Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)

Não há nada que impeça um bebum de fazer bebunices, não importa quais. Bastou o cara entornar algumas que fica em órbita e comete o melhor do pior da insânia. É sempre fascinante ver como a humanidade consegue equilibrar feitos extraordinários, como descobrir a penicilina e mandar o Homem à Lua, e ao mesmo tempo consegue demonstrações épicas de cretinice, tipo despejar cerveja goela abaixo de um elefante.

Hein? Pois é, um espanhol resolveu que o Jotalhão merecia curtir uns momentos de relax e uma happy hour paquidérmica e dividiu uma cervejinha com ele, para emputecimento dos conservacionistas.

Manguaçando ao passo do elefantinho, essa é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)” →

Talin, a cidade em que o tempo sussurra histórias antigas

O Norte Europeu  é como uma imensa coroa de cultura e magnificência, em que cada cidade é uma joia fabulosa que ornamenta a obra final. Talin é a joia medieval da Estônia; um desses raros refúgios onde o passado e o presente se entrelaçam como os galhos de uma árvore ancestral. Em cada pedra de suas muralhas, em cada torre que toca o céu, há segredos sussurrados por séculos.

Aqui teremos mais um vídeo em timelapse a atravessar esse véu encantado, onde a luz e a sombra pintam a cidade como se fosse um sonho em movimento. Continuar lendo “Talin, a cidade em que o tempo sussurra histórias antigas” →

As pontes que fizeram ratinhos andarem

Há momentos na ciência em que a realidade supera qualquer roteiro de ficção científica, e não é preciso nem invocar viagem no tempo ou aliens. Às vezes, basta uma impressora 3D, algumas células-tronco e uma pitada daquele otimismo científico que faz pesquisadores passarem madrugadas no laboratório. Na Universidade de Minnesota, esse impossível acaba de ganhar patas… literalmente. Ratos que tinham a medula espinhal completamente cortada voltaram a caminhar.

Os pesquisadores de Minnesota tiveram uma ideia fascinante: Se quando se tem um trecho de estrada separado por algum obstáculo natural, constrói-se uma ponte. Por que não imprimir uma ponte? E não qualquer ponte; uma inteligente, microscópica, que literalmente ensina células como crescer no lugar certo, como um GPS celular de alta precisão. Continuar lendo “As pontes que fizeram ratinhos andarem” →

Florida Land strikes again: agora com drones armados voando no recreio

E hoje é dia do tema Florida Whatever. O “estado da Disney” decidiu que a melhor forma de proteger suas crianças não é com psicólogos, políticas públicas ou, sei lá, menos armas circulando. Claro que não, pois isso qualquer idiota poderia decidir, e a Flórida não é um lugar de idiotas quaisquer, e sim de idiotas classe Over 9000. Agora, a solução para proteger criancinhas de acontecer o que volta e meia acontece na Land of Free, vem de manual de ficção científica dos anos 80: soltar drones armados nos corredores da escola. Não sei oque poderia dar errado nos Estados Unidos, esse reality show interminável com orçamento de blockbuster, dando balé em filme e fazendo a Skynet nascer nos pátios durante o recreio.

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Artigos da Semana 269

Entre o inusitado e o desbravamento de fronteiras, seres humanos conseguem fazer coisas tão maravilhosas quanto estúpidas. Nem que seja prometer algo que não pode e fazer coisas que não devia.

