Os tornados magnéticos de Júpiter

Júpiter, além de ser um planeta grandão que te deixa sem chão, sempre tem uma surpresa ou outra por ser enorme e… coisas muito estranhas acontecem lá, e eu não estou falando (dessa vez) daquela imensa tempestade muitas vezes maior que a Terra. Agora ele tem também tempestades magnéticas! Continuar lendo “Os tornados magnéticos de Júpiter”

Artigos da Semana 231

Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.

Semaninha interessante essa.

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O planeta que te deixa sem chão

Eu gosto de alguns conceitos são totalmente estranhos para nós. Por exemplo, você fica em pé aqui na Terra, anda de um lado para o outro, pega carro, ônibus e metrô. Legal, né? Você jamais poderia fazer isso em Júpiter, pois o Planetão Gigantão não tem chão. Não, nenhuma superfície. Não há nada para andar e nenhum lugar para pousar uma nave espacial.

Mas como pode ser isso? Se Júpiter não tem superfície, o que ele tem? Como pode se manter unido? Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo. É um dos conceitos que mais vai de encontro ao nosso senso comum: Júpiter é um mundo sem superfície, o que é realmente difícil de entender. Continuar lendo “O planeta que te deixa sem chão”

Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado

Imagine um mundo onde os oceanos estão escondidos sob uma camada espessa de gelo, protegidos da radiação mortal do espaço. Este não é um cenário de ficção científica, mas a realidade das luas Europa, de Júpiter, e Encélado, de Saturno. Recentes experimentos da NASA sugerem que esses oceanos ocultos podem não apenas existir, mas também abrigar sinais de vida. Continuar lendo “Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado”

A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa

A Grande Mancha Vermelha (GMV) de Júpiter é uma das características mais icônicas do nosso Sistema Solar. Observada pela primeira vez por  Giovanni Domenico Cassini (1625 – 1712), essa tempestade persistente é uma região de alta pressão com ventos que podem atingir até 432 km/h. Sua cor vermelha é resultado de complexas reações químicas na atmosfera jupiteriana.

Agora, pesquisadores estão bem prestando a atenção na GMV e procurando responder outra coisa: há quanto tempo aquela tempestade está “tempestando”? Continuar lendo “A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa”

O baile das esferas jupiterianas

Júpiter e suas luas se movem como nosso Sol e seus planetas; por isso, é usado como modelo para entender nosso próprio Sistema Solar. Júpiter possui rotação, girando ao redor de si mesmo enquanto seus satélites revoluem em tono do Planeta-Rei. A rotação de Júpiter pode ser observada rastreando cinturões escuros e zonas claras circulantes, num espetáculo próprio.

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Quando Galileu, o voyeur, ficou observando duas senhoras se encontrando

Em 18 de outubro de 1989, teve início oficialmente a missão Galileo com o lançamento de que consistiria de um orbitador e de um sonda atmosférica  para estudar o planeta Júpiter, seus satélites e o que estivesse dando sopa no Sistema Solar. Sim, nós inclusive. Nós e a Lua.

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O suave voo da sonda Juno por Ganimedes

Em 7 de junho de 2021, a espaçonave Juno voou mais perto da lua incrustada de gelo de Júpiter, Ganimedes, do que qualquer espaçonave em mais de duas décadas. Menos de um dia depois, a Juno fez seu 34º sobrevoo por Júpiter.

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