Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

Vencedores da olim-piada de Matemática recebem dinheirão do CNPQ

Sim, isso mesmo que você leu. Como o Fantástico não dá direito a pedir música quem vence uma Olimpíada de Matemática, o CNPq ficou solidarizado e resolveu dar um dinheiro para os ganhadores. Sendo assim, o Programa de Iniciação Científica da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP ) dará continuidade à formação matemática dos estudantes medalhistas da OBMEP por meio de um mimo: A concessão de bolsa de Iniciação Científica Junior. Legal né? É o Brasil reconhecendo o potencial de seus futuros cientistas.

Ah, sim. Vocês sabem quanto é, em valores de din-din, uma bolsa de Iniciação Científica Júnior? 100 reais. Isso mesmo. Duas notas de cinquentinha. 5 notas de 20 reais.

Metendo a mão no bolso e sentindo que lá dentro só tem uma ficha telefônica velha, esta é a sua SEXTA INSANA!

Astrônomos observam o que pode ser o início de um planeta

Faz tempo que não noticio nada do ALMA, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array. O ALMA é uma iniciativa muito legal, formado pelo conjunto de 66 antenas de radioastronomia, vasculhando o firmamento, captando emissões de rádio (óbvio), mesmo que tenha vido de muito, muito longe.

Agora, por sinal, os cientistas que trabalham lá conseguiram, pela primeira vez, uma medida precisa de pequenas partículas de poeira em torno de uma estrela jovem através da polarização de ondas de rádio. Sabem o que acontece com um punhado de poeira orbitando uma estrela jovem? Bem, com o passar do tempo pode acabar virando a Terra. Show, né?

Disney faz de novo: Algoritmo renderiza arcada dentária mediante fotos e vídeos de celular

Disney não faz só filmes, desenhos e animações. Eles prometem algo diferente (e entregam): Disney produz magia. Mas não é só isso! Para se fazer magia, é preciso de muita tecnologia na hora de modelar seus personagens, seja para algo mais da linha como Moana, como algo mais real na base de Mogli. Sendo assim, renderizar o corpo humano de forma a ter o maior realismo possível consome zilhões em termos de equipamentos e pessoal, além de pesquisa hardcore em termos de matemática e computação.

Agora, Disney, que segundo uma lenda estúpida que inventei agora tem uma caveira de camundongo consagrada aos Ainür, trabalha com digitalização, modelagem e renderização de… dentes.

Brasil se F… no PISA. DE NOVO!

O Brasil bem que poderia desistir e virar uma grande colônia agrícola, mas nem isso pode fazer porque não é capaz de plantar, pois isso dependeria, no mínimo, de saber contar as sementes. Também teremos problemas com fertilizantes, engenharia genética para melhores e mais resistentes safras… enfim, no máximo estamos reduzidos ao seu João, pedreiro bom e trabalhador, que para fazer um muro de 1,5 x 2 metros pede um milheiro de tijolos.

Saiu mais um resultado do PISA, a avaliação internacional que é usada para medir a ignorância brasileira, sempre tirando os “melhores” lugares possíveis. E no ensino de Ciências, claro, não poderia ser diferente no país que a odeia: tiramos último lugar.

Livro contra racismo é proibido por ter palavra feia

To Kill a Mockingbird (no Brasil, O Sol É Para Todos) é uma obra-prima de Harper Lee, lançado em 1960 e ganhador do prêmio Pulitzer. O livro gira e torno de temas complexos como racismo, estupro e preconceito. Tom Robinson, um homem negro, é acusado de estuprar uma jovem mulher branca. A ele cabe o advogado Atticus, um homem branco. O negócio não prestou, sendo Atticus e sua família acusados de serem “amantes de negros” (nigger-lovers). É um livro emblemático, apesar de ter poucos ensaios e teses literárias sobre ele.

O que é um libelo contra o preconceito, agora ficou proibido no estado do Alabama, EUA, porque papais toscos acharam muito ofensivas as palavras com N (nigger). Afinal, vilões não podem usar linguagem feia. Tem que ser bonzinhos e não podem tratar mal aos amiguinhos.

Como é feita a datação de fósseis?

Fósseis são vestígios de seres vivos que viveram há muito, muito tempo. Desde um esqueletão de dinossauro até pegadas, passando por impressões “carimbadas” na rocha e até mesmo pinturas rupestres. São as verdadeiras amostras de vidas passadas que são analisadas pelo presente. Paleontólogos estudam fósseis e a sua primeira pergunta é “quando eles viveram”.

Há muitas técnicas para se datar fósseis, como o famosíssimo Carbono-14. Mas existem outros métodos. Bóra conhecer um pouco mais sobre eles. Esta é mais uma edição do seu LIVRO DOS PORQUÊS em vídeo.

As falhas que dizem de onde vem o metano natural

Geologia é uma coisa meio complicada. Não é uma questão apenas de ficar observando pedrinhas (nesse momento, geólogos querem me matar), mas um estudo que deve analisar todo tipo de formação rochosa e datá-las. É um processo longo e complicado. Longo até mesmo para padrões de uma ciência que trabalha com um histórico de milhões e milhões de anos.

Entender as rochas é entender até como viemos parar aqui, bem como isso influenciou nosso mundo, nossa civilização. Emissões de metano afetam nosso planeta, por ser um poderoso gás de efeito estufa, já que ele chega lá em cima e se transforma em dióxido de carbono e aí a caca está feita. Muito dessa informação é obtida apenas datando rochas.

Pesquisa aponta que deficiência de vitamina D pode estar associado com esclerose múltipla

Deficiência de calciferol, também conhecido como vitamina D, causa sérios problemas. Como desgraça pouca é bobagem, uma recente pesquisa mostrou que bebês que nascem com baixos níveis de vitamina D estão mais propensos a desenvolver a esclerose múltipla mais tarde do que os bebês com níveis mais altos de vitamina D.

A pesquisa preliminar ressalta, entretanto, que outras pesquisas são necessárias, pois Ciência não é como a igreja da esquina que diz que só ela está certa e todos estão errados; ainda assim, é algo muito importante para ser descartado.

Narcisistas adoram tirar onda em redes sociais

O título parece um sonoro lampejo do óbvio. Talvez porque seja, mesmo. Mas Ciência é baseada em testar hipóteses, por mais óbvia que pareçam. Sendo assim, pesquisadores começaram a estudar pessoas e suas relações com redes sociais e chegaram à conclusão que narcisistas adoram tanto a si mesmos que fazem de tudo para aparecer, inclusive enchendo a droga do saco, de forma que você e todo mundo saibam disso.

Desde o número de amigos, até a quantidade de postagens por dia (normalmente, um monte de inutilidades, lixo e merda em geral), tudo isso já vem sendo tabulado há muito tempo em cerca de mais de 60 estudos. Agora, uma revisão completa e tabulação desses dados dá maior acurácia ao que vem sendo analisado nesse tempo todo.

A Energia de Naves Espaciais

Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.

Pesquisadores do JPL desenvolveram um sistema de geração de energia por radioisótopos, que por meio de liberação de energia térmica, conseguem produzir eletricidade para alimentar os circuitos do Curiosity. Neste vídeo que eu legendei aprenderemos um pouquinho a mais sobre isso.