
E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

Estamos em época de Olimpíadas. Eu deveria postar algo sobre a França, mas é óbvio que falar de olimpíadas nos remete à Grécia. Assim, eu prefiro falar sobre Atenas, mas o que dizer? Nada que já não se tenha dito, ou pode ser pura preguiça, mesmo. Berço da Civilização Ocidental – embora seus princípios teriam sido estranhos aos atenienses dos tempos de Sócrates –, Atenas convive com o velho e o novo, sendo que é do velho que ela tira o grosso do seu dinheiro por conta do turismo.

Imagine um mundo onde os oceanos estão escondidos sob uma camada espessa de gelo, protegidos da radiação mortal do espaço. Este não é um cenário de ficção científica, mas a realidade das luas Europa, de Júpiter, e Encélado, de Saturno. Recentes experimentos da NASA sugerem que esses oceanos ocultos podem não apenas existir, mas também abrigar sinais de vida. Continuar lendo “Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado”

Nas margens férteis do Nilo, onde a história da humanidade ganhou alguns de seus capítulos mais fascinantes, um alimento simples, mas poderoso, reinava supremo: o pão. Na Antiguidade, o pão não era apenas um item na mesa de refeições; era o coração pulsante de cada civilização, o combustível de impérios e o fio que costurava o tecido social das culturas mais duradouras da história; entre elas, o Egito. Continuar lendo “O Pão: o alicerce dourado da Civilização Egípcia”

Você deve ter visto a notícia de uns tubarões doidões de cocaína. Ok, não é que o tubarão virou cracudo, anda assaltando para manter o vício, mete o focinho no pó por causa de desespero com a economia ou é um chincheiro vagabundo. O coitado nem sabe direito o que está acontecendo e já virou piada pelo nome da sua espécie: tubarão-bico-fino-brasileiro (Rhizoprionodon lalandii), o que já gera piadinhas sobre sua associação com cocaína. Mas o que está acontecendo? Continuar lendo “Tubarão cai no tóchicu e gera debate nacional (ou quase)”

A artrite gotosa crônica é um distúrbio metabólico prevalente, tendo despertado muito interesse no papel da dieta e do estilo de vida no seu manejo. Um estudo examinou a água alcalina como um complemento não farmacológico da medicina tradicional, levantando a hipótese de seus efeitos positivos nos níveis de ácido úrico e nos sintomas de gota.
E o melhor de tudo: é um festival de idiotices.
Continuar lendo “Pesquisa basicamente tosca fala da alcalinidade da água”

Ah, as minhas doces micro-férias, que normalmente chamamos de recesso. Eu estou viajando e descansando muito, e vocês? Viram? Ninguém mandou estudar. Se fossem professores estariam se locupletando com este período de boa vida. Mas como eu adoro vocês, deixei artigos entrando automaticamente, e a seguir vocês verão o que foi postado nesta semana que passou. Esta semana que entra terá mais!

A NASA está de olho na Lua, com o objetivo de enviar astronautas de volta à superfície lunar até 2026 e estabelecer uma presença de longo prazo lá até a década de 2030. Mas a Lua não é exatamente um lugar habitável para as pessoas.
Raios cósmicos de estrelas e galáxias distantes e partículas energéticas solares do Sol bombardeiam a superfície, e a exposição a essas partículas pode representar um risco para a saúde humana. Continuar lendo “Conhecendo a meteorologia solar para proteger o programa Artemis”

Zagreb não é a cidade mais antiga que se conhece. Apesar de ter sido habitada no neolítico, ela praticamente foi descoberta no século XI. a capital e maior cidade da Croácia. Localizada entre a margem do rio Sava e a encosta do monte Medvednica, cada calçada, cada muralha, carrega a memória de séculos. Sob o manto da alvorada, as torres góticas emergem como sentinelas do tempo, suas silhuetas recortadas contra o céu matinal. É aqui que a cidade respira, onde os contornos das pedras se fundem com a promessa de um novo dia.

Motoristas xingando, pedestres querendo passar, uma confusão entre ruas estreitas, veículos com carga e descarga de mercadorias em mercados, guardas tentando organizar isso tudo, gente proferindo impropérios, batidas acontecendo, brigas por toda parte, o caos descendo sobre todos os que querem simplesmente se deslocar de um lugar a outro. O governo tenta impor medidas para controlar o tráfego, cria sistemas de restrição por horário, e tudo isso falha. Seja porque as leis eram idiotas e não pensadas no que poderia acontecer, ou porque as pessoas simplesmente ignoravam. Continuar lendo “O Caótico Tráfego Antigo Tão Moderno”