Quando sacos de alimentos ajudaram a aquecer corpos e corações

Eu fui a uma loja de roupas hoje. Tinha de todo tipo: as modernas dry-fit, as de poliéster com algodão, as de algodão puro. Uma miríade de roupas de todo tipo de preço (obviamente, não sou de frequentar lojas que cobram caríssimo. Então, em algum momento eu fiquei pensando como era a vida há 100 anos. Você estudou (ou, pelo menos, seu professor tentou ensinar) que em 1929 foi o estopim da Grande Depressão. Não entrarei em detalhes sobre isso. Mas uma coisa eu sei: comprar roupas naquela época era difícil, como tudo naquela época era difícil. Continuar lendo “Quando sacos de alimentos ajudaram a aquecer corpos e corações”

Avião faz pouso de emergência por causa de coelho kamikaze

Eu curto aviação. Fruto de séculos de avanço tecnológico, cálculos de precisão milimétrica e engenharia de ponta, a aviação é um dos inúmeros milagres tecnológicos; mas, ainda assim, toda essa maravilha voadora quase acabou em desgraça, virando churrasco aéreo na Semana Santa porque um coelho resolveu cometer suicídio por turbina e quase derrubou a bagaça toda.

Pintando os meus ovos para comemorar o Dia do Coelhinho (se eu fosse como tu), esta é a sua SEXTA INSANTA, digo INSANA! Continuar lendo “Avião faz pouso de emergência por causa de coelho kamikaze”

Jovem faz jovenzice e ferra o pulmão por causa de perna de calça

Sim, claro, você é um dos muitos otários que acha que a jovem é o futuro. Bem, talvez seja hora de redefinir “futuro” como um tubo de oxigênio e um leito de UTI. E isso por causa do que? Jovem fazendo jovenzice. Ainda tem o fator “vou impressionar o boy fazendo merda que nem ele. A merda? Meter o focinho no cigarro eletrônico que dizem que não faz mal. Quem diz? Os jovens que usam cigarro eletrônico. Continuar lendo “Jovem faz jovenzice e ferra o pulmão por causa de perna de calça”

Estocolmo: um poema vívido sob os céus nórdicos

Dos céus da Escandinávia, Estocolmo se revela como um segredo ancestral envolto em névoa dourada. Um arquipélago de memórias e futuros entrelaçados, onde os deuses vikings outrora navegaram e onde hoje ideias fluem como correntezas entre ilhas. Lá de cima, um drone não apenas filma – ele desvenda. Cada rua, cada telhado, cada reflexo nas águas geladas é parte de uma lenda moderna escrita com luz e sombra. Continuar lendo “Estocolmo: um poema vívido sob os céus nórdicos”

E vai dar a largada para espermatozoides em disparada

Aqui estão agora os espermatozoides mais birutas do mundo para realizar mais uma Corrida de Esperma, numa disputa pelo título de volante mais gozado do mundo.

Sim, é um artigo que eu farei todas as piadas possíveis e imagináveis sobre isso. Continuar lendo “E vai dar a largada para espermatozoides em disparada”

A descoberta do fogo em meio ao gelo

Olhando a vastidão gelada e desolada da minha janela no Rio de Janeiro, com temperaturas glaciais de 21ºC, eu fico imaginando viver em um mundo coberto por gelo, no qual o fogo não era apenas uma ferramenta de sobrevivência, mas também um símbolo de engenhosidade e progresso. Durante a Idade do Gelo, entre 45.000 e 10.000 anos atrás, nossos tatatatatatatataravós enfrentaram desafios extremos para dominar o uso do fogo. Mas como foi o domínio do fogo em condições tão adversas.

É o que uma pesquisa propõe responder por meio de uns cantinhos queimados há muito, muito tempo! Continuar lendo “A descoberta do fogo em meio ao gelo”

Artigos da Semana 250

Estamos em pleno Domingo de Ramos, dia de fazer sombrinha com galho de planta e levar o galhinho para ser abençoado. Falta pouco para o feriadão, que para mim vai até quarta-feira. Obrigado aos 3 barbudos: Jesus, Tiradentes e São Jorge. Os dois últimos não eram barbudos (no caso de Tiradentes, foi invenção do Pedro Américo). O importante é não ir trabalhar.

“Ain, André, você não é católico!”… Bem, dane-se. Que façam a empresa funcionar para eu ir trabalhar, ué;. Enquanto isso, vamos aproveitar e ver o que foi postado na semana.

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São Paulo coloca limites nas drogas

Todo mundo pensa qual é o limite das piadas pesadas. Bem, o limite eu não sei, mas das drogas-drogas, eu sei. E isso graças ao sistema judicial paulistense. Os meganhas colocadores de purê em cachorro-quente passam maus bocados porque ao apreenderem toneladas de drogas em operações contra o tráfico, uma pessoa normal (aquelas que sabem que se deve temperar alimentos) pensa: “Ótimo, menos entorpecentes circulando por aí!”, mas aí os paulistenses riem e dizem: NÃO, SENHOR! (isso vale para a parte de temperar alimentos e lidar com volumes de drogas apreendidos). Continuar lendo “São Paulo coloca limites nas drogas”

Médico punido por mostrar pinto nazista

Suponha que você veja… tipo… um nazista. Como você sabe que é um nazista? Bem, eles fazem por onde dizerem o que são. Como agir nesse caso? Talvez, registrando que o sujeito é um nazista. Foi o que um cirurgião fez. Ele encontrou um nazista, mesmo não sendo escocês, mas estava definitivamente identificado. Daí o facultativo resolveu mostrar para todo mundo a tatuagem do nazista, que em vias normais estaria escondido, mas o médico deu um exposed.

Ah, sim, a tatuagem era no pinto do sujeito na mesa de operações.

Denunciando o Chicken Littler para o Tribunal de Haia, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Médico punido por mostrar pinto nazista”

Um almocinho supimpa numa taverna

Então que você está dando um rolê pela Inglaterra do século XIV e está com fome. Problema que o iFood ainda não foi inventado. Comofas? Bem, você faz como os trilobitas do período pré-cambriano e vai num estabelecimento comprar uma refeição. Eram as tavernas, e elas não eram apenas pontos de encontro para beber, mas também um reflexo fascinante da vida e cultura da época.

Claro, você quer saber mais sobre tavernas, mas mais ainda, como fazer em casa um legítimo ensopado que era servido lá. Continuar lendo “Um almocinho supimpa numa taverna”