Um documentário a ser exibido hoje na televisão na França trará uma reformulação de um teste ético. Nele, os participantes de um game show foram colocados numa situação tal que deveriam torturar seus rivais no programa, por meio de alavancas que “eletroculariam” os oponentes em cadeiras elétricas falsas. Os “oponentes”, na verdade, eram atores. O resultado? Mais do que previsÃvel: o ser humano é tão ético quanto a minha estante da sala.
Muito provavelmente, você já deve ter ouvido falar de Stonehenge, um monumental cÃrculo de pedras localizado no condado Wiltshire, na Inglaterra, datando pelo final do NeolÃtico e inÃcio da Era do Bronze. Um lugar incrÃvel, onde idiotas criaram toda espécie de mito, como uso para balizamento por OVNI’s, que possuem uma tecnologia tão avançada que os faz ter que usar recursos visuais para poder pousar. Entretanto, a imagem de abertura do artigo (mais abaixo tem uma ampliação) não é “O” Stonehenge, mas o que chamam de “Stonehenge Brasileiro”, localizado cidade de Calçoene, no interior do Amapá. Acreditem, é tão interessante quanto o seu irmãozinho inglês.
Enquanto as tropas Jedi avançam em seus ataques contra Coruscant, eis que aparece um Lord Sith para defender o Imperador e justificar todo o mal que emana do Lado Negro da Força, com a intenção de que a gente engula as desculpas esfarrapadas e que nos os perdoemos, na infinita misericórdia de Mestre Yoda.
Não, você não está no artigo errado. É uma introdução ficcional para que possamos falar das ficções malucas de um padre esclerosado e tão encarquilhado quanto o Papa, que só conta mentira que até o Pinóquio ficaria com inveja.
Na Ciência não existe nada que não desperte perguntas. Quem se baseia em verdades absolutas é a fé (e normalmente mostra-se errada). Sabemos que fêmeas e machos são diferentes morfologicamente (não! Sério?). A isso, damos o nome de “dimorfismo sexual”. Mas fica a pergunta: Se eles são formados pelos mesmos genes (ou quase) de crescimento, por que as diferenças? Entomologistas da Universidade do Arizona estudaram esse enigma em mariposas e encontraram indÃcios que haviam sido ignorados. Mas que seria da Ciência sem os mistérios? Aà está agraça, pois sempre há algo escondido, esperando para ser descoberto.
O artigo que mais faz sucesso entre os crentes, fazendo-os xingar e esbravejar, além de jogarem mil e uma ameaças não é sobre o FATO que Jesus Jóquei de Jegue não existiu. Por alguma maluquice, eles se sentem muito mais incomodados com o artigo do Dilúvio Desmascarado. Eles ficam enlouquecidos e babando. Talvez por saberem lá no fundo que o deus deles é mais mitológico que o Saci e a Mula-Sem-Cabeça (mulas com cabeça de camarão é o que mais aparece aqui nos comentários). Algumas respostas deles são muito, muito toscas, que nem pro Voz dos Alienados serve. Entretanto, sempre tem uma alma bondosa que contribui para que esta coluna prospere cada vez mais. Este é só o inÃcio da sua SEXTA INSANA!
Não é de hoje que se busca a interação homem-máquina. Mas, para tal, é necessário que a máquina leia nossa mente, ou algo bem próximo a isso. O que antes só aciontecia em livros de ficção cientÃfica, talvez se torne realidade em pouco tempo, pois um sistema desenvolvido por pesquisadores da University College de Londres é capaz de decifrar padrões de pensamento e de dizer o que as pessoas estão pensando, simplesmente fazendo a varredura do cérebro. Dave, eu tenho medo!
As Filipinas é um paÃs católico. Mas MUITO católico. Tão católico que alguns filipinos chegam ao fanatismo de se crucificarem no Dia de Surrar Jesus, mais conhecida como Sexta-Feira Santa. O povo lá consegue ser bem estranho, e a ICAR adora muito tudo isso! Assim, qualquer coisa que faça as pessoas pensar é vista como inimiga pelos lords Sith do Império do Mal. E um bom exemplo foi o arranca-rabo que arrumaram quando o Ministério da Saúde das Filipinas distribuiu preservativos gratuitamente para a população.
Algumas pessoas acreditam em milagres. Feitos ditos como impossÃveis e atribuÃdos a entidades mágicas. Mas a Ciência é a arte de fazer o impossÃvel tornar-se possÃvel. Se antes não sabÃamos o que era responsável por cada uma das caracterÃsticas dos seres vivos, hoje sabemos que é o DNA. Se antes não sabÃamos como ordenar este DNA, hoje sabemos. Se antes não tÃnhamos como extrair o DNA de criaturas mortas há séculos ou mesmo milênios, hoje já podemos.
Não só isso, mas cientistas executam coisas que é impossÃvel mesmo no ramo do impossÃvel: a extração do DNA do pássaro pertencente ao gênero Aepyornis da famÃlia Aepyornithidae, famÃlia de aves extintas conhecidas por pássaros-elefante, aves-elefante ou vorompatras. Onde está o impossÃvel? Os pesquisadores extraÃram a informação genética de cascas de ovos do referido pássaro!
E dando um giro pelo fantástico mundo da estupidez humana, fiquei aborrecido com algo que eu vi. Quando pequeno, fui apresentado ao folclore brasileiro. Muito bom, muito instrutivio (sem ironia ou sarcasmo). É uma amostra de nossa cultura popular e eu sempre gostei de ouvir causos sobre boitatás, Iaras, botos engravidando virgens (hummm, acho que vocês já ouviram histórias parecidas com essa) e, o que eu acho a melhor delas, o saci! Sim, o Saci Pererê, que é chegado a um fumo (politicamente incorreto, mas pelo menos não é fumo de procedência ilegal) e um gorro vermelho. O distinto pretinho perneta - que doravante chamaremos de afro-braileiro com deficiência locomotora - sempre apronta umas molecagens, mas basta que arranquemos seu gorro fora para aprisionarmos o senhor Pererê numa garrafa.
Agora, os gringos se apoderam de nosso folclore, pois não possuem imaginação. O caso em questão é o de uma neozelandesa que leiloou garrafinhas que a donja metida a exorcista alega terem fantasmasaprisionados. Queremos que a OMC investigue isso. Impetremos um processo no Tribunal Internacional por plágio!
Todos vocês tem mães e avós, mesmo que não estejam vivas, vocês devem ter conhecido essas figuras de sabedoria popular, que trazem soluções para tudo com suas receitas, chás e poções para todos os males. Mas alguém aà já parou para questionar qual o fundamento dessa ciência de comadres?
Todos vocês, eu acho.
O caso que mais coça minha cabeça é o da manga com leite. Minha mãe aprendeu com a mãe dela, que aprendeu com a mãe dela (…) que comer manga e tomar leite faz mal, mas bater a manga no liquidificador com leite não, e uma vez, quando eu tinha 10 anos, eu perguntei: “Por quê?”.



