A panificadora indiana de fundo de quintal

O pão é uma das maiores invenções da Humanidade. Fácil de fazer, fácil de transportar, fácil de comer, armazena energia e sem ele não tem cachorro quente ou hambúrguer. O pão é conhecido de várias sociedades antigas, como romanos, gregos e egípcios, mas praticamente não existe uma tradição de panificação na Índia. Foram os portugueses que introduziram o pão, mas tiveram problemas. Era difícil encontrar itens como forno ou fermento para fazer pão; assim, um padeiro português criou uma espécie de pão que ficou conhecido como pav. Como não havia fornos na Índia, pois eles não assavam suas comidas, o Tuga fez um forno improvisado com superfície quente.

Daí em diante, os indianos passaram a ter pães e criaram muitas receitas. Hoje, eles fazem até os pães que estamos acostumados aqui no Brasil. O problema é que alguns indianos fazem comidas em qualquer fundo de quintal e, claro, regulamentos sanitários são ignorados.

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Inaugurada réplica do Colosso de Constantino

Não basta ser um imperador. Todo mundo precisa ver que você é um imperador. Sei lá, vai que duvidem ou digam que não votaram em você para imperador. Tudo bem que no caso dos romanos, eles realmente eram eleitos (pela guarda pretoriana, na maioria das vezes). Um exemplo disso é Constantino, o Grande. Como tal, ele era reverenciado e várias estátuas foram construídas em sua homenagem, mas nenhuma sobreviveu intacta. A solução é qual? Fazer a sua própria estátua com blackjack e prostitutas poliuretano e alumínio. Continuar lendo “Inaugurada réplica do Colosso de Constantino”

Placa encontrada joga maldição em casal

A prática de evocar maldições através de textos escritos é um fenômeno recorrente em várias culturas ao longo da História. Desejar o pior pro amiguinho é algo contumaz e muitos textos oferecem uma visão única das crenças e práticas espirituais de seus tatatatataravós. Por exemplo, no Monte Ebal, em Israel, foi descoberto uma tábua contendo maldições; esta tábua data do final da Idade do Bronze II, e foi escrita em um script proto-alfabético, considerada a inscrição hebraica mais antiga já descoberta em Israel.

Mas nem só de tábuas de argila vive o pessoal que roga praga em tudo. Era muito comum escrever maldições em placas de chumbo, como as que foram achadas no Mediterrâneo; nesse caso, eram cerca de seiscentos textos de maldições latinas datando do século II A.E.C.. Agora, a mais recente descoberta foi feita em Rostock, Alemanha, em que uma tábua contendo maldições do século XV foi encontrada e é… interessante. Continuar lendo “Placa encontrada joga maldição em casal”

Pesquisadores descobrem que romanos não eram tão limpinhos assim e carregavam até percevejo consigo

Os romanos, conhecidos pelas suas proezas em engenharia e contribuições para a saúde com seus famosos banheiros públicos, privadas comunitárias, com um sentadinho do lado do outro, podem ter deixado um legado inesperado na Grã-Bretanha: os percevejos. Arqueólogos que trabalham em Vindolanda, uma guarnição romana ao sul da Muralha de Adriano, em Northumberland, fizeram uma descoberta rara que lança luz sobre a origem de percevejos na terra do pessoal do chá das 5. Continuar lendo “Pesquisadores descobrem que romanos não eram tão limpinhos assim e carregavam até percevejo consigo”

Momento comemorativo: este é o artigo número 6000

Este é um artigo especial. Especial e muito amado. Muito amado pois são 18 anos. Este é um artigo comemorativo. Um artigo que mostra o quanto meu site é infinito, eterno, resiliente. Este é o hexamilésimo artigo, o artigo número 6000! Continuar lendo “Momento comemorativo: este é o artigo número 6000”

Artigos da Semana 190

Tá a maior chuva aqui agora. Ia dar uma olhada pela janela, mas estou sem minha roupa de mergulho. Está chovendo aí? Se estiver, verifique se é dia de finados. Deís, veja o que eu publiquei durante a semana.

Ah, e amanhã terá um artigo comemorativo.

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Tem mais igrejas que hospitais e escolas, e eu sei muito bem o motivo

Algumas notícias são bem óbvias e todo mundo que tenha 3 neurônios não só sabe, como compreende o motivo. Obviamente, restam os 99,99999999% da população que apenas reagem, mas não entendem; e a notícia dessa semana é a afirmação do óbvio: tem mais templos religiosos do que hospitais e escolas. Aí todo mundo OHHHHH.

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A obra de arte branca tóxica

Eu já postei um artigo falando de um dos maiores assassinos: o alvaiade. Sendo um excelente corante branco, ele era usado direto como maquiagens e pinturas. Sabe quem usou o distinto pigmento também? Leonardo da Vinci. Sim, isso mesmo! Ainda mais porque o óxido de titânio ainda não tinha sido descoberto.

Uma nova análise mostra que amostras da Mona Lisa e da Última Ceia sugerem que Leozão experimentou empregar óxidos de chumbo II para fazer uma camada branca que serviria de base para pintar em cima. Continuar lendo “A obra de arte branca tóxica”

Um timelapse verdadeiramente escocês

Eu não preciso falar muito da Escócia., Você sabe, os kilts, as gaitas de fole, só pode haver um, tudo isso. As Highlands são fascinantes, mesmo sendo um monte de morros, que  difere do Brasil por não ter favela, pois escoceses de verdade são civilizados, ao contrário do brasileiro de verdade.

Deixe-me ver… o que eu posso falar mais sobre a Escócia? Ah, sei lá. Roda o timelapse aí.

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Mãe faz propaganda do negócio mas gente despeitada reclamou

Dizem que a propaganda é a alma do negócio e que não existe má propaganda, e sim propaganda. Pelo visto, uma Florida Woman (sempre os nativos deste maravilho estado, a versão americana de Uttar Pradesh) resolveu colocar isso em prática. Algumas mentes conservadoras não estão gostando, só porque ela está buscando o filho na escola.

Ok, talvez não seja bem por isso e sim porque no carro dela tem a URL do Only Fans da distinta mãe. Continuar lendo “Mãe faz propaganda do negócio mas gente despeitada reclamou”