As prateadas fases de luar para 2021

Olá, como estão as férias de vocês? Ops, vocês não estão de férias, nem passeando nem se divertindo nem nada que um ser humano normal faz quando está de saco cheio de tudo e tem uma brecha no tempo? Que pena! Eu estou aqui curtindo meu tempo. Onde estou, o ar é limpo e posso ver o céu estrelado, o nascer do Sol e o brilho da Lua ainda que não seja exatamente o brilho dela, mas quem se importa com extrema correção científica? Continuar lendo “As prateadas fases de luar para 2021”

O esverdeamento causado pelo aumento da temperatura global

Todo mundo está preocupado com a perda de áreas verdes. Há também o problema de aumento das áreas verdes, mas a mudança climática que está acarretando isso. À medida que os verões árticos esquentam, as paisagens do hemisfério norte mudam. Usando os dados do satélite Landsat para rastrear os ecossistemas globais da tundra ao longo de décadas, um novo estudo descobriu que a região se tornou mais verde, à medida que o ar mais quente e as temperaturas do solo aumentam o crescimento das plantas.

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Recentes fotos de nosso amigo Sol

O Solar Orbiter é um satélite observador do… Sol. Este satélite foi desenvolvido pela Agência Espacial Europeia, com a missão de realizar medições detalhadas da heliosfera interna e do vento solar nascente do Sol, nosso amigo Sol, apesar de estar lá, bem longe daqui. Não apenas isso, O SOLO faz observações próximas das regiões polares do Sol, o que é difícil de fazer da Terra.

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O fim magnífico de uma relíquia espacial

Na década de 1960, a NASA estava estudando a atmosfera terrestre. Para isso, criou o programa Observatório Geofísico Orbital (Orbiting Geophysical Observatory – OGO). Foram seis satélites lançados pelos Estados Unidos. OGO-1 foi lançado em 4 de setembro de 1964; OGO-2, em 14 de outubro de 196; OGO-3, em 7 de junho de 1966; OGO-4, em 28 de julho de 1967; OGO-5, em 4 de março de 1968 e OGO 6-foi lançado em 5 de junho de 1969.

Todos eles já tinham terminado seu serviço há muito, muito tempo. Todos caíram e viraram caquinha na atmosfera terrestre. Todos, menos o OGO-1, que teve seu fim glorioso em 29 de agosto último, devidamente registrado.

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Fogo no rabo da Ariane e gritaria para mandar tudo pro Espaço

O Ariane 5 é um veículo de lançamento espacial de carga pesada desenvolvido e operado pela Arianespace para a Agência Espacial Europeia (ESA), mas eu vou é chamar de foguete mesmo. Não gostou, tô nem aí. Esta gracinha tem cerca de 52 metros de altura, 777 toneladas de massa e dois estágios, sendo ótimo veículo para colocar no Espaço coisas que avoam, como satélites geoestacionários (sim, eu sei que eles não voam nem avoam. Não enche o saco).

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Indra pode olhar pra baixo e ver a Índia agora (por enquanto)

A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.

Em 25 de março de 2020, o governo indiano meteu o louco e colocou sua população em quarentena severa, com direito a maravilhosas imagens da polícia solicitando educadamente que o povo fosse para casa. Isso acarretou numa redução drástica no tráfego de carros, ônibus, caminhões e aviões. E isso foi bem detectado pela NASA.

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Pesquisadores estudam um novo tipo de explosão solar

Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.

Agora, pesquisadores do projeto Solar Dynamics Observatory estudam as causas e feitos desse fenômeno, entendendo melhor como é a dinâmica interna de nossa estrelinha particular.

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NASA e NOAA monitoram fumaça de incêndios

Incêndios, queimadas e florestas ardendo não são uma coisa legal. Enquanto celebridades e vários países disseram que iam mandar aviões de combate a incêndio para apagar a queimadona megablaster da Amazônia (esses aviões já chegaram?), alguém precisa coletar dados de forma a alertar do que está acontecendo (para depois um acéfalo dizer “NASA… Are you sure?”).

Junto com a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera, o NOAA, a NASA desenvolve tecnologias para saber onde está ocorrendo incêndios, mesmo o rabo quente de yo momma!

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O medo que tenta obscurecer a luz, mas passa de mansinho

Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.

Assim como o primeiro hominídeo contemplou aquele grande disco branco e se perguntou que deusa maravilhosa era aquela, hoje vemos Marte e perguntamos sobre ele e o que ele esconde, bem como os seus dois satélites: Fobos e Deimos.

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Histórias de Pescador: Como prometer catar lixo espacial e enganar que vai conseguir

Lixo espacial é um problema. Desde foguetes até uma maleta de ferramentas. O astrofísico Donald J. Kessler propôs a denominada “Síndrome de Kessler”, que basicamente é um conjunto condições caóticas no meio ambiente espacial, inferindo numa tendência de resultar num efeito de colisões e reações em cadeia envolvendo os satélites e outros objetos em órbita ao redor o planeta. Em outras palavras, um objeto perdido como a bolsa de ferramentas voadora da astronauta Heidemarie Stefanyshyn-Piper algum dia pode se chocar com um satélite, cair na Terra ou acertar a Sandra Bullock. Isso não é legal e o George Clooney pode atestar isso. Muitas iniciativas estão em pesquisa para recolher parte dessa lixarada. Alguns estão pensando em nanossatélites agarrando o lixo e tem aqueles que acham que uma rede de arrastão cósmica pode dar conta. Eu só espero que não joguem este lixo no Sol. Isso pode dar dois problemas: O Nuclear e um filme péssimo.

Agora apareceram com uma ideia… como direi… inusitada. Não, péra. Não, não é inusitada. É estupidamente burra, mesmo. Querem arpoar o lixo!

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