Um retratinho mágico do Sol

O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.

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Quando dois buracos se encontram e mexem com tudo

Você ficou maravilhado com a foto do buraco negro? Ótimo! Tem mais afro-buraco pra vocês. Já começa que em 2015 foi comprovada, por meio de detecção direta, ondas gravitacionais. Estes efeitos no Espaço-Tempo tinham sido teorizados pelo tio Einstein e, agora, pudemos ver os seus efeitos. Mas o que acontece quando dois afro-buracos se encontram?

As ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory – Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser) e o VIRGO detectaram outras fusões de sistemas massivos. As interações de dois buracos negros foram analisadas e o resultado é este vídeo.

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Raio-X das turbulências de Perseus

O cluster de Perseus é um aglomerado de galáxias na constelação Perseus e é um dos objetos mais massivos do universo conhecido, contendo milhares de galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás de vários milhões de graus. O telescópio espacial Hubble e o telescópio de raios-X Chandra captaram imagens quando um aglomerado de galáxias pequenas passou perto do cluster, perturbando os gases, formando o que chamamos  de onda de Kelvin-Helmholtz.

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Os segredos do Sol examinados por Fermi

O Telescópio Espacial de Raios-Gama Fermi da NASA é um observatório espacial usado para observações na faixa de raios gama na órbita baixa da Terra, estudando fenômenos astrofísicos e cosmológicos como núcleos galácticos ativos, pulsares, outras fontes de energia e matéria escura.

Agora, o Fermi observou luz de alta energia proveniente de erupções solares localizadas no lado mais distante do Sol, o que nos tem dado muitas informações sobre o Sol e a formação do Sistema Solar.

Alguém aí quer vídeo? Toma vídeo!

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Uma nítida foto do ALMA

NGC 4038 não é apenas uma galáxia espiral. É um grupo delas. Estes grupos recebem o nome de Aglomerados de Galáxias, podendo ser formados por duas ou centenas delas. O NGC 4038 é um grupo de galáxias. Junto com seu grupo-irmão NGC 4039, formam o grupo chamado Galáxias Antenas (o par de longos filamentos de estrelas nelas lembram as antenas de um inseto), um grupo de galáxias relativamente recentes, em plena colisão, estando a cerca de 63 milhões de anos-luz (ou seja, a luz que vemos HOJE saiu de lá quando os dinossauros tinham acabado de ser extintos). O Hubble já as fotografou um dia (falo do telescópio, não do astrônomo), e hoje é possível vê-las com os olhos do ALMA

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