Lançados livros de História como você nunca leu. Quem escreveu? Eu, André

Este é um ano que começou com novidades em termos de projetos. Um projeto que eu já vinha conduzindo há um tempo e com cuidado. Algo que finalmente deslanchei (ainda que não totalmente). Então, depois de revisões e tal, começou a saírem eles: meus livros! Continuar lendo “Lançados livros de História como você nunca leu. Quem escreveu? Eu, André” →

Beijing: a dança do Tempo Eterno

Beijing. Um nome que ecoa como ventos ancestrais sussurrando através de muralhas eternas. Um nome carregado de impérios caídos, revoluções flamejantes e silêncios profundos como o mar. No Ocidente, chamamos de Pequim, um reflexo distante de línguas esquecidas, rotas perdidas e eras que se entrelaçam. Dois nomes para uma só cidade, como se um único não bastasse para abarcar sua essência infinita. Continuar lendo “Beijing: a dança do Tempo Eterno” →

Um suspiro chamado Iseltwald

Iseltwald é uma joia delicadamente pousada às margens do Lago de Brienz, no coração do cantão de Berna. Lá, se revela como uma vila onde a Natureza parece sussurrar cantigas entre montanhas majestosas e águas de um azul profundo. A apenas alguns minutos de Interlaken, chega-se a esse refúgio por uma estrada que serpenteia o lago como um convite à contemplação, ou pelo barco que desliza serenamente até o pequeno porto, oferecendo uma chegada quase cinematográfica.

Ali, a turquesa das águas dança com a luz de um jeito quase hipnótico, como se o lago guardasse segredos que apenas os atentos conseguem ouvir. As montanhas ao redor, imponentes e silenciosas, moldam a paisagem como braços que acolhem quem chega, oferecendo abrigo e encantamento. Continuar lendo “Um suspiro chamado Iseltwald” →

A carruagem de pedra de Konark

Você conhece muitas civilizações antigas, como os sumérios, os romanos, gregos, chineses e egípcios. Mas a Índia medieval também produziu impérios que deixaram legados arquitetônicos extraordinários, desde o Vale do Indo no noroeste até os reinos do sul como Vijayanagara, passando pelas dinastias que dominaram a costa leste. Entre essas últimas, a dinastia Ganga Oriental estabeleceu um padrão de ambição arquitetônica que empurrava os limites do que a engenharia da época conseguia realizar. Continuar lendo “A carruagem de pedra de Konark” →

Aventuras Geométricas

Já postei muitos vídeos do Alan Becker, que tem uma longa história fazendo animações Animator x Animation, numa época pré-redes sociais, pré-influenceiros, pré-youtube, pré-qualquer-coisa. Também  postei uma animação enveredando pelo mundo da Física e outro com o poder da Matemática. Postei também o Animation x Coding.

O que poderia compartilhar dessa vez?

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A Saga do Coprólito Viking

Existe uma máxima não escrita no mundo da arqueologia: cave fundo o suficiente e você vai encontrar merda. Literalmente. Mas raramente essa merda vira manchete internacional, é avaliada como “tão insubstituível quanto as Joias da Coroa” e acaba exposta num museu com toda a pompa que normalmente reservamos para relíquias sagradas e tesouros perdidos. Esta é a história do Coprólito do Lloyds Bank, possivelmente o cocô mais famoso da história ocidental; e não, não estou falando do sistema financeiro em 2008.

Ah, e quando falei “essa merda”, não é ofensa ou xingamento, é exatamente o que um coprólito é. Continuar lendo “A Saga do Coprólito Viking” →

O artigo mais demoníaco dos últimos anos

Este é o artigo forjado nos caldeirões fedorentos do Inferno, com as chamas abrasadoras, com o grito desesperado, com o clamor de dor e ranger de dentes. Este é o artigo que aferroa fundo, que promove sofrimento, o artigo sem igual e que mostra a extensão do meu poder. Este é o artigo mais demoníaco dos últimos anos. Este é o artigo nº 6.666.

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Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei

Você adora comemorar réveillon que eu sei. Cair de boca no peru, passar a mão na coxinha da galinha, encher a caveira d álcool e fingir que você não é cuzão por natureza, tudo foi culpa da manguaça. Agora, imagine celebrar o Ano Novo com um ensopado de cordeiro e beterraba, um banquete digno de um rei. Problema que nessa festança, o rei da Babilônia seria arrastado pelos cabelos, forçado a ajoelhar-se e levaria um tapa tão forte no rosto que precisaria chorar de verdade, ou ia dar muito ruim.

Bem-vindo ao Akitu, o festival de Ano Novo da antiga Babilônia, onde humildade real, mitologia sangrenta e banquetes elaborados se encontravam numa celebração que durava mais de uma semana. Continuar lendo “Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei” →

Cozinhe com Darth Vader

Cidadãos do Império, vermes rebeldes, cozinheiros de cantina que ainda acham que “tempero é opcional” e demais formas de vida inferiores que, por algum erro administrativo, ainda respiram. Eu, Grand Moff Tarkin, comandante e governador sob a liderança de nosso magnífico Imperador, a partir deste exato ciclo galáctico, declaro-me cansado desta lavagem que vocês insistem em preparar.

O Imperador não está satisfeito e, por isso, coloco Lord Vader para capitanear a cozinha desta mixórdia que vocês chamam de planeta. Para tanto, instruí-o a criar um canal de culinária, sua escumalha rebelde! Continuar lendo “Cozinhe com Darth Vader” →

A simplicidade da vida rural com comédia made in China

Volta e meia, aparece randomicamente (ok, aleatoriamente, se você não for tão pedante) o vídeo de algumas chinesas em um restaurante. Normalmente, são 4, uma mais velha e as outras mais jovens, e as três jovens são sempre,.. como direi de forma mais educada… estupidamente burras. Então, eu fiquei pensando, de onde elas vieram?

O primeiro vídeo que eu vi delas foi no Twitter, mas colocarei o do YouTube. Já falarei sobre isso.

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