Dois Ivãs entraram numa fria por malocar baseado do comandante

Você tá esperando aquele lance “War, War never changes”. Às vezes “chenja”. Enquanto  você ainda acha que guerra é feita de estratégia, mapas bem desenhados e generais com cara séria apontando para setas vermelhas, sinto informar: você está atrasado alguns séculos. A guerra real, essa que acontece longe das coletivas de imprensa e perto demais da estupidez humana. Nossos amigos Ivãs que o digam.

Dois soldados russos foram amarrados nus a árvores, no meio do frio brutal, porque, segundo os próprios colegas, roubaram… Comida? Armas? Passaram a mão na bunda do oficial? Não! Eles roubaram a maconha do comandante. Não, não é metáfora. Não é sátira. É só a realidade, nua e pendurada num tronco congelado. Continuar lendo “Dois Ivãs entraram numa fria por malocar baseado do comandante”

Chapados no deserto: como os egípcios construíram pirâmides sob efeito de ópio

Sabe aquela teoria conspiratória de que as pirâmides foram construídas por alienígenas porque seria impossível erguer aquelas estruturas monumentais com a tecnologia da época? Pois bem, a ciência acaba de oferecer uma explicação muito mais… terrena. E quimicamente alterada. Acontece que o pessoal do Nilo pode ter tido um segredinho para tornar o trabalho braçal mais suportável: ópio. Muito ópio. Tipo, ópio no café da manhã, ópio no almoço, ópio antes de dormir, ópio junto com ópio. Se você acha que o vício em cafeína do escritório moderno é problemático, prepare-se para conhecer uma civilização inteira que pode ter operado sob o efeito permanente de opiáceos.

Um estudo recente acaba de jogar uma bomba historiográfica: o uso de ópio no Antigo Egito não era ocasional, esporádico ou medicinal. Era corriqueiro, cultural. Parte de um café da manhã completo de 3.000 anos atrás. Continuar lendo “Chapados no deserto: como os egípcios construíram pirâmides sob efeito de ópio”

Meganhas de Shiva catam Breaking Bad versão xarope

Sabe aquela cena clássica de filme policial em que os traficantes escondem drogas dentro de produtos inocentes e você pensa “HAHAHA, roteirista idiota. Ninguém inventaria tamanha idiotice”? Pois bem, no sábado passado, dia 18 de outubro, uma operação conjunta entre a polícia e o departamento de impostos especiais (Haddad: Hein? Impostos? Impostos! Queremos!) interceptou dois caminhões-contêiner com um carregamento inusitado: alguns caminhões estavam, supostamente, transportando batatas fritas e salgadinhos. O que encontraram? Ele, o Plot Twist: Eram garrafas de xarope.

MAS CALMA! Porque entra em cena o Plot Twist Triplo Carpado: eram xaropes que passarinho não usa para acalmar a tosse, já que eram proibidos por excesso de codeína.

Ahá! Eu não disse até agora onde era: O meu lugar favorito: Uttar Pradesh! Continuar lendo “Meganhas de Shiva catam Breaking Bad versão xarope”

Pó que passarinho não cheira faz professora confundir aluno com cachorro

Existe um tipo especial de burrice criminal que merece aplausos de pé: aquele tipo de burrice insana que envereda pro crime, mas de uma forma tão tosca que não se sabe se você é reconhecido como imbecil, criminoso ou digno de pena. Há aqueles que você é a soma dos 3, e cabe à Justiça fingir seriedade para lidar com o ápice da tosqueira, mas com os limites que ser burro não é crime.

Um exemplo disso é a professora que foi tão chapada pra escola que já estava tendo alucinações na base de confundir um de seus alunos com o cachorro (não que alunos não se comportem como animais, mas não doguinhos, que são fofos, diferentes dos alunos). Continuar lendo “Pó que passarinho não cheira faz professora confundir aluno com cachorro”

O gênio do crime que saiu do julgamento pela porta da frente e voltou pela dos fundos

Do alto do meu ceticismo eu acho que já vi de tudo, e nada me surpreende. Infelizmente, morar no Brasil nos dá a capacidade X-Men de se surpreender com brasileiro e suas insânias, graças à sua genialidade invertida, sua criatividade para o absurdo, sua maestria em transformar vitória em derrota num piscar de olhos.

