
Esta semana postei artigos sobre assuntos diferentes para todos os gostos. Claro, deixou por último o teaser da Supergirl, que é o que realmente interessa nesta semana!
Ah, e com o lembrete de sempre!

Esta semana postei artigos sobre assuntos diferentes para todos os gostos. Claro, deixou por último o teaser da Supergirl, que é o que realmente interessa nesta semana!
Ah, e com o lembrete de sempre!

A Supermanguaceira
Eu escrevi em 2025: em dezembro do ano passado (2024) eu postei o teaser do filme do Super-Homem, e ele me encheu de esperança. A esperança que é simbolizada pelo monograma da Casa de El. Esta semana saiu o teaser da Supergirl e, coo sempre, o bando de jovem ignorante reclamando. Obviamente, explicarei umas coisinhas de forma que vocês possam ignorar os jovens ignorantes. Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXXVI”

Sabe aquela sensação de que você precisa urgentemente dar um tempo da rotina, largar tudo e fugir para a praia? Pois é, meu amigo, não é só você. Até os veadinhos e veadões* estão nessa vibe, então, você está bem acompanhado. Um bom exemplo é Buddy, uma rena de North Wales. No sábado, 29 de novembro (sim, tem duas semanas. Não enche o saco), durante um evento festivo perfeitamente comportado em Formby, Merseyside, Buddy simplesmente decidiu que chega de pose para fotos com crianças, chega de usar guizos no pescoço como se fosse decoração ambulante. Era hora de conhecer o mundo, ir ver o mar. Continuar lendo “Veado gigante pica a mula e um monte de homem corre atrás”

Há pessoas que entram para a história pela glória, outras pelo talento, e umas poucas pela pura teimosia. Jean-Henri Latude, o sujeito mestre em escapadas, Senhor do Engodo, praticamente o Loki francês. Um cara que resolveu colecionar fugas de prisão como quem coleciona Funko Pop, mas péssimo em consumar seus planos e se autossabotar. Durante 35 anos, este homem entrou e saiu da Bastilha com uma frequência que faria inveja aos funcionários do prédio, protagonizando uma das histórias mais absurdas do Antigo Regime francês. Continuar lendo “Jean-Henri Latude: o gênio da fuga que era péssimo em ficar livre”

Em 2 de dezembro de 1995, a ESA e a NASA lançaram o Solar and Heliospheric Observatory, o SOHO para os íntimos, com a modesta ambição de observar o Sol por dois anos. A ideia era posicionar o satélite a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, num ponto privilegiado entre nosso planeta e o astro-rei, e deixá-lo espiar a estrela sem interrupções. O que os engenheiros não esperavam é que esse observador solar se tornaria o satélite mais teimoso da história espacial, recusando-se terminantemente a se aposentar mesmo três décadas depois. Continuar lendo “SOHO: 30 anos bisbilhotando o Sol e sobrevivendo a tudo que deu errado”

Está aí você, meu amigo, minha amiga, com aquela vontade irresistível de tomar uma cervejinha gelada depois do expediente. Bem, se alguém criticar, diga que não é exatamente uma escolha sua, mas sim uma herança genética de milhões de anos. Sim, você pode culpar seus ancestrais macacos. Mais especificamente, pode culpar chimpanzés comedores compulsivos de figos fermentados que vagavam pelas florestas africanas enquanto consumiam o equivalente a dois drinks por dia. E não, eles não dividiam.
Macaco manguaceiro tá certo! Continuar lendo “Chimpanzés bêbados explicam sua vontade de tomar uns gorós”

Era uma vez, crianças, um tempo em que entrar na Internet parecia invadir o quarto bagunçado de um adolescente dos anos 90: fundo estrelado, música MIDI tocando “Für Elise” sem permissão, texto amarelo sobre preto piscando “BEM-VINDO AO MEU SITE!!!” em Comic Sans tamanho 72. Você clicava num link chamado “clique aqui seu trouxa” e caía num labirinto de páginas sobre Pokémon, teorias da conspiração sobre o Tamagotchi e santuários dedicados a artistas que ninguém lembra mais. Ninguém estava ali para vender curso, ganhar patrocínio ou virar meme de 15 segundos. Estavam ali porque podiam. Porque era divertido. Porque a Internet ainda era um playground, não um shopping center com vigilância 24h e psicólogos comportamentais desenhando cada botão para sugar mais 47 segundos da sua atenção. Continuar lendo “Quando a Internet era feia, quebrada e honesta (e a gente amava assim mesmo)”

Estamos chegando no fim do ano, mas isso não implica que as notícias estranhas, bizarras e esquisitas tenham cessado. Esta semana tivemos vulcão puto da vida, espertão dizendo que morreu e voltou para vender livro, Adolf Hitler sendo eleito presidente da Namíbia, jovem brincando de CSI Capivara em mesa de boteco e que enguias eram moeda de troca na Inglaterra medieval.
Ah, sim, também falei sobre achados arqueológicos no Cazaquistão, mas meu público parece gostar mais de doideira, mesmo. (não, o gato não tem muito a ver com os textos, mas não encontrei algo melhor)

Está lá você, meu caro senhor, à porta de sua morada, quando seu inquilino vindo pagar o aluguel; não, ele não usa chapeuzinho azul nem deve 14 meses. É um jovem cioso dos seus deveres. Ele não traz moedas, não traz ouro em barra nem um saco de prata tilintando como nos filmes. Ele chega com mil enguias secas amarradas em feixes, e você aceita, claro! Não só aceita, como tem certeza de que fez um ótimo negócio.
A cena nem é caricatura: é registro histórico. Bem-vindo à Inglaterra medieval, época em que enguias não eram só refeição. Eram moeda, eram contrato jurídico, eram commodity com variação de mercado e, ironicamente, também foram responsáveis por uma crise política que transformou o reino num caos digno de reality show com barões saqueando tudo. Um dia alguém ainda vai escrever “A História do Ocidente contada por peixes escorregadios”, e nós saberemos que será um livro honesto. Continuar lendo “Quando as enguias pagavam o aluguel e causaram uma guerra civil”

Dizem que quem não morre não vê Deus. Olha, isso é bem possível ser verdade, já que pelo que fiquei sabendo a fórmula definitiva para provar a existência de Deus, do Céu e provavelmente do serviço de paisagismo celestial: não é fé, meditação, filosofia, teologia. A resposta é muito mais prática: basta desligar o cérebro por 90 minutos. Foi o que Robert Marshall fez em 2024. Morreu. Três vezes. Voltou. Com Jesus no currículo e livro na Amazon.
Eu ouvi um amém? Continuar lendo “Morra, bata papo com Jesus, volte e venda livro”