Moda não tão nova: enfiar caldo de galinha na bunda pra ficar com popozão

Redes sociais são ótimas. O problema é o bando de coveiros. Não os que tem a nobre arte de colocar as pessoas no seu último lugar de descanso. estou falando de gente que desencava coisas, principalmente um monte de maluquices que saem por aí andando que nem zumbis, e a bola da vez é gente que faz “tratamentos” enfiando caldo de galinha no seu orifício anal.

Sim, isso mesmo. Meteram caldo Maggi na bunda.

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Artigos da semana 169

O dia amanheceu chuvoso e a semana foi fraca em termos de artigos.De qualquer forma, acho que os dois artigos que eu ensino a resolver o problema do término do Tweetdeck para postar no Twitter compensa os outros que não postei.

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Melhorando ainda mais o Vivaldi para usar como Tweetdeck

Pois é, Tweetdeck is no more. Mas eu e meus servos conseguimos uma solução, usando o Vivaldi e suas abas em mosaico. Uma coisa que me apontaram é o menu lateral do Twitter (Fuck you, X, you can suck my dick!), coisa que o Tweetdeck não tem/tinha e ainda deixa um pouco feio. Tem como resolver? Claro que tem!

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A austera, culta e bela Munique

Essa é a sua timelapse de quinta-feira. Eu gosto de postar timelapses, já falei isso, e este é um do Fotogruppe Muenchen. Fazendo jus ao nome, é um timelapse de Munique, a capital bávara fundada em 1589 por monges, daí o seu nome, tendo sido berço de acontecimentos históricos, ou simplesmente lar de pessoas que nem sempre sabem o que sua cidade abriga. Outros sabem e sentem orgulho. Talvez seja mais uma cidade, mais um timelapse, mais um vídeo. Mas é interessante ver estes lugares. È um show de turismo sem ser para ser algo com fins turísticos. É apenas um vídeo. Ou talvez não seja só isso.

Depende de quem vê.

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Um substituto para o Tweetdeck

Pessoal está a todo momento lembrando e relembrando a proposta do Tweetdeck (a melhor forma de usar o Twitter. Foda-se se estão chamando de X. TWITTEEEEEEEEEEER!!!!!!!). Basta o Tweetdeck dar alguma rabeada e geral já manda: TWEETDECK VAI MORRÊÊÊ!!!, na melhor das paranoias. Claro, eu também não quero deixar de usar o Tweetdeck, principalmente por causa dos painéis, já que ir e voltar da página inicial, para as mentions, para as DM, de volta para a página inicial é um saco. Será que tem como resolver isso?

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Enviar coraçãozinho dá BO no Kuwait e Arábia Saudita

Eu não sei por que alguém em juízo perfeito iria para Dubai ou Arábia Saudita, salvo se for por necessidades de trabalho. Tem alguns malucos que vão a passeio, mas eu sinceramente não recomendo. Um dos motivos é que se você for pego mandando coraçãozinho (o vermelho, claro, original sempre!), pode muito bem ir em cana e ver Maomé nascer quadrado. Continuar lendo “Enviar coraçãozinho dá BO no Kuwait e Arábia Saudita”

Artigos da semana 168

O dia dos pais foi animado aqui. Até ganhei uma lavadora de alta pressão. Basiquinha, mas show de bola, ótima pro que eu preciso. Espero que vocês tenham passado um bom dia dos pais e vamos logo pro que foi postado na semana, apesar de não ter nada a ver com a data de hoje.

Feliz Dia dos Pais!

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Sexta Insana Mega Turbo

Eu reservo a Sexta para a Sexta Insana como forma de trazer o conhecimento de todas as maluquices que aparecem pelo mundo afora, o que, claro, não significa que eu só poste às sextas. Hoje eu fui ver o que de imbecil tinha acontecido e era tanta loucura que eu resolvi fazer um resumão de todas as insanas doideiras do mundo afora.

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A cintilante joia do rio Elba

Hamburgo é uma cidade histórica. Outrora chamada  Cidade Imperial Livre do Sacro Império Romano-Germânico, Hamburgo data do século 9 EC, quando Carlos Magno mandava na Europa, quando nem Europa era ainda, mas os resquícios do antigo Império Romano. Hamburgo foi chão por onde Napoleão marchou e palco de ataque dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Hamburgo sobreviveu a tudo isso.

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O robozinho que lê manuscritos medievais e identifica seu autor

Tudo o que nós temos hoje em termos de cultura no tocante a obras antigas deitadas por escrito é graças aos eruditos árabes e aos monastérios cristãos. O ato de recolher, compilar, copiar, guardar, armazenar e, mais importante, impedir que algum débil mental usasse para fazer fogueiras ou limpar a bunda preservou uma miríade de obras.

Não que alguns débeis mentais não tivessem oportunidade de queimar e limpar a bunda com inúmeros trabalhos e textos que hoje estão perdidos.

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