Artigos da Semana 215

E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

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A filosófica Atenas

Estamos em época de Olimpíadas. Eu deveria postar algo sobre a França, mas é óbvio que falar de olimpíadas nos remete à Grécia. Assim, eu prefiro falar sobre Atenas, mas o que dizer? Nada que já não se tenha dito, ou pode ser pura preguiça, mesmo. Berço da Civilização Ocidental – embora seus princípios teriam sido estranhos aos atenienses dos tempos de Sócrates –, Atenas convive com o velho e o novo, sendo que é do velho que ela tira o grosso do seu dinheiro por conta do turismo.

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A bela deusa que chega à Lua, no escurinho de seu cantinho

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Sente-se, criança. Há algo que este velho irá lhe contar. Há muitas luas passadas, as pessoas olhavam para o horizonte e nada viam, mas eram capazes de ouvir… ouvir o lamento desolado do guerreiro Houyi. Conta-se que dez sóis abrasadores haviam subido juntos aos céus; seu calor era insuportável, a água escasseava e a população morria de sede. Houyi se prontificou a resolver o problema e derrubou 9 dos 10 sóis, ficando apenas um, para iluminar os passos da Humanidade. Como recompensa, Houyi, o guerreiro, foi presenteado com o elixir de longa vida, mas ele não quis tomá-lo. Continuar lendo “A bela deusa que chega à Lua, no escurinho de seu cantinho”

Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia

Em 10 de maio de 2024, uma poderosa tempestade geomagnética desencadeou uma espetacular exibição da aurora boreal, visível até o México. No entanto, este fenômeno celestial deslumbrante trouxe consigo uma série de complicações terrestres, especialmente para os agricultores cujos tratores guiados por GPS ficaram desorientados no auge da época de plantio. Isso não é legal, e apesar de serem lidas vistas daqui da terra, elas, como tudo na Natureza, estão pouco se lixando para nossas dependências de tecnologias. Continuar lendo “Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia”

Tashkent, a Pérola Inexplorada da Ásia Central

Tashkent, a capital do Uzbequistão, é uma cidade de maravilhas e encantos sem fim, que muito provavelmente você deve ter ouvido falar graças ao “hino” do Cazaquistão cantado no filme do Borat. Conhecida como a “Cidade de Pedra”, Tashkent é a maior cidade do Uzbequistão e a principal cidade da Ásia Central, com uma população estimada em 2,6 milhões de habitantes. Esta metrópole vibrante é um centro comercial e agrícola, e está estrategicamente localizada perto da fronteira com o Cazaquistão, a melhor nação do mundo. Continuar lendo “Tashkent, a Pérola Inexplorada da Ásia Central”

Alma caridosa dá os pobres, inclusive Elon Musk

Eu me comovo com o bom coração das pessoas. Ela são otimistas e pretendem ajudar o próximo, principalmente quando pedem encarecidamente uma ajudinha, seguindo o velho ditado: faça o bem sem olhar a quem, e quando se olha e vê que é alguém pobre e necessitado, por que não ajudar mais ainda? Foi o que uma distinta senhora pernambucana pensou quando alguém lhe pediu ajuda.

Esse alguém era Albert Einstein Elon Musk.

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Sanduba de mosquito, vai?

Mosquitos, aqueles pequenos miseraveisinhos voadores são uma dor de cabeça para a humanidade desde tempos imemoriais. Eles são os principais transmissores da dengue, entre uma outra penca de doenças. Criaram várias formas de aniquilar estes sem-vergonhas, inclusive uma raquete elétrica para BZZZZZZT eletrocutá-los. O chato é quando se tem a raquete mas nenhum mosquito por perto. O que fazer com o brinquedo? Continuar lendo “Sanduba de mosquito, vai?”

Invada turisticamente a Polônia

A Polônia tem uma longa história, normalmente sendo alvo de piadas por estar a cada semana sendo invadida por alguém (as piadas têm fundo de verdade). Ainda assim, é um país bonito, que conseguiu sobreviver a todos os seus invasores, e merece ser tema do timelapse de hoje.

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Baku, a joia do Cáucaso

Baku, a capital do Azerbaijão, é uma joia, uma linda joia reluzente entre os ventos do Cáucaso, hipnotizando os sentidos com sua dança etérea entre o antigo e o moderno. Como um conto de fadas tecido em pedra e aço, suas muralhas ancestrais sussurram segredos de um passado glorioso, enquanto os arranha-céus imponentes erguem-se como guardiões do futuro.

Sob o manto celeste, o pôr do sol pinta o horizonte com pinceladas douradas, refletindo-se nas águas serenas do Mar Cáspio, enquanto as luzes da cidade dançam em um frenesi de cores e sombras, transformando as ruas em um palco de encantamento.

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Quando o Criador enfrenta a Criação

Existiu uma época da Informática e internet pré-tudo. Pré Redes sociais, pré-influenceiros, pré-youtube, pré-qualquer-coisa. As pessoas compartilhavam animações em powerpoint ou GIFs ou até vídeos em Flash. Uma das animações mais clássicas é o Animation vs Animator, em que um animador cria um ser hiperpoderoso que transcende universos: um boneco palitinho, e este boneco apronta mil e uma confusões nas suas tardes.

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