Idiotas ficam putos por causa de desenhinho

Eu gosto de música. Não tanto de ir em shows, mas já fui em alguns. Também já foi em banda covers; vocês sabem, quando um monte de pregos se vestem como os artistas e tocam como eles. Outra coisa interessante que surgiu (e eu não sou muito fã) são as fanfics. Não as historinhas inventadas que colocam em caixinhas de mensagens ou postagens de redes sociais. Pessoal pegava um arco de história e derivava dali. Foi o que aconteceu com E. L. James, que começou escrevendo fanfics do Crepúsculo. Acabou ganhando dinheiro com isso e enveredou para uma história própria: 50 Tons de Cinza. Detalhe que todas essas pessoas estão ganhando dinheiro em cima de um algo já criado e produzido, sem dar 10 centavos para os autores originais.

Agora, está a celeuma com pessoal usando ChatGPT da vida para fazer desenhos no estilo do Studio Ghibli. Vagabundo tá chiando direto porque mimimimi filosofia do Miyazaki blábláblá. Continuar lendo “Idiotas ficam putos por causa de desenhinho”

Grandes ideias de jerico: colecionar plutônio

Existem boas ideias, ideias medianas, ideias muito ruins, ideias péssimas, invadir a Polônia e ser jovem. Imaginem o jovem maldito ter a brilhante ideia de… sei lá… transformar a própria casa numa miniatura de Chernobyl. Pois bem, um Zé Ruela australiano realmente pensou que seria uma boa dar vazão à sua sanha de colecionador e se aventurar pela tabela periódica, procurando ter todos os elementos químicos. O problema é que os meganhas acharam que plutônio era demais. Continuar lendo “Grandes ideias de jerico: colecionar plutônio”

Dale Gardner: o sujeito que foi aonde ninguém teve coragem para ir

Você pode pegar o mais bravo marujo, o mais intrépido aviador e o mais audacioso soldado, reunindo-os a uma mesa – o que se tem? A soma dos seus medos.
– Winston Churchill (apud Tom Clancy)

Você pode achar que é corajoso. Obviamente, é uma sensação sua, mas ela é ilusória. Você não é tão corajoso assim, apenas está num ambiente seguro. Você não conhece o sentimento de vazio, abandono e solidão, do mais puro vazio… não como Dale Gardner. Continuar lendo “Dale Gardner: o sujeito que foi aonde ninguém teve coragem para ir”

Eclipse solar mais longo já observado

Durante a História da Humanidade, eclipses aterrorizaram as pessoas, mas são como aquelas luzinhas azuis atraindo insetos: como e o que eles são? Por que eles ocorrem? Só se pode saber indo investigar, nem que alguém tenha a ideia absurda de perseguir um eclipse. Continuar lendo “Eclipse solar mais longo já observado”

Codando, lutando e andando

Programadores vivem num mundo à parte que eles juram existir. Os colegas de trabalho, claro, gostam deles, pois, quem mais iria ajustar o ar-condicionado ou programar o vídeo cassete do avô? Eu ia falar colocar as impressoras para funcionar, mas elas têm vontade própria e nunca seguem ordem de ninguém. Mas vocês já pensaram se linha de comando (é o maior, maior barato) adquirissem vida?

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O Panteão de Roma: não precisa mais nada no título

Eu tenho um problema. Aliás, não. Muitos milhares: jovens. Motivo? Eles existem. Ainda hoje uma criatura de 20 anos que estuda computação teve a pachorra de me dizer que hoje arquitetos não fazem um panteão, mas fizeram a casa do Gustavo Lima (vai com um T, mesmo. Foda-se) que é a mesma coisa.

Malditos jovens! Continuar lendo “O Panteão de Roma: não precisa mais nada no título”

Peloponeso: guerras, heroísmo e história

Há muito tempo, em uma terra banhada pelo Sol e cercada por mares cristalinos, a História se descortinou em uma península que se tornaria o berço de lendas e mitos: o Peloponeso. Esta região, rica em história e beleza, foi palco de grandes feitos e aventuras que ecoam através dos séculos. Continuar lendo “Peloponeso: guerras, heroísmo e história”

A origem cósmica do carnaval [REPOST]

E começou o Carnaval (infelizmente… ou felizmente, because feriado!). Em 2007, eu postei um artigo do Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (1935 — 2014), um dos mais famosos astrônomos brasileiros, fundador do Museu de Astronomia e Ciências Afins e pesquisador do Observatório Nacional. Ele escreveu sobre o carnaval e deu uma aula sobre Astronomia, História e Linguística. Assim, eu resolvi repostar o texto, de forma que não fique mais perdido do que já está

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Aguaceiro Mundial: quando choveu por 2 milhões de anos

O viajante foi muito longe dessa vez. Ele está olhando o evento. Ele presencia algo e esse algo ditará consequências incríveis. Caiu uma gota sobre o viajante, e esta gota escorre pela sua roupa de proteção. O viajante sabe o que vai acontecer, ele estudou sobre isso antes, mas não antes de acontecer; ele estudou muitos milhões de anos depois de acontecer. Este homem não é apenas um viajante que cruza distâncias, e sim um viajante que cruza as Eras. É um Viajante do Tempo. Continuar lendo “Aguaceiro Mundial: quando choveu por 2 milhões de anos”

Aromas do Tempo: cientistas dão aquele cheirinho nos Faraós-oh-oh-oh

Qual é o cheiro de uma múmia de 3.000 anos? Não é uma questão que a maioria de nós já tenha ponderado, mas cientistas descobriram agora que cada múmia egípcia antiga tem sua própria impressão digital aromática distinta – variando de amadeirada e picante a floral e empoeirada.

Em um aromatizado e envolvente estudo Museu Egípcio, no Cairo, pesquisadores fizeram algo sem precedentes: eles capturaram e analisaram os aromas que emanavam de nove múmias diferentes. E não, ninguém cheirou nenhum suvaco de múmia (acho).

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