Darwin indiano chama mais um por brincar com cobra

O TikTok foi uma das melhores invenções da humanidade… pelos motivos errados. Esse laboratório a céu aberto da estupidez humana onde a Ciência de Darwin ganha episódios em tempo real. É a plataforma onde receitas de bolo com Coca-Cola viram PhD em Gastronomia, onde rebolar de shortinho vira carreira promissora e onde enfiar o pescoço numa cobra venenosa é confundido com “conteúdo de qualidade para toda família”.

Se você ainda tinha dúvidas de que a evolução humana deu uma paradinha para tomar um cafezinho, é só dar uma passadinha no TikTok às 3h da manhã. É como um National Geographic dirigido por quem cheirou muita cola no colégio e apresentado pelo Zé do Caixão. Continuar lendo “Darwin indiano chama mais um por brincar com cobra” →

Religiosa resolve seus problemas arrancando ladrilho para Chá de Entulho Santo

Para vocês que ainda insistem em fingir surpresa com a estupidez humana e tentar encontrar lógica onde só existe vazio neuronal, dessa vez, se vocês tiverem vergonha na cara, irão acordar finalmente e descobrir que a Humanidade inventou uma nova forma de dizer “sou imbecil, sim, e farei todo mundo descobrir isso”. A bola da vez aconteceu em Canindé, uma cidadeca nos cafundó do coitado do São Francisco, no interior do Ceará; uma cidade imensa com impressionantes 3.032,39 km² de área (o município de São Paulo tem 1.521 km²), com 74 mil (e não milhões, claro) habitantes. Deve ser um lugar maravilhoso, pois seu vizinho deve estar a dois dias de viagem de você. Mas só isso, mesmo.

Neste recantinho maravilhoso, uma multidão de gênios decidiu prover tratamento médico a si mesmos por meio de algo bem… alternativo: que arrancar ladrilhos de uma estátua de São Francisco e transformá-los em chazinho com a expectativa de curar doenças. Ladrilhos, pessoal. Material de construção. Virando bebida medicinal! Continuar lendo “Religiosa resolve seus problemas arrancando ladrilho para Chá de Entulho Santo” →

Moldávia revelada entre vinhas e memórias

Entre a Romênia e a Ucrânia, espremida como um diamante bruto entre dois gigantes, existe um país que poucos conseguem localizar no mapa, mas que, uma vez descoberto, jamais se esquece. A Moldávia: 33.846 km2 de terra que abraça o rio Dniester, onde vivem 2,6 milhões de almas que guardam uma das tradições vinícolas mais antigas da Europa. Aqui, em adegas que descem até 120 metros de profundidade, dormem vinhos que rivalizem com os melhores do mundo. Esta é uma jornada às raízes de uma nação que renasceu das cinzas da União Soviética, mas cujo coração bate há mais de 600 anos. Bem-vindos à Moldávia, onde cada paisagem conta uma história de resistência e cada gole de vinho carrega séculos de tradição. Continuar lendo “Moldávia revelada entre vinhas e memórias” →

Esposa faminta e salgado inexistente acabam em pancadaria

O amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente. pelo menos, para autores portugueses, porque na Índia a parada não rola assim. O que era para ser um jantar normal, como outro qualquer, se tornou um conflito familiar digno de reality show, com direito a pancadas, cintos voando e viralização instantânea nas redes sociais. Motivo? Um salgado, porque todo mundo sabe que não se nega guloseimas a cremosas famintas.

Preciso dizer qual lugar da Índia foi? Continuar lendo “Esposa faminta e salgado inexistente acabam em pancadaria” →

A inusitada viagem transcontinental dentro de uma caixa

Você sabe, a Austrália é um grande deserto, com alguns poucos lugares habitados; mas, em 1964, a Austrália era bem pior, portanto, era preciso levar mais gente pra lá. Tenha isso em mente quando falamos de um dos períodos mais ambiciosos de sua história migratória. O programa “Populate or Perish” (“Povoar ou Perecer”), concebido pelo governo de Ben Chifley em 1945 e implementado pelo Primeiro-Ministro da Imigração, Arthur Calwell, transformou o país numa terra de promessas para mais de 1,5 milhão de britânicos no pós-guerra. Conhecidos como “Ten Pound Poms” – uma referência às dez libras que pagavam pela passagem subsidiada –, esses imigrantes formaram uma das maiores migrações planejadas da história moderna.

