse o nome de Maomé a um ursinho. O fato pode ser considerado uma grave ofensa ao profeta Maomé. Na lei islâmica, a blasfêmia é punida com 40 chicotadas.
Uma decisão unânime do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que, apesar de não ser uma relação empregatícia, as atividades que pastores exercem em Igrejas podem ser consideradas como trabalho.
Dono de lanchonete é preso por batizar sanduíches como patentes militares
Por José Moreira da Silva
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O macaco-prego desceu da árvore, caminhou pelo chão em postura bípede até uma palmeira baixa, coletou um coquinho e levou-o correndo a uma rocha plana. Depois, ainda apoiado sobre duas pernas, ajeitou o fruto sobre a superfície dura, ergueu acima da cabeça com as duas mãos uma pedra solta e desferiu um golpe certeiro sobre o coquinho. Tudo muito coordenado. Repetiu as pancadas até rachar a casca e expor a castanha nutritiva, sua refeição. Outros indivíduos do bando esperavam a vez para quebrar os próprios frutos naquela bigorna natural enquanto filhotes observavam atentos.