
Eu publiquei ano passado o timelapse da criação do universo. Em 10 minutos, você a maravilha que vemos todos os dias e noites ao olhar pro céu. Mas e o fim de tudo? Como seria? Bem, tem um timelapse para isso.

Eu publiquei ano passado o timelapse da criação do universo. Em 10 minutos, você a maravilha que vemos todos os dias e noites ao olhar pro céu. Mas e o fim de tudo? Como seria? Bem, tem um timelapse para isso.

Eu já dei várias provas que o jovem tem como imensa vantagem (se não única) que ele se autocacaba. Ainda mais quando dá papo a influencer de internet, viral de youtube, postagem no instagram etc. Um perfeito exemplo disso é uma indiana que resolveu ter seu filho da maneira mais natureba possível. Para tanto ela consultou um tutorial no YouTube sobre como ter filho no mato.
Sim, CLARO que deu merda. Como adivinhou? Continuar lendo “Casal consulta tutorial no YouTube e resolve ter filho no mato. Adivinhe o que aconteceu”

Eu já postei um vídeo este ano mostrando a explosão de cores em slow motion. É fabuloso aquele mundo de cor indo para tudo que é lado. Eu adoro timelapse assim como adoro slow motion, sendo um o contrário do outro. Enquanto o primeiro pega… um… evento… beeeeeeeeeeeeem… lento… ooutroémuitorápidoesópodeservistoemcameralenta.

O dia amanheceu chuvoso e a semana foi fraca em termos de artigos.De qualquer forma, acho que os dois artigos que eu ensino a resolver o problema do término do Tweetdeck para postar no Twitter compensa os outros que não postei.

Essa é a sua timelapse de quinta-feira. Eu gosto de postar timelapses, já falei isso, e este é um do Fotogruppe Muenchen. Fazendo jus ao nome, é um timelapse de Munique, a capital bávara fundada em 1589 por monges, daí o seu nome, tendo sido berço de acontecimentos históricos, ou simplesmente lar de pessoas que nem sempre sabem o que sua cidade abriga. Outros sabem e sentem orgulho. Talvez seja mais uma cidade, mais um timelapse, mais um vídeo. Mas é interessante ver estes lugares. È um show de turismo sem ser para ser algo com fins turísticos. É apenas um vídeo. Ou talvez não seja só isso.
Depende de quem vê.

Pessoal está a todo momento lembrando e relembrando a proposta do Tweetdeck (a melhor forma de usar o Twitter. Foda-se se estão chamando de X. TWITTEEEEEEEEEEER!!!!!!!). Basta o Tweetdeck dar alguma rabeada e geral já manda: TWEETDECK VAI MORRÊÊÊ!!!, na melhor das paranoias. Claro, eu também não quero deixar de usar o Tweetdeck, principalmente por causa dos painéis, já que ir e voltar da página inicial, para as mentions, para as DM, de volta para a página inicial é um saco. Será que tem como resolver isso?

Hamburgo é uma cidade histórica. Outrora chamada Cidade Imperial Livre do Sacro Império Romano-Germânico, Hamburgo data do século 9 EC, quando Carlos Magno mandava na Europa, quando nem Europa era ainda, mas os resquícios do antigo Império Romano. Hamburgo foi chão por onde Napoleão marchou e palco de ataque dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Hamburgo sobreviveu a tudo isso.

Tudo o que nós temos hoje em termos de cultura no tocante a obras antigas deitadas por escrito é graças aos eruditos árabes e aos monastérios cristãos. O ato de recolher, compilar, copiar, guardar, armazenar e, mais importante, impedir que algum débil mental usasse para fazer fogueiras ou limpar a bunda preservou uma miríade de obras.
Não que alguns débeis mentais não tivessem oportunidade de queimar e limpar a bunda com inúmeros trabalhos e textos que hoje estão perdidos.
Continuar lendo “O robozinho que lê manuscritos medievais e identifica seu autor”

Conta-se que Zeus teve um filho com a mortal Alcmena. Dessa união, nasceu Héracles (ou Hércules, como preferir). Zeus, que gostava de viver no perigo, leva Hércules para mamar nos seios de Hera, a fiel de Zeus, quando esta estava dormindo. Só que Hera achou estranho, acordou, viu o moleque lá e o empurrou, com o leite jorrando de seu seio e criando a espinha dorsal da noite, decorando o firmamento com um caminho de estrelas. É esta a Via Láctea, ou caminho de leite.

E no mundo das pesquisas absurdas, em que você vê muito claramente do que se realmente trata, um estudo criou uma forma incrível de fazer alimentos mais fáceis de serem ingeridos, principalmente por pessoas com problemas na mastigação. Para isso, usamos uma tecnologia da moda: impressão em 3D.
Mas segura a onda aí, nerdolas. Vocês não vão querer passar vergonha de início, né? Continuar lendo “Se você não engole, esta pesquisa é pra você!”