Artigos da Semana 256

Esta foi uma semana de crimes, de perversão, de loucuras. Criminosas cabeludas, gatos traficantes, capivaras escoltando bandidos, castelos mentirosos e… bem, teve divulgação cientifica, mas ninguém é de ferro e precisamos colocar algo que as pessoas não gostem para que as façam refletir.

O que eu não sei. Vão lá ver o que eu postei na semana enquanto tento descobrir.

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Artigos da Semana 255

O mundo das esquisitices está alegre, feliz e satisfeita. Tem loucura de todo tipo. Desde puliça queimando maconha de qualquer jeito, fazendo que uma cidade inteira ficasse doidona, seja o presidente da nação mais poderosa do planeta sacaneando um traficante vagaba ou mesmo um camarão malévolo da pré-hist´[oria. Claro, sempre tem um pouco de normalidade, como ganhadoras de prêmios científicos pelo seu trabalho tão importante.

Tudo isso postado esta semana.

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O monstro marinho que respirava pelo rabo tinha 3 olhos e não era australiano

Normalmente, todo tipo de coisa esquisita, maníaca, assassina e prestes a nos matar vem da Austrália, só que a mais recente esquisitice vem do Burgess Shale, no Canadá, onde pesquisadores identificaram um predador marinho de 506 milhões de anos com características nunca antes vistas. A… coisa é tão bizarra que recebeu até um nome em homenagem a Mothra, o insetão kaiju que enfrentou o Godzilla. No caso, esse ser das profundezas também é um artrópode, mas não um inseto.

Continua sendo feio a dar com pau.

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Grandes Nomes da Ciência: Mariângela Hungria

A mulher que enverga a roupa branca olha pelas lentes de seus óculos a peça de vidro. Uma simples peça de vidro com tampa. Dentro daquela peça de vidro que também tem uma tampa de vidro tem… coisas… coisas vivas. Minúsculos seres que farão a diferença no mundo. Seres responsáveis por alimentar países, erguer nações, acabar com a fome. A mulher do jaleco branco pousa a peça de vidro que é o pequeno universo que ela ajudou a criar, mas ela não é uma mulher qualquer. É alguém paciente, convicta, insistente, e por longas décadas ela logrou o seu intento. Não, ela não é uma mulher qualquer, ela é uma cientista. Ela é Mariângela Hungria. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Mariângela Hungria” →

Cidade turca queima erva mardita e população fica doidona

Meus pais já me alertavam que de boas intenções, a cidade pode ficar emaconhada… ou algo nesse sentido. Vindos das profundezas, meus espiões trazem informações interessantes: vários meganhas turcos resolveram dar fim na erva que passarinho não fuma, a fumaça pegou o sudoeste e afetou a cidade toda, deixando todo mundo pra lá de Ankara.

Arco reflexo? Pessoal lá cantando “maresia… sente a maresia Uuuuuu-hhhuuu” Continuar lendo “Cidade turca queima erva mardita e população fica doidona” →

Equívocos comuns sobre castelos medievais

Quando você pensa em um castelo medieval, o que vem à sua mente? Torres imponentes, cavaleiros com armaduras brilhantes, salões escuros iluminados por tochas e espadas cruzadas nas paredes? Essa imagem é irresistível… e mentirosa

A verdade sobre os castelos medievais é muito mais diversa, surpreendente e, em muitos casos, bem diferente do que o cinema, os livros e as séries nos fizeram acreditar. Eu sou André e farei o favor de acabar com seus sonhos de infância mostrando que tudo o que você acha que sabe sobre castelos é mentira.

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Artigos da Semana 254

Esta é a semana da maluquice. É gente implicando com manguaça e colocando a culpa em entidades mágicas, é mel que deixa pessoal doidão, é vagabundo enriquecendo com bonecas, apelando pro hate de um monte de desocupados, tem anel queimado e teve até a história de quando levaram o cérebro de Albert Einstein para dar um rolê e não devolveram.

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Quando a Grã-Bretanha da Idade do Bronze comercializava com o Mediterrâneo

O estanho era o mineral essencial do mundo antigo. Era essencial fundi-lo com o cobre para produzir o bronze, que por muitos séculos foi o metal preferido para ferramentas e armas. No entanto, as fontes de estanho são muito escassas – especialmente para as cidades e estados da Idade do Bronze, em rápido crescimento, ao redor do Mediterrâneo Oriental.

Embora grandes depósitos de estanho sejam encontrados na Europa Ocidental e Central e na Ásia Central, os minérios de estanho mais ricos e acessíveis encontram-se, de longe, na Cornualha e em Devon, no sudoeste da Grã-Bretanha. No entanto, tem sido difícil comprovar que esses depósitos britânicos tenham sido usados ​​como fonte para os povos do Mediterrâneo Oriental. Assim, por mais de dois séculos, os arqueólogos têm debatido sobre onde as sociedades da Idade do Bronze obtinham seu estanho. Continuar lendo “Quando a Grã-Bretanha da Idade do Bronze comercializava com o Mediterrâneo” →

Artigos da Semana 253

Mais um feriadão pra conta. Tenho até medo de ter gasto todos os feriados, mas chequei o calendário e vamos para outro mês que vem. Excelente! Como sempre sou um cara legal, deixei alguns artigos prontos para vocês não sentirem saudades de mim.

Ah, bem, eis os artigos da semana:

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O Atacama testemunha a Eternidade

No coração árido do deserto de Atacama, onde o tempo parece suspenso e a vastidão sussurra segredos ancestrais ao vento, repousam os olhos mais poderosos da Humanidade voltados para o Cosmos. O Observatório Europeu do Sul (ESO) estabeleceu ali seus três bastiões do conhecimento astronômico, sentinelas solitárias entre montanhas de silêncio e areia. Continuar lendo “O Atacama testemunha a Eternidade” →