1000 pedradas no céu noturno

Pelo Sistema Solar circulam um monte de pedregulhos. Quando o pedregulho vem tranquilo pelo Espaço, ele se chama “asteroide”. Mas se adentra a atmosfera da Terra, recebe o nome de “meteoro”, e depois que cai, a rocha lá formada recebe o nome de meteorito, a não ser que você seja um descendente de dinossauro, porque aí iria dizer “ANJO SURDO DO CARALHO!”

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O cometa dando marcha ré

O cometa C / 2020 F3 (também chamado de NEOWISE) agora é modinha. Tudo mundo quer falar dele. Óbvio, eu vou na modinha também! O vídeo a seguir detalha o cometa NEOWISE visto da Itália subindo sobre o mar Adriático. Se o bando de retardados que acreditam que a Terra é chata feito pizza e não gira ao redor de nada, deve ser interessante ver o NEOWISE dar marcha ré. Eu sei, eu sei, vão falar que é um vídeo ao contrário. Deixemos estes imbecis com seus retardos.

O vídeo em time-lapse combina mais de 240 imagens tiradas em 30 minutos. O cometa é visto subindo através de um primeiro plano de nuvens noctilucentes brilhantes e ondulantes, e diante de um fundo de estrelas distantes. Podia ter colocado uma musiquinha de fundo, né? Bem, vamos ao vídeo, chiquitito, pero cumplidor.

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As voltinhas que nossa Lua dá

lua

Ninguém vê a Lua em toda sua grandiosidade. Ok, pelo menos, ninguém aqui  na terra. Por causa da sincronia do seu movimento com a terra, a mesma face fica sempre virada para nós. Só que nós temos duas coisas fantásticas: nosso conhecimento científico e nosso desenvolvimento tecnológico. Isso nos possibilitou ver a Lua em movimento de rotação, mostrando todos os seus segredinhos que ela pensou estarem escondidos.

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As voltas que o mundo dá como as voltas que as estrelas deram

Você está acostumado a ver vídeos no estilo time lapse com o movimento aparente das estrelas, com elas caminhando pela abóbada celeste. Claro, sabemos que não é bem esse o caso, mas que a Terra é que se move em várias direções e de diferentes formas. Já pensaram se o vídeo levasse isso em conta? Bem, um camarada chamado Bartosz Wojczy?ski pensou.

Bartosz montou sua câmera de forma a girar a determinada velocidade para que as estrelas permanecessem fixas e, claro, o chão que ficasse rodando, capturando imagens de forma que cada hora seja comprimida em um segundo.

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Cogitando sob os céus do Atacama

Esbarrei com esse vídeo e me lembrei do Cogita. O Cogita é uma excelente pessoa no Twitter. Tão excelente que eu tenho vontade de bater nele só pela calma e tranquilidade que ele carrega, que por sinal me dá nos nervos! Me lembrei dele justamente pela viagem que fez pelo deserto de Atacama, um dos poucos bastiões da verdadeira noite escura, longe da civilização, luzes artificiais e gente escrota que possa incomodar a observação do céu.

Graças à umidade relativa do ar ridícula (tem regiões que não chove há séculos!), a noite é límpida, sem interferência, excelente para fotografias, filmagens e vídeos feitos com lapso de tempo, ou time lapse ou seja lá coo você chama.

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Um universo, várias vidas, uma história

Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje

Este vídeo magnífico e profundo (apesar da trilha sonora ser chata) mostra esta história, ainda que de forma resumida. Discute nossa própria existência sem dizer nada, mas mostra o pior de nós, mas nossas conquistas também

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Um Natal Explosivo pra vocês, com vídeo de brinde

Hoje é aquele dia especial. O dia da Vitória, em que ele veio para fazer a diferença e acabar com o vício, a maldade e o pecado, livrando-nos das pessoas más. Obrigado John McClane. Mas não é só isso, é um dia que revemos nossos parentes, enquanto algumas criaturas retardadas cismam de arrumar problema no dia mais importante do ano (qualquer dia em que você pode sentar e comer até o botão da calça estourar e seu estômago te xingar é um dia importante).

Saindo um pouco do assunto, já que desejar Feliz Natal é de praxe, mas eu queria algo mais, vocês já pensaram no que acontece nos solstícios? É quando os dias começarão a ficar mais longos (ok, isso é um processo contínuo, e não apenas agora). Pense que maneiro seria se alguém fizesse um timelapse do teto para fotografar o céu e, com isso, montar um vídeo. Legal, né? Bem, foi o que fizeram.

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Menage a trois espacial pego em vídeo

Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.

Em fins de novembro, teve lugar nos céus amigos uma conjunção entre a Lua, Júpiter e Vênus. Os três, alinhadinhos, ficaram ali por alguns dias, e embora j´-a tenham se despedido, muitas pessoas registraram o fenômeno.

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Um cometa que nos visita, mesmo estando longe

Eu adoro cometas. Aquele astro lá, dando altos rolês pela galáxia enquanto todo mundo fica nas suas órbitas elípticas. Não que cometas não tenham órbitas elípticas, mas é muito mais maneiro você passar por vários planetas, alguns sistemas solares, talvez galáxias? Não, aí já é querer demais. A trajetória do cometa C/2018Y1 foi descoberta em 20 de dezembro de 2018 pelo astrônomo amador japonês Masayuki Iwamoto, e, por isso, é chamado Cometa Iwamoto, mas segundo indícios, ele foi observado no ano 648 EC. Em 6 de fevereiro de 2019, o cometa Iwamoto cometa atingiu o seu ponto mais próximo do Sol, entre a Terra e Marte, e no dia 13 desse mês, chegou o mais próximo da Terra, passando bem na frente de uma galáxia espiral com aproximadamente o mesmo brilho: a galáxia NGC 2903.

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H.E.S.S. : o buscador cósmico de raios gama sem ser um cara verde

H.E.S.S. é o acrônimo do Sistema Estereoscópico de Alta Energia. Trata-se de um sistema é um sistema de última geração de análise de raios gama cósmicos baseado em Telescópios Atmosféricos Cherenkov. Ele não é verde nem fica irritado, senhor McGee, mas como telescópios de uma maneira geral já precisam de uma atmosfera muito limpa, com o H.E.S.S. não só não é diferente como precisa maior atenção dada a natureza do campo do espectro a ser analisado. Por isso, o H.E.S.S. foi construído na Namíbia.

O H.E.S.S. tem cinco telescópios, quatro com um espelho de pouco menos de 12 m de diâmetro, dispostos a 120 m de distância um do outro em um quadrado e um telescópio maior com um espelho de 28 m, construído no centro do arranjo, com uma das mais modernas tecnologias de telescópios, mas com um site podre.

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