Um sujeito foi absolvido de assassinato na terça-feira, dia 9 de setembro, o que parece ser um número cabalístico do Inferno, já que logo em seguida ele foi em cana. Motivo: tinha levado droga pro tribunal. Continuar lendo “O gênio do crime que saiu do julgamento pela porta da frente e voltou pela dos fundos”

Arranca-rabo entre vereadores por causa de papel e LSD

Se tem uma coisa que o Brasil domina com maestria é transformar discussões sérias em novelas mexicanas de quinta categoria, com direito a vilã, mocinha, tapas retóricos e, claro, pedidos de cassação com trilha sonora dramática. Desta vez, o palco foi a sempre serena (só que não) Câmara Municipal de Curitiba, onde uma audiência pública sobre segurança, saúde e políticas de drogas terminou em gritaria parlamentar (se teve dedo no cu, não informaram) e acusações de todo tipo para todos os lugares, e isso por causa de um folder, ao que muitos só faltaram perguntar se queriam folder com avida dos que estavam lá.

Acompanhando rinha de parasitas curitibenses, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Arranca-rabo entre vereadores por causa de papel e LSD”

Florida Man mete o louco, toma meta, se mete a besta e polícia mete pombo sem asa nele

Senhoras e senhores, abram espaço, pois temos um forte concorrente ao troféu “Florida Man do Ano”. Um homem em Polk County, Flórida, decidiu comemorar o Memorial Day da maneira mais tradicional possível: nadando pelado (mentalmente) num lago infestado de jacarés, recusando salva-vidas, rosnando para civis e, como cereja no bolo, atacando policiais com tesouras de jardim. Tudo isso antes de, claro, ser baleado. Várias vezes. E sim, ele morreu. Porque é isso que acontece quando você mistura metanfetamina, répteis e jardinagem agressiva. Continuar lendo “Florida Man mete o louco, toma meta, se mete a besta e polícia mete pombo sem asa nele”

O presidente que trolou o traficante pé de chinelo

Algumas histórias são tão absurdas que com certeza só podem ser verdade, já que nem com todo LSD do mundo se pensaria num roteiro como a história que eu irei contar hoje. Ela fala de um presidente, assessores de marketing, um plano de governo, um pessoal envolto com um passado não muito legal e um bucha de canhão. Essa é a história de um saco de crack, um presidente e um traficante burro feito uma porta que caiu numa armadilha das mais toscas. Continuar lendo “O presidente que trolou o traficante pé de chinelo”

Cidade turca queima erva mardita e população fica doidona

Meus pais já me alertavam que de boas intenções, a cidade pode ficar emaconhada… ou algo nesse sentido. Vindos das profundezas, meus espiões trazem informações interessantes: vários meganhas turcos resolveram dar fim na erva que passarinho não fuma, a fumaça pegou o sudoeste e afetou a cidade toda, deixando todo mundo pra lá de Ankara.

Arco reflexo? Pessoal lá cantando “maresia… sente a maresia Uuuuuu-hhhuuu” Continuar lendo “Cidade turca queima erva mardita e população fica doidona”

O lado alucinante do mel

Nem todo mel adoça, ao contrário do que você possa pensar (e não estou falando de produto adulterado). Ao contrário do que o paladar está acostumado — aquele toque suave e dourado que acompanha o chá ou se espalha sobre torradas — existe uma versão um tanto quanto inusitada que sorrateiramente nos traz tanto o fascínio quanto perigo. Chamado popularmente de “mel louco”, este produto exótico tem uma história marcada por rituais, intoxicações e batalhas vencidas sem espadas. Continuar lendo “O lado alucinante do mel”