O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar

O âmbar é uma resina fóssil que se forma a partir da resina de árvores antigas, principalmente coníferas como os pinheiros, que viveram há milhões de anos. Quando essas árvores sofriam lesões, como cortes ou picadas de insetos, elas liberavam resina para se proteger contra infecções e danos. Com o tempo, essa resina endurecia ao entrar em contato com o ar e, ao ser enterrada em sedimentos, passava por um processo de polimerização e fossilização. Esse processo transformava a resina em um material duro e vítreo conhecido como âmbar.

Há aproximadamente 90 milhões de anos, as condições climáticas na Antártida eram adequadas para árvores produtoras de resina. Em um recente estudo, um time de pesquisadores descreve uma descoberta de amostras de âmbar; mas não é qualquer âmbar. É simplesmente a amostra de âmbar mais meridional (sul, gente. Mais ao sul) no mundo. Continuar lendo “O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar”

O planeta que te deixa sem chão

Eu gosto de alguns conceitos são totalmente estranhos para nós. Por exemplo, você fica em pé aqui na Terra, anda de um lado para o outro, pega carro, ônibus e metrô. Legal, né? Você jamais poderia fazer isso em Júpiter, pois o Planetão Gigantão não tem chão. Não, nenhuma superfície. Não há nada para andar e nenhum lugar para pousar uma nave espacial.

Mas como pode ser isso? Se Júpiter não tem superfície, o que ele tem? Como pode se manter unido? Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo. É um dos conceitos que mais vai de encontro ao nosso senso comum: Júpiter é um mundo sem superfície, o que é realmente difícil de entender. Continuar lendo “O planeta que te deixa sem chão”

Ministério do Gérson adverte: bobagens políticas fazem mal à saúde

Estamos na frescura da vez, discutindo sexo dos anjos em nível nacional. Primeiro, começaram com papo de jornada de trabalho 6×1 em pauta e celulares no colégio. Eu olhando para pessoal se digladiando nos twitters da vida já sabendo o que vai acontecer, mas as pessoas são burras e querem ficar se digladiando como chimpanzés guerreando entre si, que nem a macacada de 2001. Continuar lendo “Ministério do Gérson adverte: bobagens políticas fazem mal à saúde”

Cadê o ouro?

Eu fiquei pensando outro deia sobre o ouro. Todo mundo gosta de ouro, e isso não é de agora. O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., com alguns dos primeiros artefatos de ouro conhecidos datando da antiga Mesopotâmia. Somando tudo o que foi minerado até hoje, o montante de ouro estaria na casa das 244.000 toneladas métricas, aproximadamente. Com esse montante, poderíamos construir um cubo 23,21 metros de aresta, o que seria quase um prédio de 8 andares.

A grande pergunta que fica: onde está este ouro todo?

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Cidades, humanidade e “trapaça”

Em 2015, o Wait But Why veio com uma informação surpreendente (mas não menos acertada): toda a população do planeta caberia na cidade de Nova York. É um artigo fascinante. Ele conclui que se tirássemos todo o espaço vazio no interior atômico, todos os átomos da população do planeta caberiam num M&M, que teria massa igual a 450 milhões de toneladas.

Mas aí eu fiquei penando. Caberiam no Rio de Janeiro? Vamos fazer as contas.

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Artigos da Semana 230

Esta semana, o pessoal andou entrando em surto por causa de Trumpo I assumindo a presidência dos EUA mais uma vez. Isso desencadeou um levante de idiotas de todo tipo, o que está rendendo cenas hilárias. Mas calma! Nem só disso tem o resumão da semana. Falamos também sobre Lon Boi, o patinho amigo de uma Universidade.

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Novo terror do jovem: Banheiros

Olhando por aí para saber o que o Jovem anda jovenzando, encontrei uma magnífica pérola: um estudo revela que 1 em cada 3 “trabalhadores” da Geração Z (os malditos jovens) tem medinho de usar o banheiro do escritório. Sim, pois é! Preocupações com a economia global? Mudanças climáticas? Nah, o verdadeiro desafio do século XXI é encontrar coragem para enfrentar… o banheiro do trabalho. Continuar lendo “Novo terror do jovem: Banheiros”

Universidade de gente rica dá giz-de-cera pros floquinhos traumatizados com efeitos da democracia

Universidades são locais para desenvolvimento intelectual, formar acadêmicos e realizar pesquisas, mas só se você não é jovem nem é aluno dessas universidades frescurentas e criminosas que permitem que alunos judeus sejam ameaçados. Como o mundo não gira, ele capota, Trumpo volta ao Poder tendo sido eleito presidente dos EUA, o que era previsível já que na eleição anterior ele perdeu por um empate técnico por uma vacina de distância.

Os jovens, defensores da democracia, estão surtando com isso, porque é inadmissível um candidato ser eleito pela vontade do povo, cuja vontade não é a deles. O resultado? O stress tá tão grande que as universidades estão correndo em auxílio aos universitários (não era pra ser o contrário), oferecendo bichos de pelúcia, legos, e até giz de cera e livrinhos pra colorir. SÉRIO!

Adultizando crianças e infantilizando adultos, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Universidade de gente rica dá giz-de-cera pros floquinhos traumatizados com efeitos da democracia”

El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias

O arquipélago das Canárias está localizado no Oceano Atlântico, sendo uma comunidade autônoma da Espanha. Historicamente, o arquipélago forma um ponto de referência para navegadores e comerciantes, sendo conhecidas como as “Ilhas Afortunadas” na Antiguidade. Composta por sete ilhas principais: Tenerife, Gran Canaria, Lanzarote, Fuerteventura, La Palma, La Gomera e El Hierro, estea última ilha é a menor e mais desconhecida das ilhas Canárias; é um verdadeiro refúgio de encantos naturais e mistérios históricos. Continuar lendo “El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias”

A história do mascote mais amado de uma universidade: Long Boi

Eu acho que todo ambiente deveria ter um mascote vivo. Algo para nos alegrar, inspirar e nos divertir. Ok, talvez inspirar seja alguma forçada de barra, mas a manterei mesmo assim e que o Diabo entorte os calcanhares de quem achar que estou errado. Na universidade em que eu estudei não havia um mascote, mas isso porque eu não estudei na Universidade de York (a da Inglaterra, não a “Nova”). Lá, sim, eles tinham um mascote em carne e osso que perambulava pelo Campus. Seu nome era Long Boi, o pato. Continuar lendo “A história do mascote mais amado de uma universidade: Long Boi”