Gloria Ramirez: a história da mulher que derrubou um derrubou geral

A mulher desfalecida é levada rapidamente na sala de emergência. O tempo é curto. A equipe de atendimento não sabe o que tem ali, mas logo saberão, e da pior forma. Assim que a figura sombria adentrou o local, a equipe fez o que foi treinada para fazer, mas não tinham sido treinados para o que aconteceu. Várias pessoas caíram imediatamente, desmaiadas, e tiveram que ser atendidas também. A equipe médica assombrada pelo ocorrido. O que aconteceu?

Essa é a história da Mulher Tóxica, e como ela quase leva muitas pessoas consigo. Continuar lendo “Gloria Ramirez: a história da mulher que derrubou um derrubou geral”

Quando os antigos japoneses mexiam com a cuca de todo mundo

A modificação craniana, uma prática que envolve a alteração intencional da forma do crânio, como você deve imaginar é um fenômeno fascinante que tem sido observado em várias culturas ao longo da história. Desde a deformação tabular, onde a cabeça é achatada, até a deformação cônica, onde o crânio é moldado em uma forma pontiaguda, essas práticas têm servido como um poderoso indicador de identidade cultural e status social. Continuar lendo “Quando os antigos japoneses mexiam com a cuca de todo mundo”

Marrocando no Marrocos

A maioria das pessoas quando ouvem falar no Marrocos pensam em… sei lá, deserto ou algo do gênero. Eu me lembro do filme Casablanca, mas a verdade é que o Marrocos é mais do que isso. No timelapse a seguir, veremos um pouco sobre as maravilhas do Marrocos.

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Artigos da Semana 191

Começou o carnaval, e como bom morador do Rio, farei o que? Exatamente, fugir daqui para ficar bem longe da muvuca, da confusão e do barulho. Claro, vocês também devem cair na folia… ou não. De qualquer forma, taqui os artigos postados durante a semana. Evoé, Momo!

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O intrigante Livro de Kells

O Livro de Kells, um manuscrito iluminado que contém os quatro evangelhos do Novo Testamento, é uma das maiores realizações da arte insular, um estilo único que floresceu na Irlanda entre 650 e 950 E.C. Criado por monges celtas por volta de 800 E.C., este manuscrito é um testemunho da dedicação e do talento desses religiosos.

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A panificadora indiana de fundo de quintal

O pão é uma das maiores invenções da Humanidade. Fácil de fazer, fácil de transportar, fácil de comer, armazena energia e sem ele não tem cachorro quente ou hambúrguer. O pão é conhecido de várias sociedades antigas, como romanos, gregos e egípcios, mas praticamente não existe uma tradição de panificação na Índia. Foram os portugueses que introduziram o pão, mas tiveram problemas. Era difícil encontrar itens como forno ou fermento para fazer pão; assim, um padeiro português criou uma espécie de pão que ficou conhecido como pav. Como não havia fornos na Índia, pois eles não assavam suas comidas, o Tuga fez um forno improvisado com superfície quente.

Daí em diante, os indianos passaram a ter pães e criaram muitas receitas. Hoje, eles fazem até os pães que estamos acostumados aqui no Brasil. O problema é que alguns indianos fazem comidas em qualquer fundo de quintal e, claro, regulamentos sanitários são ignorados.

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Inaugurada réplica do Colosso de Constantino

Não basta ser um imperador. Todo mundo precisa ver que você é um imperador. Sei lá, vai que duvidem ou digam que não votaram em você para imperador. Tudo bem que no caso dos romanos, eles realmente eram eleitos (pela guarda pretoriana, na maioria das vezes). Um exemplo disso é Constantino, o Grande. Como tal, ele era reverenciado e várias estátuas foram construídas em sua homenagem, mas nenhuma sobreviveu intacta. A solução é qual? Fazer a sua própria estátua com blackjack e prostitutas poliuretano e alumínio. Continuar lendo “Inaugurada réplica do Colosso de Constantino”

Placa encontrada joga maldição em casal

A prática de evocar maldições através de textos escritos é um fenômeno recorrente em várias culturas ao longo da História. Desejar o pior pro amiguinho é algo contumaz e muitos textos oferecem uma visão única das crenças e práticas espirituais de seus tatatatataravós. Por exemplo, no Monte Ebal, em Israel, foi descoberto uma tábua contendo maldições; esta tábua data do final da Idade do Bronze II, e foi escrita em um script proto-alfabético, considerada a inscrição hebraica mais antiga já descoberta em Israel.

Mas nem só de tábuas de argila vive o pessoal que roga praga em tudo. Era muito comum escrever maldições em placas de chumbo, como as que foram achadas no Mediterrâneo; nesse caso, eram cerca de seiscentos textos de maldições latinas datando do século II A.E.C.. Agora, a mais recente descoberta foi feita em Rostock, Alemanha, em que uma tábua contendo maldições do século XV foi encontrada e é… interessante. Continuar lendo “Placa encontrada joga maldição em casal”

Pesquisadores descobrem que romanos não eram tão limpinhos assim e carregavam até percevejo consigo

Os romanos, conhecidos pelas suas proezas em engenharia e contribuições para a saúde com seus famosos banheiros públicos, privadas comunitárias, com um sentadinho do lado do outro, podem ter deixado um legado inesperado na Grã-Bretanha: os percevejos. Arqueólogos que trabalham em Vindolanda, uma guarnição romana ao sul da Muralha de Adriano, em Northumberland, fizeram uma descoberta rara que lança luz sobre a origem de percevejos na terra do pessoal do chá das 5. Continuar lendo “Pesquisadores descobrem que romanos não eram tão limpinhos assim e carregavam até percevejo consigo”

Momento comemorativo: este é o artigo número 6000

Este é um artigo especial. Especial e muito amado. Muito amado pois são 18 anos. Este é um artigo comemorativo. Um artigo que mostra o quanto meu site é infinito, eterno, resiliente. Este é o hexamilésimo artigo, o artigo número 6000! Continuar lendo “Momento comemorativo: este é o artigo número 6000”