Google cafetizando produtor de conteúdo não-adulto

Há muito tempo eu tinha percebido algo interessante: o crescimento de gente que chegou aqui no site vindo e link do ChatGPT. Os do Google estão diminuindo. Uma coisa que eu já tinha percebido antes disso é como buscando no Google coisas que eu tenho aqui no blog, mesmo com citações imensas e textuais do que tenho aqui, o Google… não encontra. Isso refletiu na queda de visitações que, agora, está lentamente subindo.

Então, um vídeo do Tubo me deu um outro vislumbre. Continuar lendo “Google cafetizando produtor de conteúdo não-adulto”

O falecimento da Internet

Uma das maiores invenções do século XX foi a computação pessoal. Saímos dos grilhões que dependíamos de terminais burros acessando mainframes. Cada um podia ter seu próprio computador, fazer seus próprios programas ser senhor do seu pequeno mundo virtual. O problema é que você tinha que saber muito de eletrônica, tinha que saber muito de programação e ter o seu próprio computador mas para simples satisfação pessoal, o que não ajudava muito. Então, surgiu o Altair: sabendo programação, você podia usar as chavinhas para programá-lo. Veio Steve Wozniak e fez algo amigável. Veio os diferentes tipos de computadores (Commodore, Z-Spectrum, Amiga etc). Cada máquina com seu Sistema Operacional próprio. E então, o IBM-PC e o mundo foi outro. Você podia instalar o DOS e ter uma imensa variedade de programas, com a grande virada do Windows, que transformou tudo em muito mais amigável.

Ah, sim, veio o MacOS que jura que foi kibado pelo Windows, mas sabemos muito bem que tio Bill Gates pagou uma grana gostosa para a Xerox para ter a interface gráfica, enquanto a Apple praticamente roubou na cara dura com anuência dos executivos da fábrica de copiadoras, no que resultou em pedido de demissão em massa do PARC da Xerox. Continuar lendo “O falecimento da Internet”