Entre eles estava Brian Robson, um galês de 19 anos de Cardiff, que havia embarcado no programa de imigração assistida com os olhos brilhando de expectativas. O problema foi encontrar a realidade australiana e, apesar da propaganda oficial que pintava a Austrália como uma terra de oportunidades infinitas, onde o sol brilhava eternamente e os empregos abundavam, não era bem assim. Nunca é bem assim nesse tipo de promessa. E daí, Brian resolveu voltar para casa… numa caixa num fedido compartimento de carga. Continuar lendo “A inusitada viagem transcontinental dentro de uma caixa” →

Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)

Não há nada que impeça um bebum de fazer bebunices, não importa quais. Bastou o cara entornar algumas que fica em órbita e comete o melhor do pior da insânia. É sempre fascinante ver como a humanidade consegue equilibrar feitos extraordinários, como descobrir a penicilina e mandar o Homem à Lua, e ao mesmo tempo consegue demonstrações épicas de cretinice, tipo despejar cerveja goela abaixo de um elefante.

Hein? Pois é, um espanhol resolveu que o Jotalhão merecia curtir uns momentos de relax e uma happy hour paquidérmica e dividiu uma cervejinha com ele, para emputecimento dos conservacionistas.

Manguaçando ao passo do elefantinho, essa é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)” →

Talin, a cidade em que o tempo sussurra histórias antigas

O Norte Europeu  é como uma imensa coroa de cultura e magnificência, em que cada cidade é uma joia fabulosa que ornamenta a obra final. Talin é a joia medieval da Estônia; um desses raros refúgios onde o passado e o presente se entrelaçam como os galhos de uma árvore ancestral. Em cada pedra de suas muralhas, em cada torre que toca o céu, há segredos sussurrados por séculos.

Aqui teremos mais um vídeo em timelapse a atravessar esse véu encantado, onde a luz e a sombra pintam a cidade como se fosse um sonho em movimento. Continuar lendo “Talin, a cidade em que o tempo sussurra histórias antigas” →

Padre não gosta de nome esquisito e família não-católica fica bolada no batismo

Uma coisa que eu não entendo é pessoal que não segue uma religião querer participar de cerimônias dessa religião por puro aparato social. Daí, ficam tirando coisas da bunda para reclamar quando o clérigo dessa religião coloca empecilhos porque o pessoal idiota não estava preparado. O caso de hoje é o casal sem-noção que foi batizar a filha com nome esquisito e o padre não gostou muito. Da´[i pessoal xingou muito em rede social, como sempre Continuar lendo “Padre não gosta de nome esquisito e família não-católica fica bolada no batismo” →

Cidade do México: um destino, mil histórias

No coração pulsante das Américas, onde o tempo dança entre o passado e o presente, ergue-se uma metrópole como nenhuma outra: a Cidade do México. Densa, vibrante e cheia de vida, esta capital em altitudes celestiais é mais que um destino: é uma experiência que atravessa séculos. Neste lugar onde os deuses astecas sussurram entre as ruínas e os ecos coloniais ainda ressoam entre as pedras, cada esquina conta uma história, cada sombra guarda um segredo.

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Quando a Pepsi prometeu dar um avião de combate em troca de tampinhas (ou quase isso)

O marketing corporativo vive numa corda bamba fascinante entre o genial e o catastrófico. De um lado, temos campanhas lendárias que definem décadas, como o “1984” da Apple ou a família Volkswagen dos anos 60, que transformaram produtos em ícones culturais. Do outro extremo, encontramos desastres épicos que se tornam estudos de caso sobre como não fazer propaganda. Como foi o caso da Jaguar e sua propaganda… esquisita e que envelheceu pior que leite no sol.

Entre esses dois extremos existe um território pantanoso onde habita a grande maioria das campanhas publicitárias: as promoções. Elas não deveriam ser problemáticas, mas aí entra em cena executivos ambiciosos decidem que ser esquecível não é uma opção. Quando departamentos de marketing começam a flerte com o extraordinário sem consultar adequadamente o jurídico, quando a criatividade atropela o bom senso, e quando uma simples campanha promocional se transforma numa bomba-relógio legal esperando para explodir na cara da empresa. E isso acarreta uma promoção em que você poderia ter um avião de guerra. Continuar lendo “Quando a Pepsi prometeu dar um avião de combate em troca de tampinhas (ou quase isso)” →