
Imagine começar a semana com aquele mal-estar que tem cara de gripe, desses que a gente trata com chá, paracetamol e fé. Agora imagine que o seu trabalho fica num instituto da Sibéria onde se estudam e vigiam algumas das bactérias mais letais que a humanidade já conheceu. Dois dias depois, o chá virou hospital, e o hospital virou quarentena. É mais ou menos assim que começa a história de uma moça de 28 anos cuja morte, nesta semana, fez a palavra “peste” voltar ao noticiário sem nenhum constrangimento medieval, e nos obriga a perguntar se aprendemos alguma coisa nos últimos seis anos ou se apenas aprendemos a fazer pão em casa. Continuar lendo “A pestilenta peste que a OMS diz estar tudo ok”




