Mais uma vez, os Camelinhos de Alá demonstram a sociedade tosca, ridícula, imbecil e débil mental que eles criaram. Uma menina de 13 anos foi apedrejada até a morte por adultério na Somália. Isso é revoltante o suficiente? Não? E que tal se disséssemos que este “adultério” foi devido ao fato dela ter sido estuprada por três homens? Ficou revoltante o suficiente?
Segundo a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional, Aisha Ibrahim Duhulow foi morta no dia 27 de outubro por um grupo de 50 homens em um estádio na cidade portuária de Kismayo, no sul do país, diante de mil espectadores psicóticos. A menina foi acusada de violar leis islâmicas e detida pela milícia al-Shabab, que controla a cidade. Continuar lendo “Mulher apedrejada por adultério era menina estuprada”

Um pouco de racionalidade nunca é demais! Mais de mil pessoas pediram na Itália que sejam apagados seus nomes dos registros batismais de suas paróquias, conforme foi noticiado no dia 27/10 em um comunicado da União de Ateus e Agnósticos italianos (
Um joelho computadorizado resistente à água e que pode ser regulado pelo próprio usuário. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos e lançada em maio na Alemanha, será apresentada pela primeira vez na América do Sul no 3º Encontro Brasileiro de Amputados, que iniciou quinta-feira e termna amanhã em Itapema, Santa Catarina.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
Por: Verlyn Klinkenborg
Em meio a tantas críticas e protestos, o Nazi-Pontífice Chico Bento XVI está pensando em congelar o processo de beatificação do seu antecessor,
Bem pessoal, chegamos ao Réloin! O dia dos demônios, bruxas, fantasmas e da conta do meu cartão de crédito que toda vez me aterroriza.
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