
Por Widson Porto Reis
Ele nasceu do útero de uma virgem e seu nascimento foi anunciado por um anjo. Reuniu ao seu redor um grupo de leais seguidores a quem transmitiu uma avançada mensagem de igualdade e fraternidade. Foi um agitador das massas e suas palavras tanto desagradaram aos romanos que acabaram por matá-lo. Em vida fazia inúmeros milagres: curava inválidos, anulava pragas, expulsava o demônio das pessoas e certa vez até ressucitou uma menina. Mas o maior dos seus feitos foi sua própria ressurreição, é claro. Uma vez completada sua missão, tomou seu lugar ao lado do Pai, do Espírito Santo e de sua própria mãe, também alçada aos céus, deixando aos seus seguidores em terra a dura tarefa de explicar como tinha tanta gente no céu se Deus era para ser único.
Ah sim, esqueci de dizer que não estou falando de Jesus Cristo. Estou falando de Apolônio de Tiana.

O elemento número 111 da tabela periódica foi batizado oficialmente como roentgênio, em cerimônia no instituto científico alemão GSI de Darmstadt, presidida pela ministra de Pesquisa e Ciência, Annette Schavan. O nome homenageia o físico Wilhelm Conrad Roentgen, que descobriu os raios-X.
Deus, num dia de falta do que fazer, resolve sentar-se em frente ao seu computador e brincar com novo aplicativo MS-DOS.
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos.
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Ministros que participam da reunião sobre clima da ONU decidiram nesta sexta-feira revisar o Protocolo de Kyoto em 2008 e adotaram outras medidas sobre o combate em longo prazo ao aquecimento global, segundo autoridades. O acordo dos 35 países ricos pode ser um passo importante para que países em desenvolvimento, como China e Índia, sejam mobilizados quando o Protocolo de Kyoto expirar, em 2012.
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Abu Musa Jabir ibn Hayyan (???? ?? ????) (c.721–c.815), também conhecido pelo nome latino “Geber“, foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem arábe ou persa. Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.