A história do fogo na Tasmânia é bem mais antiga do que se pensa

Imagine um mundo onde as florestas são moldadas pelo fogo, não como uma força destrutiva, mas como uma ferramenta que não só mudou a História da Humanidade, como efetivamente criou a humanidade. As primeiras migrações humanas da África para a parte sul do globo estavam bem encaminhadas durante a primeira parte da última Era Glacial – os humanos chegaram ao norte da Austrália há cerca de 65.000 anos, fundando as primeiras comunidades Palawa/Pakana finalmente chegaram à Tasmânia (conhecida pelo povo Palawa como Lutruwita), e lá se estabeleceram.

Agora, uma pesquisa revelou que essas práticas de manejo da terra foram realizadas muito antes do que se pensava. Continuar lendo “A história do fogo na Tasmânia é bem mais antiga do que se pensa”

Artigos da Semana 231

Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.

Semaninha interessante essa.

Continuar lendo “Artigos da Semana 231”

O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”

Em 9 de novembro de 2024, o mundo marcará o 90º aniversário de Carl Sagan – mas infelizmente sem Sagan, que morreu em 1996 aos 62 anos.

A maioria das pessoas se lembra dele como o co-criador e apresentador da série de televisão “Cosmos” de 1980, assistida no mundo todo por centenas de milhões de pessoas. Outros leram “Contato”, seu romance de ficção científica best-seller, ou “Os Dragões do Éden”, seu livro de não ficção vencedor do Prêmio Pulitzer. Milhões de outros o viram popularizar a Astronomia no “The Tonight Show”. Continuar lendo “O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos””

O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar

O âmbar é uma resina fóssil que se forma a partir da resina de árvores antigas, principalmente coníferas como os pinheiros, que viveram há milhões de anos. Quando essas árvores sofriam lesões, como cortes ou picadas de insetos, elas liberavam resina para se proteger contra infecções e danos. Com o tempo, essa resina endurecia ao entrar em contato com o ar e, ao ser enterrada em sedimentos, passava por um processo de polimerização e fossilização. Esse processo transformava a resina em um material duro e vítreo conhecido como âmbar.

Há aproximadamente 90 milhões de anos, as condições climáticas na Antártida eram adequadas para árvores produtoras de resina. Em um recente estudo, um time de pesquisadores descreve uma descoberta de amostras de âmbar; mas não é qualquer âmbar. É simplesmente a amostra de âmbar mais meridional (sul, gente. Mais ao sul) no mundo. Continuar lendo “O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar”

O planeta que te deixa sem chão

Eu gosto de alguns conceitos são totalmente estranhos para nós. Por exemplo, você fica em pé aqui na Terra, anda de um lado para o outro, pega carro, ônibus e metrô. Legal, né? Você jamais poderia fazer isso em Júpiter, pois o Planetão Gigantão não tem chão. Não, nenhuma superfície. Não há nada para andar e nenhum lugar para pousar uma nave espacial.

Mas como pode ser isso? Se Júpiter não tem superfície, o que ele tem? Como pode se manter unido? Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo. É um dos conceitos que mais vai de encontro ao nosso senso comum: Júpiter é um mundo sem superfície, o que é realmente difícil de entender. Continuar lendo “O planeta que te deixa sem chão”

Ministério do Gérson adverte: bobagens políticas fazem mal à saúde

Estamos na frescura da vez, discutindo sexo dos anjos em nível nacional. Primeiro, começaram com papo de jornada de trabalho 6×1 em pauta e celulares no colégio. Eu olhando para pessoal se digladiando nos twitters da vida já sabendo o que vai acontecer, mas as pessoas são burras e querem ficar se digladiando como chimpanzés guerreando entre si, que nem a macacada de 2001. Continuar lendo “Ministério do Gérson adverte: bobagens políticas fazem mal à saúde”

Cadê o ouro?

Eu fiquei pensando outro deia sobre o ouro. Todo mundo gosta de ouro, e isso não é de agora. O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., com alguns dos primeiros artefatos de ouro conhecidos datando da antiga Mesopotâmia. Somando tudo o que foi minerado até hoje, o montante de ouro estaria na casa das 244.000 toneladas métricas, aproximadamente. Com esse montante, poderíamos construir um cubo 23,21 metros de aresta, o que seria quase um prédio de 8 andares.

A grande pergunta que fica: onde está este ouro todo?

Continuar lendo “Cadê o ouro?”

Cidades, humanidade e “trapaça”

Em 2015, o Wait But Why veio com uma informação surpreendente (mas não menos acertada): toda a população do planeta caberia na cidade de Nova York. É um artigo fascinante. Ele conclui que se tirássemos todo o espaço vazio no interior atômico, todos os átomos da população do planeta caberiam num M&M, que teria massa igual a 450 milhões de toneladas.

Mas aí eu fiquei penando. Caberiam no Rio de Janeiro? Vamos fazer as contas.

Continuar lendo “Cidades, humanidade e “trapaça””

Artigos da Semana 230

Esta semana, o pessoal andou entrando em surto por causa de Trumpo I assumindo a presidência dos EUA mais uma vez. Isso desencadeou um levante de idiotas de todo tipo, o que está rendendo cenas hilárias. Mas calma! Nem só disso tem o resumão da semana. Falamos também sobre Lon Boi, o patinho amigo de uma Universidade.

Continuar lendo “Artigos da Semana 230”

Novo terror do jovem: Banheiros

Olhando por aí para saber o que o Jovem anda jovenzando, encontrei uma magnífica pérola: um estudo revela que 1 em cada 3 “trabalhadores” da Geração Z (os malditos jovens) tem medinho de usar o banheiro do escritório. Sim, pois é! Preocupações com a economia global? Mudanças climáticas? Nah, o verdadeiro desafio do século XXI é encontrar coragem para enfrentar… o banheiro do trabalho. Continuar lendo “Novo terror do jovem: Banheiros”