Você curte a sua máquina fotográfica atual ou usa o celular para registrar fotos. Hoje é na base do clica e tá pronto, mas antes era muito mais trabalhoso. O processo de daguerreotipia era trabalhoso e pros padrões atuais o resultado era péssimo, mas era o que se tinha na época e virou uma febre.
Daguerreótipos foram a forma que nossos tatatataravós encontraram para registrar a si mesmos e seus entes queridos, e só o esforço e trabalheira para preparar eram pensados para registrar momentos muito especiais.

Tio Trump já abriu os cofres e já mandou o recado que é pra mandar americanos de volta à Lua. O prazo é 2024 e o nome do projeto é Ártemis,a irmã de Apollo, a Deusa Caçadora que contemplava a Lua. O objetivo primário é voltar lá, mas se pensa em muito mais, como fincar uma residência lá em que cientistas passarão mais tempo na Lua para estudar e descobrir tudo o que tiver lá para ser descoberto. Uma missão como essa é audaciosa, mas audácia é algo que nossos antepassados já tinham desde que o primeiro hominídeo resolveu o que tinha além da soleira de sua “casa”.
Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.
O Telescópio Infravermelho de Campo Amplo (Wide Field Infrared Survey Telescope – WFIRST) é um observatório espacial que opera (duh!) no espectro de infravermelho que a NASA está desenvolvendo. O WFIRST tem um campo de visão cuja lente é de 2,4 m de largura e terá dois instrumentos científicos: O Wide-Field Instrument, uma câmera de infravermelho próximo de múltiplas bandas de 288 megapixels e uma câmera e espectrômetro de campo de visão pequeno de alto contraste que cobre os comprimentos de onda visível e infravermelho próximo, usando a nova tecnologia de supressão de luz das estrelas.
A magnífica estátua equestre de Luis XV, esculpida por Edme Bouchardon, demorou muito tempo para ser feita. Ela foi esculpida ao longo de vinte anos, numa técnica fantástica, tendo sido instalada na Praça da Concórdia, em frente ao Champs-Élysées, em 1763. Foi destruída em 11 de agosto de 1792, em plena Revolução Francesa.
Eu gosto muito dos livrões medievais, principalmente os que vem com iluminuras. As cores eram fantásticas e a técnica complexa.Se fazer um pergaminho já era muito trabalhoso, que dirá preparar e aplicar os pigmentos daquelas artes, e quanto mais artísticos e colorido,maior era o valor do livro (que era mais uma decoração do que efetivamente para leitura).
Quando pensamos em obras medievais, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são os pergaminhos. Uma técnica que apresenta melhor qualidade que o papiro e se mantém com qualidade depois de séculos. Claro, tudo depende de como ele foi costurado e feito em livros, com capas grossas e bem armazenado. Parte das técnicas se perderam, mas ainda é fascinante como o homem medieval produzia trabalhos de altíssima qualidade, seja pelo conteúdo cultural desses livros, como do ponto e vista artístico, com aquelas capaz lindas e fabulosas iluminuras.