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Vacas fazem milagres na Índia sob a forma de cocô

Você já parou para imaginar um mundo onde o motor do seu carro ronca com o poder do cocô de vaca? Parece enredo de filme B, daqueles com zumbis ecológicos e um herói brandindo uma pá como se fosse Excalibur. Mas, segure sua xícara de café, porque na Índia isso não é ficção: é realidade, e das mais absurdas e brilhantes. O governo indiano resolveu transformar a montanha de esterco produzida por suas vacas sagradas em biogás e CNG, o gás natural comprimido que faz aqueles tuk-tuks zunirem pelas ruas e fogões cozinharem. E, pasme, eles estão jogando rios de dinheiro para transformar esse sonho fedorento em realidade. Continuar lendo “Vacas fazem milagres na Índia sob a forma de cocô” →

Cidade do México: um destino, mil histórias

No coração pulsante das Américas, onde o tempo dança entre o passado e o presente, ergue-se uma metrópole como nenhuma outra: a Cidade do México. Densa, vibrante e cheia de vida, esta capital em altitudes celestiais é mais que um destino: é uma experiência que atravessa séculos. Neste lugar onde os deuses astecas sussurram entre as ruínas e os ecos coloniais ainda ressoam entre as pedras, cada esquina conta uma história, cada sombra guarda um segredo.

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Quando a Pepsi prometeu dar um avião de combate em troca de tampinhas (ou quase isso)

O marketing corporativo vive numa corda bamba fascinante entre o genial e o catastrófico. De um lado, temos campanhas lendárias que definem décadas, como o “1984” da Apple ou a família Volkswagen dos anos 60, que transformaram produtos em ícones culturais. Do outro extremo, encontramos desastres épicos que se tornam estudos de caso sobre como não fazer propaganda. Como foi o caso da Jaguar e sua propaganda… esquisita e que envelheceu pior que leite no sol.

Entre esses dois extremos existe um território pantanoso onde habita a grande maioria das campanhas publicitárias: as promoções. Elas não deveriam ser problemáticas, mas aí entra em cena executivos ambiciosos decidem que ser esquecível não é uma opção. Quando departamentos de marketing começam a flerte com o extraordinário sem consultar adequadamente o jurídico, quando a criatividade atropela o bom senso, e quando uma simples campanha promocional se transforma numa bomba-relógio legal esperando para explodir na cara da empresa. E isso acarreta uma promoção em que você poderia ter um avião de guerra. Continuar lendo “Quando a Pepsi prometeu dar um avião de combate em troca de tampinhas (ou quase isso)” →

A história do homem que comeu plutônio

O cientista olha com curiosidade para a peça. É um tubo, na verdade, e em seu interior está uma substância raríssima, cara e em pequeníssima quantidade. Quantos milhares ou milhões de dólares aquilo valeria? ele não sabia dizer, mas barata, com certeza, ela não era. O homem sabia do poder das reações químicas, mas ele não sabia o que se sucedia dentro do tubo. O tempo corria e o homem leva o pequeno tubo perto do rosto, o que qualquer químico consciente jamais faria, mas a curiosidade venceu o cuidado e o pior que poderia acontecer com o tubo aconteceu: ele estourou, e com isso o homem sente o horrível sabor da morte sob a forma de uma substância que seria considerada letal.

O homem era Donald Mastick, e ele acabara de engolir uma amostra de plutônio. Continuar lendo “A história do homem que comeu plutônio” →

As marcas magmáticas de Marte

Marte é o tipo de planeta que parece ter saído de uma sessão de brainstorming entre um roteirista de ficção científica, um poeta épico e um geólogo com um fraco por dramas cósmicos. É vermelho, é rústico, é o Clint Eastwood do sistema solar: todo marcado, cheio de cicatrizes e com uma história que faz você querer sentar com uma pipoca e ouvir. Por mais de duas décadas, a sonda Mars Express da Agência Espacial Europeia (ESA) tem orbitado esse caubói interplanetário, tirando fotos como um paparazzi obcecado, e um de seus alvos favoritos é Acheron Fossae, uma região que parece o caderno de rascunho de um titã com um péssimo dia.

Dando um zoom nesse canto do Planeta Vermelho, vemos cada rachadura e colina, e eles contam uma novela geológica que mistura bilhões de anos de fúria, paciência e um toque de azar cósmico. Continuar lendo “As marcas magmáticas de Marte” →